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Top 10 filmes românticos
Drama Filmes

Top 10 filmes românticos

Todo mês de junho, mês dos namorados, você se pergunta como vai comemorar essa data? Uma boa opção é começar com um filme romântico a dois, em casa mesmo. Por isso deixo aqui a relação de 10 filmes que para mim foram especiais, neste sentido. Mas vale assistir sozinho(a) também. Sabendo que muitas listas de “melhores filmes românticos” são encontradas por aí com facilidade, busquei priorizar aqueles que considero menos conhecidos e coloquei em ordem por ano de lançamento.

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Oito Mulheres e um Segredo (2018)
Drama Filmes

Oito Mulheres e um Segredo (2018)

Essa é uma sequência da trilogia com George Clonney e Brad Pitt, que começou com o filme de 2001, uma ótima nova versão do clássico Onze Homens e um Segredo de 1960 (com Frank Sinatra e dirigido por Lewis Milestone). Só que agora temos personagens mulheres estrelando mais um grande roubo. Dirigido por Gary Ross.

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The Post – A Guerra Secreta (2017)
Drama Filmes

The Post – A Guerra Secreta (2017)

Ben Bradlee (Tom Hanks) e Kat Graham (Meryl Streep), editores do The Washington Post, recebem um enorme estudo detalhado sobre o controverso papel dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã e enfrentam de tudo para publicar os bombásticos documentos. Dirigido por Steven Spielberg.

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A Corte (França, 2016)

L’Hermine (França, 2016)

Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.

Tribunal:

Assisti poucos filmes que envolvem tribunal, julgamento pela lei. Me recordo de excelentes produções:

– 12 Homens e uma Sentença (1957, de Sidney Lumet);

O Sol é Para Todos (“To Kill a Mockingbird”, 1962, de Robert Mulligan);

– O Homem Que Fazia Chover (1997, de Francis Ford Coppola);

Tudo o que Desejamos (França, 2011, de Philippe Lioret).

Agora, acrescento a essa pequena lista, o recente filme francês A Corte. O filme alterna entre cenas dentro e fora de um tribunal, e possui alguns aspectos cativantes. O primeiro deles é facilmente perceptível, que é o personagem principal em si, um juiz competente, que para nossa sorte foi interpretado esplendidamente pelo ator Fabrice Luchini, premiado então como melhor interpretação masculina no Festival de Veneza de 2015. O mesmo festival premiou este filme como melhor roteiro (do próprio diretor Christian Vincent).

É fácil acreditar, de cara, que este juiz possui somente uma personalidade rígida e postura firme, que são atributos importantes para o seu ofício. As pessoas comentam logo sobre ele, antes do julgamento começar, e não temos até então maiores informações. Todos têm medo dele, é um juiz casca grossa. Porém, é aos poucos que vamos percebendo o quanto ele é uma pessoa justa, que segue a lei e faz com que os seus assistentes a sigam. Como se já não bastasse encantar por isso, o filme em determinado momento vai mostrar uma pequena fragilidade do protagonista diante dos sentimentos que ele guarda por alguém, uma mulher por quem foi apaixonado (Sidse Babett Knudsen, que está linda e também ótima no filme). O destino faz com que eles se cruzem novamente, só que durante um julgamento. O envolvimento dos dois vai se desenrolando ao mesmo tempo em que o julgamento vai avançando, mas as coisas são bem sutis, existem pouquíssimos vestígios de sentimento entre eles e é interessante como isso não prejudica a andamento dos seus trabalhos. É importante ver como a postura e firmeza do juiz continuam presentes para que a lei seja aplicada corretamente.

Um julgamento, como o próprio nome diz, parte de suposições, observações e decisão, pois nem sempre a verdade será relevada e é necessário aplicar a sentença. Muito interessante presenciar esse drama principalmente do ponto de vista de um personagem inteligente, justo e humano. É um drama que nos apresenta a um tribunal, com seus elementos visíveis e seus bastidores, mas também possui aquela leve pitada de romance e humor. E tudo isso traça uma certa identidade na obra que a deixa cada vez mais realista e cada vez mais agradável. Um tribunal de justiça e o que ocorre fora dele nos é apresentado como uma corte, onde conduta e comportamento das pessoas estão sendo observados e julgados por outras com base no que se acredita ser o correto, a etiqueta.

Vemos no tribunal as relações hierárquicas, as repetições obrigatórias, o tempo de cada um falar, como se dirigir ao advogado e ao juiz, a seleção dos jurados, etc. Mas o melhor de tudo é como se mantém a moralidade implacável do personagem principal e seus conflitos diante de tudo que ele está passando em sua vida pessoal.

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Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-231600/criticas-adorocinema/

Tags Relacionadas crítica, Fabrice Luchini, Festival de Veneza, Homem Que Fazia Chover, Homens e uma Sentença, juiz, resenha, To Kill a Mockingbird, tribunal
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