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Uma mistura dos melhores episódios de Black Mirror, Westworld e Além da Imaginação. Com o perdão da repetição, “corra” para ver! Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. Escrito e dirigido por Jordan Peele.

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Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D'Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini). Dirigido por Chad Stahelski.

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Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações bem engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dwayne Johnson, Zac Efron e outros formam uma equipe que vão atrás de uma conspiração criminosa na praia onde eles trabalham como salva-vidas. Dirigido por Seth Gordon.

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César Deve Morrer (Itália, 2012)

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Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça “Júlio César”, de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.

Documentário e drama:

De forma inusitada, os diretores e irmãos Taviani fazem um filme usando como elenco detentos da prisão de segurança máxima Rebibbia, em Roma. Os detentos interpretam detentos, com base em fatos reais, se tornando assim atores, admiradores e contribuintes da sétima arte. E não só esta, mas também a arte do teatro (a 5ª arte), já que na trama, uma parcela dos prisioneiros é selecionada para ensaiar e representar a peça de Shakespeare. Dessa forma, há uma mistura que neste funciona de forma impressionante: drama e documentário.

O filme inicia com uma cena em cores, ao apresentar a peça, e logo depois volta ao passado para mostrar todo o processo pelo qual os detentos passaram (é aí que sabemos que são prisioneiros), a fim de realizar a peça. Aí temos o uso do preto e branco para destacar que estamos no passado.

Na maior parte do tempo o filme mostra os ensaios da peça, algumas vezes as cenas começam e não sabemos se os personagens estão ensaiando ou se estão fazendo outra coisa, na sua rotina bem determinada de prisioneiros; logo, pelo menos na maior parte das vezes, percebemos que estão ensaiando. É no mínimo emocionante perceber a empolgação e dedicação dos detentos ao papel de cada um, para a peça. E também é importante ver que em alguns momentos a realidade vem à tona para alguns deles, como quando um está desconcentrado e entristecido, pois acabou de receber uma visita que mexeu com ele. Também temos uma cena onde no meio do ensaio dois prisioneiros levam uma questão para o lado pessoal, gerando quase uma briga feia. Um terceiro e último exemplo, ocorre quando um deles consegue se identificar com uma passagem da peça, associando um fato que ocorreu com o mesmo antes de ser preso. Vão se confundindo a prisão em Roma com a Roma antiga, a fronteira entre vida e arte, realidade e encenação, usando o próprio ambiente da prisão como cenário principal, exposto assim essa relação de forma inteligente.

Todo o cenário natural da prisão é usado como espaço para ensaio, cada corredor, porta, cama, janela, muros, grades. A imaginação floresce, neste lugar de redenção, de pagamento pelos pecados de cada um. E, em certo ponto, temos uma discussão sobre dignidade e solidariedade, e principalmente sobre uma nova chance, já que estamos falando de pessoas com crimes como assassinato ou tráfico, mas que no final das contas, em contato com a arte, nos parecem mais humanos.

“Desde que conheci a arte, esta cela virou uma prisão”

__________________________________
Fontes:
http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/02/estreia-cesar-deve-morrer-e-cronica-shakespeariana-feita-por-dupla-italiana.html
http://omelete.uol.com.br/cinema/cesar-deve-morrer-critica/

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