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Existe um psicopata sanguinário à solta na Coréia do Sul. Jang Kyung-chul (Choi Min-sik) mata mulheres de forma brutal. A polícia tenta capturá-lo há décadas, sem sucesso. Quando a noiva de Soo-hyun (Byung-hun Lee), um agente secreto, é assassinada por este homem, o agente decide procurar sozinho pelo responsável. O encontro entre os dois homens ocorre rapidamente, mas Soo-hyun decide que a morte não é suficiente: será preciso torturá-lo, muitas vezes, para que o outro aprenda todo o mal que causou. Dirigido por Jee-woon Kim.

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Um dos filmes mais agradáveis do ano que faz uma homenagem bacana às bandas dos anos 80, do mesmo diretor de “Mesmo se nada der certo” (Begin again, 2014). A trama mostra, de forma original, garotos formando uma banda de rock e a relação desse processo com seus próprios dramas. Possui uma trilha sonora mais do que emocionante para os amantes dos anos 80, com direito a The Cure, Starship, Genesis, Tears for fears, Spandau Ballet, Daryl Hall & John Oates, entre outros.

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A festa de despedida (Israel, 2015)

A festa de despedida (“Mita Tova”, Israel, 2015)

Um grupo de amigos em uma casa de repouso em Jerusalém constrói uma máquina de auto-eutanásia, a fim de ajudar um amigo em estado terminal. Quando os rumores sobre a máquina começam a se espalhar, mais e mais pessoas começam a se interessar pela ideia de partir dessa para uma melhor, e o grupo de amigos se questiona se o que estão fazendo é a coisa certa. Dirigido por Tal Granit e Sharon Maymon.

Dispositivo de uso fácil e indolor:

Este filme consegue tratar de um assunto como a eutanásia, forte e polêmico, de forma leve e divertida, mantendo a seriedade da coisa. Encontramos uma série de excelentes filmes sobre o assunto, como Mar Adentro (2005, de Alejandro Amenábar), Uma Primavera com Minha Mãe (2012, de Stéphane Brizé), entre outros. Mas essa produção israelense consegue, num filme curto (95 minutos), transmitir as questões essenciais sobre o assunto, com leveza e algumas cenas bem divertidas.

O elenco principal, composto de velhinhos, tem a sua parcela de mérito. Os personagens são bem interessantes e passam por algumas aventuras e situações engraçadas, após um deles, um inventor nato de bugigangas, construir uma máquina de auto-eutanásia. Assim, o grupo se forma para decidir pela escolha e empréstimo do dispositivo, com a melhor das intenções, já que muitos amigos estão em estado desacreditado e sofrível, e essa seria uma forma de acabar com seu sofrimento, sem deixar vestígios. Os personagens, por serem idosos, mostram uma certa atrapalhação, ou melhor, falta de habilidades, o que gera boa parte das cenas engraçadas. Entretanto, junto com isso, vem a experiência de vida de cada um, e suas atitudes são realistas e até admiráveis.

A história se passa num asilo em Jerusalém, local perfeito para criar a argumentação proposta, e mostra o dilema das pessoas quando escolhas difíceis precisam ser tomadas diante de situações difíceis. Também consegue mostrar o espaço e o dilema particular de cada um deles. É uma história fácil de assimilar e deve agradar à grande maioria dos espectadores.

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Fontes:
http://cinepop.com.br/critica-a-festa-de-despedida-103164

Tags Relacionadas A festa de despedida, A festa de despedida 2015, crítica, filme a festa de despedida, Jerusalém, Mar Adentro, Mita Tova, resenha, Sharon Maymon, Tal Granit, Uma Primavera com Minha Mãe
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