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Annabelle 2: A Criação do Mal (2017)

Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.

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As Vinhas da Ira (“The Grapes of Wrath”, EUA, 1940)

Eu indico The Grapes of Wrath (EUA, 1940) A história

Asas do Desejo (Alemanha / França, 1987)

Eu indico
Der Himmel über Berlin (Alemanha / França, 1987)
Na Berlim pós-guerra, Damiel (Bruno Ganz) e Cassiel (Otto Sander) são anjos que perambulam pela cidade. Invisíveis aos mortais, eles lêem seus pensamentos e tentam confortar a solidão e a depressão das almas que encontram. Entretanto, um dos anjos, ao se apaixonar por uma trapezista (Solveig Dommartin), deseja se tornar um humano e experimentar as dores e alegrias de cada dia. Dirigido por Wim Wenders.
O Céu Sobre Berlim – SPOILERS (SEM REVELAR AS CENAS):
Provavelmente o melhor filme de anjos já realizado. O mistério da vida, da existência, tratados através do olhar de um anjo que chega a desejar ser humano. Como dito no título original, a trama predomina em Berlim, antes da queda do muro, e possui duas visões: a dos anjos e a dos seres humanos. Os anjos observam, escutando os pensamentos e vendo as atitudes dos serem humanos, sendo que todas as cenas onde existe a presença de um anjo são exibidas em preto e branco. Aos poucos entendemos a missão deles, tentandointervir nas ações dos humanos, como por exemplo quando um anjo “abraça” e consegue assim dar uma injeção de ânimo numa pessoa com pensamentos suicidas, dentro de um metrô. Uma lição de compaixão é transmita por estes atos. Logo pela mudança de pensamento do ser humano, vemos que o anjo foi bem sucedido, dessa vez. As cenas no âmbito terreno ficam coloridas e mostram o ponto de vista dos humanos. O filme fica rico de pensamentos interessantes, ao exemplo do velhinho que fica filosofando em seus pensamentos e desperta a enorme atenção de um dos anjos.
Sentimentos ruins diversos recaem sobre a humanidade, como saudade, angústia, dor, insegurança. Pessoas solitárias são acompanhadas pelos anjos Damiel e Cassiel, que tentam consolá-las o máximo possível, sendo até afetados por esses sentimentos que acompanham. Os próprios anjos, condenados ao tédio eterno, podem se questionar e desejara encarnação. O drama vivido por eles é tão nítido e forte quanto o dos humanos. Com essas premissas, o diretor Wim Wenders conduz um filme contemplativo, que observa e comenta sobre a vida e a descoberta da própria identidade.
Além da alternância de cores, outros detalhes importantes podem ser observados: diálogos em várias línguas (alemão, francês, inglês) mostrando que os anjos acompanham a todos os seres humanos; nos créditos finais fica fácil perceber que somente os anjos possuem um nome no filme, os humanos são tratados por características, tais como “a prostituta jovem”, “o palhaço”, “o suicida”, “o homem próximo da morte”, etc. Ajuda a universalizar os diversos papéis e personagens no filme e mantém o ponto de vista predominante que é o dos anjos; e, no final do filme, há a participação de Nick Cave and the Bad Seeds ao som da canção “From Her to Eternity” para combinar com a cena.
Servindo claramente de inspiração para a produção americana “Cidade dos Anjos” (1998), com Nicolas Cage e Meg Ryan, assim como para a música “Stay (Far Away, So Close)da banda U2, que por sinal fez um clipe que contém cenas fortemente inspiradas neste filme de 1987 (talvez sejam as próprias cenas). A própria letra da música remete ao enredo do filme como nos trechos reproduzidos abaixo. Em 1993 foi lançada a continuação “In weiter Ferne, so nah!” (Tão Longe, Tão Perto), que possui o mesmo título da música do U2.
(…)
Você pode ir a qualquer lugar
Miami, Nova Orleans, Londres, Belfast e Berlin
E se você escuta, eu não posso te chamar
E se você pula, você está arriscada a cair
E se você grita, eu apenas posso te escutar
(…)
Três horas da manhã
Tudo está quieto e não há ninguém por perto
Apenas o estrondo e o ruido
Como um anjo que cai ao chão
(…)
“Stay (Faraway, So Close)” – U2
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Fontes:
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