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A garota do interior:
Primeiramente, este é um filme de grandes atuações. Bing Crosby, como protagonista, está exemplar: ele faz o papel de um ator que teve grandesucesso no passado e hoje está fracassado. Quando um ator real interpreta um ator personagem, ele tem que ser bom, e isso fica claro em cenas onde ele interpreta seu personagem falhando em alguma interpretação no palco. No caso, o personagem é um ator e cantor de teatro. Por conta de um trauma do passado, sua carreira desabou, sua interpretação está prejudicada… mas ainda existe talento. Seu amigo, interpretado por William Holden, reconhece e investe nele, mesmo nessas condições.
Bing Crosby foi um grande cantor do século XX, a sua segunda profissão era de ator. Aqui ele interpreta um ator alcoólatra, diante de sua última chancepara ressuscitar sua carreira e recuperar seu amor-próprio. Chega a ser agonizante presenciar essa luta, quanto mais na interpretação de Crosby nos passando todo um realismo em relação a essa condição na qual seu personagem é submetido. Cheguei a lembrar um pouco de Chaplin, no filme Luzes da Ribalta (Limelight, 1952), onde um palhaço de teatro que foi bastante famoso, se tornou um alcoólatra e passa a tentar retomar sua carreira.
Para incrementar a dose, neste filme a Grace Kelly, que é a “garota do interior” do título original, faz o seu melhor papel e leva o primeiro e único Oscar de sua carreira. Essa atriz de beleza invejável chega a estar pouco reconhecível em algumas cenas, ao interpretar a esposa amargurada, sofrida. Ela mostra bem a importância de uma companheira fiel e dedicada, na alegria e na tristeza. Neste caso, na tristeza. É interessante ela ter sido reconhecida em um papel distinto em sua carreira, já que um rostinho bonito, principalmente na época, ganhava papéis mais glamourosos, como de mulher fatal ou mocinha que vai ficar com o mocinho. Aqui é bem diferente, bem mais sério. A premiação de Grace gerou muita controvérsia porque a favorita era Judy Garland, por sua interpretação na refilmagem de Nasce uma Estrela.
Grace Kelly foi uma atriz bem valorizada pelo diretor Alfred Hitchcock, eles trabalham juntos em Disque M Para Matar, de 1954. Antes disso, ela participou do excelente Matar ou Morrer (High Noon, 1952), Western que levou Gary Cooper a faturar um Oscar de melhor ator. Quem quiser saber mais sobre ela, pode assistir ao recente Grace de Mônaco (2014), cinebiografia de Grace Kelly que mostra a relação dela com o príncipe Rainier, com o qual casou. Não é um grande filme, mas como cinebiografia me pareceu bem consistente. A atriz infelizmente faleceu em um acidente de carro, em 1982. Hoje é reconhecida como uma das atrizes mais bonitas e influentes de Hollywood, mesmo sua carreira no cinema ter sido somente entre 1952 e 1956. Além disso, se tornou a princesa de Mônaco.
O filme venceu também como melhor roteiro (do próprio George Seaton). Foi baseado numa peça de teatro e no filme fica interessante ter o teatro em si como o ambiente predominante, alternando com as cenas em ambiente mais privado do casal protagonista e também do amigo William Holden, que possui papel fundamental na trama. Também nos surpreende com alguns acontecimentos e algumas verdades que são descobertas ou assumidas pelos personagens, assim como mostra questões como o poder do crítico, a importância da retribuição e a força destrutiva da culpa.
“Só há uma coisa mais óbvia do que duas pessoas a olharem-se muito, e é duas pessoas evitarem olhar-se.”
Personagem de Bing Crosby
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Fontes:
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