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Em um futuro próximo, uma opressiva força policial mecanizada é encarregada de patrulhar as ruas e controlar o crime em Joanesburgo, África do Sul. Um dos androides da força policial é roubado e reprogramado com o intuito de ser utilizado como arma pelos criminosos. Ao ser reprogramado, o androide se torna Chappie, o primeiro robô com capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Isso faz com que forças poderosas e destrutivas comecem a ver Chappie como uma ameaça para a humanidade e para a ordem pública, e elas farão de tudo para garantir que Chappie seja destruído. Dirigido por Neill Blomkamp.

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Cabaré Bibliotheque Pascal (2010)

Bibliotheque Pascal (Alemanha/Hungria/Reino Unido/Romênia, 2010)

Mona é vendida como escrava pelo próprio pai a um estranho bordel, onde as prostitutas são forçadas a agir como personagens literários. Roteiro e direção de Szabolcs Hadju.

Era uma vez… um spoiler!

Um trailer empolgante como o deste filme, com uma trilha sonora bacana, deveria ser visto por todos. Com certeza muitos correriam para assistir. Quem ainda não viu, recomendo deixar para ler esta postagem depois (por isso o spoiler no título).

A cigana Mona (Orsolya Török-Illyés) vive nas ruas da Hungria ganhando a vida como artista. Ela precisa explicar sua história ao assistente social, a fim de recuperar a guarda da filha, só que sua história é uma aventura com momentos surreais. Em meio a histórias fantásticas, conhecemos a personagem e sua filha, assim como os suas improváveis aventuras e outros personagens pitorescos. A criatividade do húngaro Szabolcs Hadju se mostra fator crítico de sucesso. Imagine uma pessoa com o poder de projetar o próprio sonho para os outros verem. E, em seu clímax, o filme culmina para um bordel cult, o Bibliotheque Pascal, quando a personagem é vendida como escrava e fica aprisionada neste, onde os clientes podem viver suas fantasias sexuais com personagens pertencentes aos clássicos da literatura. Efeitos especiais e uma trilha sonora muito boa marcam esse filme raro. Regado a belas imagens pitorescas, essa aventura é uma desculpa para que a personagem esconda suas dores, talvez até para esquecer de decisões que ela mesma tomou, ou coisas que não conseguiu evitar.

É importante perceber que Mona é uma exímia contadora de histórias, em algumas passagens do filme isso fica claro (ela ganha a vida exibindo um teatro de fantoches bem criativo e, no final do filme, conta uma história para a filha dormir, bem semelhante ao que aconteceu no Bibliotheque Pascal). Desde a forma como ela conhece o rapaz que foi o genitor de sua filha, até a parte onde ela é resgatada do Bibliotheque Pascal, de forma extremamente surreal, já temos pistas de que aqueles acontecimentos foram inventados, pois estamos em um drama, e não numa ficção. Porém, o que seria real naquilo tudo, já que Mona camufla os acontecimentos com uma história criativa? Ela constrói um mundo de sonhos e ilusões para tentar amenizar a dor que sofreu por toda a vida. É fácil comparar com o enredo dos filmes “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas” (2003) e “As Aventuras de Pi” (2012), dado seu contexto cheio de situações fantásticas. Assim como Pi, ao ser forçada a contar a história verdadeira, a personagem chora.

“Era uma vez, um poderoso rei, que tinha um palácio enorme,
que era guardado por anjos mortos e ficava nas profundezas do solo,
não muito longe do inferno.
Ele tinha centenas de quartos. E havia uma centena de prisioneiros nos cem quartos.
Eram todos personagens de contos de fadas, príncipes e princesas.
E os príncipes e princesas estavam muito tristes porque foram retirados de seus contos de fadas.
Mas as crianças estavam ainda mais tristes porque quando abriam os livros,
achavam um monte de palavras chatas.
Não havia ninguém que pudessem admirar ou se entusiasmar,
ninguém que pudessem imaginar ser antes de adormecerem à noite.
Mas havia uma pobre princesa entre eles.
E ela decidiu fugir do palácio e retornar para seu conto de fadas…”

Tags Relacionadas Aventuras de Pi, crítica, filme, filme estrangeiro, Peixe Grande, resenha
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