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Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.

Cinco filmes para ver na semana santa: épicos, bíblicos, clássicos

Às vésperas do feriado da semana santa, Eu & A Telona selecionou cinco filmes importantes. Alguns épicos, bíblicos e até clássicos, que podem preencher o seu final de semana santa de alegria, mesmo que você não seja religioso, cristão ou o que seja, afinal são grandes produções e podem agradar a maioria.

Jesus de Nazaré (“Jesus of Nazareth”) de Franco Zefirelli:
Considerado como a mais fiel recriação de cenários com base na narrativa dos evangelhos, esse clássico de 1977 conta a história de Jesus desde sua humilde origem. Mostra sua trajetória incluindo o Sermão no Montes das Oliveiras, as Tentações de Satanás, a escolha dos Doze Apóstolos, a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.

Os Dez Mandamentos:
Cecil B. DeMille dirige este inesquecível épico de 1956. A narrativa da vida de Moisés desde que foi encontrado no rio Nilo até a chegada à chamada Terra Prometida, passando pela fuga do Egito e a abertura das águas do Mar Vermelho. Indicado a 7 categorias, ganhou o Oscar de Efeitos Especiais.

Ben-Hur (1959):
Mais um grande épico e clássico, dirigido por William Wyler. Ben-Hur é um dos personagens mais famosos do cinema. Um mercador judeu que é condenado a viver como escravo por um amigo de juventude, Messala, chefe das legiões romanas da cidade. Mas uma surpreendente oportunidade de vingança surge de onde ele menos espera. Apesar de fictícia, a história é delicadamente inserida na época de Jesus Cristo.

Ressurreição (“Risen”) (2016):
Um dos últimos bons filmes desse estilo que passou pelo cinema. Joseph Fiennes interpreta um centurião romano agnóstico e cético que tem a tarefa de localizar o corpo desaparecido do já falecido e crucificado Jesus de Nazaré. Conforme ele apura os fatos e ouve depoimentos, suas dúvidas sobre o evento milagroso começam a sumir. Dirigido por John Huston, a trama tem seu ponto forte em mostrar o ponto de vista de um incrédulo com oportunidade de transformação.

Risen (EUA, 2016)

Agonia e Êxtase (1965):
O Papa Júlio II (Rex Harrison) resolve contratar o artista Michelangelo (Charlton Heston) para pintar o teto da Capela Sistina. Dirigido por Carol Reed, mostra uma das grandes pinturas do mundo, que representa todo o livro Gênesis da Bíblia Sagrada, da forma como Michelangelo o enxergava. A Criação de Adão, um afresco de 280 cm x 570 cm, representa o momento no qual Deus cria o primeiro homem. Pinturas que questionam o verdadeiro sentido do reino dos céus.

Tags Relacionadas Ben-Hur, BenHur, Bíblia, Capela Sistina, Carol Reed, Charlton Heston, Cristo, Cruxificação, DeMille, Deus, Jesus, John Huston, Mandamentos, Michelangelo, Ressurreição, semana santa, Zefirelli
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Neste mês de outubro de 2012 o meu blog faz 1 ano. Fico contente em ter cumprido a meta pessoal de postar 3 filmes por mês, não somente indicando, mas também pesquisando bastante para fazer uma postagem com conteúdo, incluindo - da forma mais clara que consegui - a minha visão sobre cada filme. Os filmes favoritos ficam marcados com o ícone da estrela e com o nome "FAVORITOS".

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Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

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Primórdios do Oscar com algumas curiosidades e a relação com os filmes brasileiros, que na verdade é muito mais do que a maioria imagina, mesmo o Brasil não tendo conquistado nenhuma premiação principal.

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