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Este é o terceiro “Filme Lego” que funcionou bem, tivemos antes “Uma Aventura LEGO” (2014), que poderia ter recebido o Oscar de melhor animação e deixou pessoas boquiabertas com o formato da animação, na medida que peças e bonecos Lego montam os cenários e as cenas ao longo do filme; e ainda tivemos, este ano, “Lego Batman: O Filme” (2017), com ótima qualidade visual, aventura e piadas hilárias no universo dos heróis. Phil Lord e Chris Miller, diretores e roteiristas do primeiro filme, produtores do "Lego Batman: O Filme", estão na produção deste novo filme, que ficou com a direção de Charlie Bean.

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Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado. Dirigido e escrito por Afonso Poyart.

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Cesare Deve Morire (Itália, 2012)

Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça “Júlio César”, de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.

Documentário e drama:
De forma inusitada, os diretores e irmãos Taviani fazem um filme usando como elenco detentos da prisão de segurança máxima Rebibbia, em Roma. Os detentos interpretam detentos, com base em fatos reais, se tornando assim atores, admiradores e contribuintes da sétima arte. E não só esta, mas também a arte do teatro (a 5ª arte), já que na trama, uma parcela dos prisioneiros é selecionada para ensaiar e representar a peça de Shakespeare. Dessa forma, há uma mistura que neste funciona de forma impressionante: drama e documentário.

O filme inicia com uma cena em cores, ao apresentar a peça, e logo depois volta ao passado para mostrar todo o processo pelo qual os detentos passaram (é aí que sabemos que são prisioneiros), a fim de realizar a peça. Aí temos o uso do preto e branco para destacar que estamos no passado.
Na maior parte do tempo o filme mostra os ensaios da peça, algumas vezes as cenas começam e não sabemos se os personagens estão ensaiando ou se estão fazendo outra coisa, na sua rotina bem determinada de prisioneiros; logo, pelo menos na maior parte das vezes, percebemos que estão ensaiando. É no mínimo emocionante perceber a empolgação e dedicação dos detentos ao papel de cada um, para a peça. E também é importante ver que em alguns momentos a realidade vem à tona para alguns deles, como quando um está desconcentrado e entristecido, pois acabou de receber uma visita que mexeu com ele. Também temos uma cena onde no meio do ensaio dois prisioneiros levam uma questão para o lado pessoal, gerando quase uma briga feia. Um terceiro e último exemplo, ocorre quando um deles consegue se identificar com uma passagem da peça, associando um fato que ocorreu com o mesmo antes de ser preso. Vão se confundindo a prisão em Roma com a Roma antiga, a fronteira entre vida e arte, realidade e encenação, usando o próprio ambiente da prisão como cenário principal, exposto assim essa relação de forma inteligente.
Todo o cenário natural da prisão é usado como espaço para ensaio, cada corredor, porta, cama, janela, muros, grades. A imaginação floresce, neste lugar de redenção, de pagamento pelos pecados de cada um. E, em certo ponto, temos uma discussão sobre dignidade e solidariedade, e principalmente sobre uma nova chance, já que estamos falando de pessoas com crimes como assassinato ou tráfico, mas que no final das contas, em contato com a arte, nos parecem mais humanos.
“Desde que conheci a arte, esta cela virou uma prisão”

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Fontes:

http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/02/estreia-cesar-deve-morrer-e-cronica-shakespeariana-feita-por-dupla-italiana.html
http://omelete.uol.com.br/cinema/cesar-deve-morrer-critica/

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