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O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

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No final do período da Guerra Fria, George Smiley (Gary Oldman), um dos veteranos membros do Circus, divisão de elite do Serviço Secreto Inglês, é chamado para descobrir quem é o agente duplo que trabalhou durante anos também para os soviéticos. Todos são suspeitos, mas como também foram altamente treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão, todo cuidado é pouco. George precisa indicar o espião e não pode errar. Dirigido por Tomas Alfredson.

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As Aventuras do Príncipe Achmed (Alemanha, 1926)

Um feiticeiro maligno engana o príncipe Achmed, convencendo-o a cavalgar em um cavalo alado. O príncipe percebe ser capaz de conduzir o cavalo e este o leva para diversas aventuras, até que acaba se apaixonando pela linda princesa Peri Banu. Dirigido por Lotte Reiniger.

Clássico das animações:
Parece um espetáculo teatral sem falas (é um filme mudo), mas com música, som e movimentos bem planejados. Praticamente cada cena só usa duas cores, tendo sempre o preto. Cenas com preto e laranja, preto e azul, etc, geram uma surrealidade bacana. Impressiona o jogo simples de luzes e sombras, um conceito surgido e popularizado na China, de onde são oriundas as famosas caixas de sombras. A diretora alemã Lotte Reiniger foi pioneira no uso da animação em sombras chinesas. As figuras do filme foram recortadas e manipuladas à luz de câmara pela realizadora.
A animação contém vários personagens, bem apresentados na introdução, com muita aventura, fantasia e romance. Até Aladim aparece como um dos personagens. Trata-se de uma adaptação dos conhecidos contos de “As Mil e Uma Noites”. Cada quadro é um espetáculo individual, usando a mudança de cores para indicar se estamos em um espaço interno ou externo, ou para aumentar o clímax e indicar a temperatura da cena. Figuras feitas de cartolina preta fazem movimentos complexos, desde dedos, boca, braços e corpo. A música de Wolfgang Zeller é uma sinfonia que acompanha bem os acontecimentos. A fotografia de Carl Koch (parceiro presente de Renoir) também maximiza o resultado da obra.
Logo no início do filme nos deparamos com a seguinte informação: “As aventuras do Principe Achmed foi lançada na Alemanha em 3 de setembro de 1926. Nem o negativo original, nem a copia do original da versão alemã existem mais. Esta reconstrução foi baseada em um fragmento de uma copia de nitrato com informação das legendas em inglês pelo arquivo nacional de filmes e televisão em Londres. Este foi recopiado e as informações da legenda original alemã foram inseridas de acordo com o cartão censor sobrevivente”.
Em 1908, o curta animado “Fantasmagorie”, de Émile Cohl, fascinou as plateias mostrando as possibilidades da animação. Trata-se de uma animação interessante que pode ser encontrada facilmente no youtube. O primeiro longa-metragem de animação foi o argentino “El Apóstol” (1917), dirigido por Quirino Cristiani. Infelizmente foi completamente perdido em um incêndio, em 1926. Depois veio “As Aventuras do Príncipe Achmed”, que então se torna o primeiro longa-metragem de animação acessível. Logo depois, em 1928, a Disney entra no jogo e lança a primeira animação onde aparece Mickey Mouse: “Steamboat Willie”, que por sinal o início desta animação é usado para apresentar a logomarca da Disney antes do início de alguns filmes com a produção desta.
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Fontes:

Livro “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling
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O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).

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A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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