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Cinco filmes para ver na semana santa: épicos, bíblicos, clássicos

Às vésperas do feriado da semana santa, Eu & A Telona selecionou cinco filmes importantes. Alguns épicos, bíblicos e até clássicos, que podem preencher o seu final de semana santa de alegria, mesmo que você não seja religioso, cristão ou o que seja, afinal são grandes produções e podem agradar a maioria.

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A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)
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A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)

O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.

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Até o fim (“All is lost”, 2013)

All is lost (Reino Unido, 2013)

Um navegador experiente está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um container leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino. Escrito e dirigido por J. C. Chandor.

Faca, âncora, comida, bote inflável…

Robert Redford, com 76 anos de idade, estrelou esse filme. Pela sinopse é bem perceptível que trata-se de um filme com praticamente um personagem e quase nenhuma fala. É um filme sobre a situação que essa pessoa vive diante de um naufrágio eminente. Desde a primeira cena estamos em alto mar, longe da civilização em terra. Um senhor de idade fica à deriva por conta de um acidente, que danificou até o rádio de sua embarcação. Quando tudo está perdido, o drama enfrentado pelo personagem ganha muitas pitadas de esperança ao percebemos que ele é bem experiente e não vai desistir. Cada ato, cada minuto, cada objeto é precioso. A economia da comida que resta, saber utilizar os recursos de forma moderada, saber lidar com as surpresas que aparecem. É como ser testado o tempo todo. Cada pequeno passo deve ser executado visando maximizar a possibilidade de sobrevivência.

É admirável como a experiência, alinhada à inteligência – inclusive inteligência emocional – transparece na trama como condição determinante para alcançar o objetivo: a busca pela sobrevivência, a todo custo. Robert Redford está ótimo no papel, determinante por se tratar de um filme com um ator só. Junto com ele, a natureza representada pelo mar inacabável e os perigos ao redor. Mas também o silêncio, barulho do mar e do vento.

Não contém aquelas cenas onde somos apresentados ao passado do personagem, onde ele lembra seus erros e acertos e agora vai se redimir. Aqui a estratégia é outra, deixando o espectador ficar atendo ao que vê. Sabemos que o personagem, agora solitário, tem um anel no dedo e, na narração inicial, ele fala algo que remete a uma autoavaliação. Mas é praticamente isso e o filme vai correr sempre para a frente. Ao contrário de outras produções, nosso personagem não fala sozinho, não encara a Deus, nem chega a se desesperar explicitamente. E a cena final, além de sua beleza visual, pode ser lindamente interpretada pelo significado que passa.

“Perder tudo, menos o corpo e a alma”

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Fontes:
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/ate-o-fim/?key=85620

Tags Relacionadas Chandor, crítica, Oceano, oscar, resenha, Robert Redford
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