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Trata-se de um roteiro com muito conteúdo histórico com cerne na ciência e religião. Para isso, o diretor Richard Schenkman, a partir do roteiro de Jerome Bixby, opta por uma trama com muitos diálogos, todos inteligentes, até porquê entre os personagens temos professores, doutores, pessoas bem formadas. Um deles, John Oldman (David Lee Smith), protagonista, está de mudança e vai se afastar dos amigos, e resolve fazer uma revelação chocante sobre si mesmo, o que dá início a uma série de reações e discussões que vão nos dar uma aula de história, ciência, de tudo.

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Preocupado com o legado que deixaria para as gerações futuras, o Papa Júlio II (Rex Harrison) resolve contratar o artista Michelangelo (Charlton Heston) para pintar o teto da Capela Sistina. O artista se nega, mas logo é forçado pelo pontífice a fazê-lo. A partir daí, começam as disputas entre Michelangelo e o papa à respeito do projeto. Dirigido por Carol Reed.

Arte e religião:
Baseado no best-seller de Irving Stone, ambientado no início do Século XVI, tendo como foco o processo de criação de uma das maiores obras-primas do mundo, as pinturas no teto da Capela Sistina, que foram concebidas pelo trabalho complexo de Michelangelo, entre 1508 e 1512, e que transformaram a vida deste artista, o diretor Carol Reed nos dá uma boa visão do processo, com a câmera se posicionando em diferentes ângulos, do chão para o alto mostrando o ponto de vista de quem visitava a capela, assim como no alto dos andaimes onde o artista passou quatro anos pendurado.

Contemplamos a pressão sofrida pela constante cobrança do papa, contra a técnica detalhada do pintor que precisava de tempo e inspiração para concluir tamanha obra e, também, contra o tempo que era ameaçado pela guerra que ocorria. Júlio II, conhecido como o Papa Guerreiro, valorizada a arte e também participava como um combatente líder nas batalhas. Os conflitos e diálogos entre o famoso pintor Michelangelo, que se apresenta como uma pessoa que não só tem paixão pela arte, assim como pela religião, com pensamentos que superavam os costumes e preconceitos da época, com este outro marcante personagem, o papa Júlio II, que contrata o artista para pintar o teto da Capela Cistina como uma forma de fortalecer a igreja, vão garantir uma riqueza fascinante, explorando os conflitos éticos e morais da época. Com fortes personalidades e boas interpretações de Charlton Heston (como Michelangelo) e Rex Harrison (papa Júlio II), o filme é essencial, principalmente para quem gosta da história do renascimento.

O projeto se torna uma batalha de vontades alimentada pelas diferenças artísticas e de temperamento dos personagens, que por incrível que pareça desenvolvem um respeito e amizade entre si. Questionando o verdadeiro sentido do reino dos céus, as pinturas vão representar todo o livro Gênesis da Bíblia Sagrada, da forma como Michelangelo o enxergava. A Criação de Adão, um afresco de 280 cm x 570 cm, representa o momento no qual Deus cria o primeiro homem. Deus é representado como um ancião barbudo envolto em um manto que divide com alguns anjos. Seu braço esquerdo está abraçado a uma figura feminina, Eva. O braço direito está esticado para criar o poder da vida de seu próprio dedo para Adão, o qual está com o braço estendido para seu criador. Os dedos de Adão e de Deus estão separados por uma pequena distância, representando que existe uma liberdade, o livre arbítrio, entre Deus e os homens.

O pintor Rafael, um dos mestres do Renascimento, aparece no filme para enaltecer a capacidade de Michelangelo, quando se recusa a substituir o mesmo mostrando que intervir na obra de outro artista, quanto mais aquele, não seria ético.

O filme foi indicado ao Oscar de direção de arte, fotografia, figurino, música original e som, embora não tenha faturado nenhum dos prêmios.

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Fontes:
http://www.filmesepicos.com/2009/04/agonia-e-extase-1965.html#.UvTmwPldV9U
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cria%C3%A7%C3%A3o_de_Ad%C3%A3o

Tags Relacionadas arte, Carol Reed, Charlton Heston, Deus, Irving Stone, Michelangelo, Papa, pintura, Religião
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