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Jesus de Nazaré (“Jesus of Nazareth”) – de Franco Zefirelli
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Jesus de Nazaré (“Jesus of Nazareth”) – de Franco Zefirelli

Franco Zefirelli dirige esse clássico que conta a história de Jesus desde sua humilde origem, como filho de Deus. Sua viagem inclui o Sermão no Montes das Oliveiras, as Tentações de Satanás, a escolha dos Doze Apóstolos, a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.

Museu do cinema em Nova York
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Museu do cinema em Nova York

Você sabia que em Nova York existe um dos melhores museus do cinema? Em 2015, aproveitei a viagem para conhecer o Museum of the Moving Image, que fica no Queens. É o único museu nos Estados Unidos dedicado a “imagens em movimento”. Por isso, muitas exibições relacionadas a cinema pode ser vistas. Provavelmente é um dos melhores museus sobre cinema do mundo. Vejam algumas fotos que tirei no museu.

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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)
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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)

Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.

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Bohemian Rhapsody (2018)

Bohemian Rhapsody (EUA, 2018)

Finalmente um dos dramas biográficos mais esperados do cinema! A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história. Ao que me pareceu – sou pouco conhecedor da banda – o filme representa muito da realidade do artista e do Queen: eles desafiando estereótipos, criando uma interação fantástica com o público durante o show (o efeito da música “We Will Rock You” é isso e é universal) e até misturando estilos numa só, inclusive com ópera, como ocorre com a música título do filme. Aliás, o processo de criação, escrita e gravação de algumas canções ocupa algumas passagens no filme, tendo como momento principal o processo para “Bohemian Rhapsody”, embora tenha outras como “Love of My Life”, que Freddie Mercury dedicou ao amor de sua vida e sua melhor amiga, a vendedora de roupas Mary Austin, também presente no filme.

Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. O Oscar que não esqueça dele! Apesar do grande concorrente Bradley Cooper – também excelente em Nasce Uma Estrela – Rami Malek se afirma como grande astro do cinema após já ter se mostrado bem no papel principal da série Mr. Robot. Sua presença mostra um Freddie talentoso, com uma vida meio exagerada, em alguns momentos irresponsável, mas bem humanizado em sua ligação com a família, os amigos da banda e sua primeira companheira Mary Austin, tendo assim o lado íntimo dele e até a tristeza em ter que encarar a doença que levou ao seu falecimento em 1991. E não vamos esquecer dos atores que fazem o resto da banda, eles estão ótimos!

Algumas cenas possuem fortes emoções principalmente por sabermos que ocorreram na vida real, como a apresentação no Rio de Janeiro na qual Freddie Mercury se surpreende quando o público canta alto “Love of My Life”. Mais emocionante ainda é a cena da apresentação no Live Aid, onde Mercury, já enfrentando a doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock.

Já na abertura da 20th Century Fox, a música padrão é tocada numa guitarra e isso já dá uma ideia de que teremos muita música boa. É um filme para causar fortes emoções aos fãs da banda, que acredito farão uma análise positiva, até porquê não deixa de ter grandes shows do Queen, homenagem singela a sua trajetória e as relações entre os integrantes que se comportavam como uma família, um verdadeiro time, todos participando dos bons e maus momentos e contribuindo com as ideais, letras e canções. Mostra bem como eles se consideravam inspiradores para os desajustados, sonhadores e amantes do rock. Também serve para quem pouco conhece sua história, já que aprofunda a parte íntima do vocalista ao mesmo tempo em que mostra a criação e ascensão de uma das bandas mais amadas do planeta.

“Quando sei que o público está me ouvindo, quando percebo que os capturei, eu não poderia desafinar nem se quisesse”
Freddie Mercury

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Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água. Dirigido por Jaume Collet-Serra.

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Cinema Paradiso (Itália, 1988)

O filme conta a história de uma amizade entre um garoto (Totó) e um projecionista (Alfredo), além do amor de ambos pelo cinema, na figura do chamado Cinema Paradiso, onde Alfredo trabalhava. Já adulto, Salvatore Di Vita (Totó) é um cineasta bem-sucedido e vive em Roma. Ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo faleceu, e isso traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso.

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Essa adaptação não se propõe a mostrar a vida de Churchill, mas sim um recorte de um momento crítico na história do Reino Unido, num momento histórico dos mais lembrados pela humanidade, a Segunda Guerra Mundial, onde ele assumiu o papel de primeiro-ministro quando os grandes dirigentes do Reino Unido já estavam jogando a toalha e se dando por vencidos pela Alemanha. É interessante e vai na linha do título original do longa “Darkest Hour” (Hora mais escura). Dirigido por Joe Wright.

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