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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)
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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)

Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

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O Hospedeiro (“Gwoemul”)
Filmes

O Hospedeiro (“Gwoemul”)

Na beira do rio Han, moram Hee-bong e sua família, donos de uma barraquinha de comida no parque. Seu filho mais velho, Gang-du, tem 40 anos, mas é um tanto imaturo; a filha do meio é arqueira do time olímpico coreano; e o filho mais novo está desempregado. Todos cuidam da menina Hyun-seo, filha de Gang-du, cuja mãe saiu de casa há muito tempo. Um dia, surge um monstro no rio, causando terror nas margens e levando com ele a neta querida de Hee-bong. É a hora da verdade para cada membro da família, que decide enfrentar o monstro em busca da menina.

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Nossa Hospitalidade (EUA, 1923)

Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,

72 horas (“The Next Three Days”)

Eu indico
72 horas (EUA / França, 2010)

John Brennan (Russell Crowe) é um professor universitário que leva uma vida perfeita, até sua esposa Lara (Elizabeth Banks) ser acusada de ter cometido um crime brutal. Ela jura que não é a autora do crime. Após três anos de recursos judiciais sem sucesso, John percebe que o único meio de ter sua esposa de volta será tirando-a da prisão. Só que ele tem apenas 3 dias para elaborar o plano e executá-lo.
Porque gostei muito:
Tenho uma forte queda por cenas de fuga, mais do ponto de vista do fugitivo e menos do perseguidor, por isso a minha opinião sobre este filme é muito suspeita. Quando um filme apresenta uma proposta que te agrada e, no desenrolar das cenas acaba ocorrendo aquilo que você gostaria mais algumas coisas que te surpreenderam, não tem como explicar a sensação. A partir do momento em que, na trama, começa de fato a fuga, a ação no filme não para, a tensão é alta, e o desenrolar das coisas se encaixa com cenas anteriores, onde o protagonista estava em fase de aprendizado e planejamento. As cenas ficaram bem realistas, até porque o roteirista e diretor Paul Haggis soube inserir dois elementos importantes que foram um diferencial: a sorte e o improviso. Também gostei da conclusão da história, que acabou sendo o final que imaginei para o filme. O ator Russel Crowe está ótimo como um homem comum que precisa tomar atitudes extremas, tendo que agir antes que seja tarde demais. Bem interessante como o personagem recorre à internet onde existem várias informações úteis para o seu objetivo, tais como arrombar fechaduras; chega até a conseguir encontrar um ex-prisioneiro que escapou inúmeras vezes da prisão, interpretado pelo Liam Neeson. O filme pode ser dividido em duas partes, na primeira metade temos a dramática da situação, na segunda temos a correria alucinante.
Refilmagem:
É uma refilmagem do filme francês Pour Elle (2007). O diretor Paul Haggis escolheu Russell Crowe apostando que ele é um ator capaz de interpretar um homem ordinário que precisaria enfrentar circunstâncias extraordinárias. Ele também acrescentou o seguinte questionamento sobre a temática do filme: “Você salvaria a mulher que ama se soubesse que isso te transformaria em um homem que essa mulher não poderia voltar a amar?”.
A confusão:
Engraçado, quando eu indicava o filme 72 Horas, algumas pessoas confundiam com o filme 172 Horas, um drama baseado na história real do alpinista Aron Ralston, que ficou preso 5 dias numa montanha de Utah (EUA) com uma fenda em seu braço (interpretado por James Franco que foi indicado ao Oscar pela sua atuação neste filme). A confusão foi maior pelo fato de que os dois filmes estavam em cartaz mais ou menos na mesma época. Enfim, recomendo assistir logo aos dois. 

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Fontes: 

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Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera (Coréia do Sul, 2003)

Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

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Eu Vi o Diabo (“Akmareul boatda”, Coreia do Sul, 2010)
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Existe um psicopata sanguinário à solta na Coréia do Sul. Jang Kyung-chul (Choi Min-sik) mata mulheres de forma brutal. A polícia tenta capturá-lo há décadas, sem sucesso. Quando a noiva de Soo-hyun (Byung-hun Lee), um agente secreto, é assassinada por este homem, o agente decide procurar sozinho pelo responsável. O encontro entre os dois homens ocorre rapidamente, mas Soo-hyun decide que a morte não é suficiente: será preciso torturá-lo, muitas vezes, para que o outro aprenda todo o mal que causou. Dirigido por Jee-woon Kim.

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O Atalante (França, 1934)

Eu indico L’Atalante (França, 1934) Jean (Jean Dasté), jovem capitão

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