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Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.

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A festa de despedida (Israel, 2015)

A festa de despedida (“Mita Tova”, Israel, 2015)

Um grupo de amigos em uma casa de repouso em Jerusalém constrói uma máquina de auto-eutanásia, a fim de ajudar um amigo em estado terminal. Quando os rumores sobre a máquina começam a se espalhar, mais e mais pessoas começam a se interessar pela ideia de partir dessa para uma melhor, e o grupo de amigos se questiona se o que estão fazendo é a coisa certa. Dirigido por Tal Granit e Sharon Maymon.

Dispositivo de uso fácil e indolor:

Este filme consegue tratar de um assunto como a eutanásia, forte e polêmico, de forma leve e divertida, mantendo a seriedade da coisa. Encontramos uma série de excelentes filmes sobre o assunto, como Mar Adentro (2005, de Alejandro Amenábar), Uma Primavera com Minha Mãe (2012, de Stéphane Brizé), entre outros. Mas essa produção israelense consegue, num filme curto (95 minutos), transmitir as questões essenciais sobre o assunto, com leveza e algumas cenas bem divertidas.

O elenco principal, composto de velhinhos, tem a sua parcela de mérito. Os personagens são bem interessantes e passam por algumas aventuras e situações engraçadas, após um deles, um inventor nato de bugigangas, construir uma máquina de auto-eutanásia. Assim, o grupo se forma para decidir pela escolha e empréstimo do dispositivo, com a melhor das intenções, já que muitos amigos estão em estado desacreditado e sofrível, e essa seria uma forma de acabar com seu sofrimento, sem deixar vestígios. Os personagens, por serem idosos, mostram uma certa atrapalhação, ou melhor, falta de habilidades, o que gera boa parte das cenas engraçadas. Entretanto, junto com isso, vem a experiência de vida de cada um, e suas atitudes são realistas e até admiráveis.

A história se passa num asilo em Jerusalém, local perfeito para criar a argumentação proposta, e mostra o dilema das pessoas quando escolhas difíceis precisam ser tomadas diante de situações difíceis. Também consegue mostrar o espaço e o dilema particular de cada um deles. É uma história fácil de assimilar e deve agradar à grande maioria dos espectadores.

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Fontes:
http://cinepop.com.br/critica-a-festa-de-despedida-103164

Tags Relacionadas A festa de despedida, A festa de despedida 2015, crítica, filme a festa de despedida, Jerusalém, Mar Adentro, Mita Tova, resenha, Sharon Maymon, Tal Granit, Uma Primavera com Minha Mãe
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