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A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)
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O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

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A Cabana (2017)

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Lançado em 2008, rapidamente o livro A Cabana vendeu 10 milhões de cópias nos EUA. O escritor canadense William P. Young conseguiu conquistar um público grande com o passar dos meses, mesmo sua história sendo mais voltada ao público religioso. Percebe-se que a repercussão foi muito boa, ou seja, pessoas comentavam muito bem sobre o livro e outras se sentiam impelidas a conferir. 10 anos depois chega a adaptação deste aos cinemas.

Sem dúvida, o forte do filme está nas mensagens e simbologias ao utilizar personagens representando Deus, Jesus e o Espírito Santo. Os diálogos que o personagem principal, um homem sofrido, tem com Deus, durante um final de semana, são bonitos e reflexivos. Provavelmente fizeram uma adaptação boa ou ao menos justa do livro (não li para poder afirmar). Mack está arrasado desde que perdeu sua filha pequena, assassinada por um maníaco. Mas ele tem o privilégio de ser convidado pelo próprio Deus para uma conversa. Então, de forma nada original, a vida dele se transforma.

Dor, ódio, fé, amor, perdão. São palavras-chave que vêm a tona nas passagens do filme. Enquanto muitos crentes e religiosos devem amar o resultado, é provável que outros achem o filme cansativo, e de fato algumas lições poderiam ser resumidas e outras, menos forçadas. Acaba que o filme peca principalmente na duração de cenas, talvez tentando ser didático demais, dando uma forma lenta de desenvolver o enredo, deixando o espectador tendo que encarar 2 horas e 12 minutos para saber como vai terminar essa jornada. É provável que muita gente que não experimentou, nem se interesse mais pelo livro, pois fica a sensação de que não haverá profundidade alguma no livro em relação ao que foi mostrado no filme. Dessa forma, é bem fácil classificar o mesmo como um filme de auto ajuda e criar uma certa repelia ou preconceito. Por outro lado, sempre acho que vale a pena uma história que discuta a relação das pessoas com Deus ou a falta desta e, mais ainda, dando uma visão otimista das coisas.

Tags Relacionadas cabana, crítica, estreia, Octavia Spencer, pré estreia, resenha, Sam Worthington, William Young
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