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Top 10 filmes lançados em 2015
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Top 10 filmes lançados em 2015

Essa é a minha lista dos melhores filmes lançados em 2015! A ideia é mostrar os 10 mais, então tive que deixar algumas boas opções de fora, como O Clã, Divertidamente, Chappie, No Coração do Mar, O Novíssimo Testamento, Labirinto de Mentiras, Deadpool, entre outros.

Filmes

O Campeão de Hitler (“Max Schmeling”)

Eu indico O Campeão de Hitler (Alemanha / Croácia, 2010)

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O Som ao Redor (Brasil, 2012)
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O Som ao Redor (Brasil, 2012)

A presença de uma milícia em uma rua de classe média na zona sul de Recife muda a vida dos moradores do local. Ao mesmo tempo em que alguns comemoram a tranquilidade trazida pela segurança privada, outros passam por momentos de extrema tensão. Ao mesmo tempo, casada e mãe de duas crianças, Bia (Maeve Jinkings) tenta encontrar um modo de lidar com o barulhento cachorro de seu vizinho. Roteiro e direção de Kleber Mendonça Filho.

Anna dos 6 aos 18 (Rússia, 1993)

Eu indico
Anna: Ot shesti do vosemnadtsati (Rússia, 1993)
O diretor Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme, etc, gerando um documentário sobre os últimos anos do império soviético até a sua explosão.
13 anos de Rússia:
Foram 13 anos para completar este documentário. O diretor Nikita Mikhalkov e sua filha Anna são os personagens reais que acompanhamos através de trechos rodados ao longo deste tempo, tempo no qual ocorreu o fim da União Soviética (de 1980 a 1991). A cada ano quem está à frente da câmera é a sua filha, desde a infância até a juventude, e através de suas respostas e dos comentários do diretor, se constrói uma narrativa bem realista sobre a ex-União Soviética, com uma crítica severa à própria nação.
Projeto pessoal de grande valor e originalidade, considerando também que a filmagem foi clandestina, os rolos de filmes e equipamentos eram obtidos no mercado negro e a edição tinha algumas limitações, mas o resultado é grande para um documentário. A narrativa nem fica cansativa. Para quem gosta de História, é essencial.
Durante a narrativa, o diretor nos apresenta um de seus filmes anteriores, no qual um garoto vivencia o velho império russo, servindo então de comparativo com a vida real de sua filha Anna, que vive parte do império soviético. Anna começa sendo entrevistada numa época de grande censura, e logo aos 7 dá uma resposta interessante ao questionamento “o que você mais deseja?”, dizendo: “conseguir dar boas respostas”. Já em outro momento ela responde sobre o que mais odeia: “discussões em família, ou de qualquer tipo… uma discussão pode levar o mundo à guerra”. O filme passa também pela época da “Perestroika”, uma política introduzida na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas por Mikhail Gorbachev, em 1985, dando uma ideia de reestruturação (abertura) econômica. A reação da menina acaba sempre espelhando a realidade do país.
Apoiado por Sergei Miroshnichenko no roteiro, Nikita Mikhalkov explora muitas cenas com os encontros oficiais dos líderes comunistas, muita referência a Lênin, Stálin, Brejnev, Chernenko, Gorbachev, Yeltsin, entre outros, mostrando as falhas, incapacidades ou descaso deles, mesmo diante das crises que assolavam a economia. É interessante perceber que a Rússia de hoje é fruto desta conjuntura histórica e que gera tantas decepções, podemos até conferir isso em outro filme russo, do diretor Andrey Zvyagintsev, favorito ao prêmio do Oscar desde ano, para a categoria de melhor filme estrangeiro: Leviatã (2014), que já levou o Globo de Ouro. Este é um drama que trás uma visão atual e sem filtros da corrupção e injustiça em torno do Estado Russo.
Muito pertinente, também, logo na introdução, a clareza em mostrar que o país perdeu a ligação com Deus. Em muitos momentos as palavras do diretor expressam sua decepção e dão um grande significado ao contexto, como na passagem abaixo:

Nosso potencial aumentou muito, e portanto,
aparentemente, nosso conhecimento também.
Contudo, a ausência de Deus tornou este potencial 
e este conhecimento destrutivos.
Perdemos o respeito pela vida e pela morte.
Transformamos a vida em seriado de TV, a morte em jogo de computador
e a aquisição em destruição.”
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Fontes:
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A Fraternidade é Vermelha (“Trois couleurs: Rouge”)

Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /

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Assassinato no Expresso do Oriente (2017)
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Assassinato no Expresso do Oriente (2017)

É uma adaptação bem fiel ao livro de Agatha Christie, sendo assim não chega a trazer novidades para quem leu o livro ou assistiu ao primeiro filme. Foi uma escolha de roteiro sem riscos, neste caso pode ter sido a melhor escolha. Como investigação e suspense funciona muito bem e ressalta temas bem presentes nas obras da escritora, como tradição, vingança, poder e justiça. Destaque para Kenneth Branagh que dirige o filme e interpreta o detetive Hercule Poirot.

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Monstros

Eu indico Monsters (Reino Unido, 2010) A NASA descobriu formas

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