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Um dos filmes mais agradáveis do ano que faz uma homenagem bacana às bandas dos anos 80, do mesmo diretor de “Mesmo se nada der certo” (Begin again, 2014). A trama mostra, de forma original, garotos formando uma banda de rock e a relação desse processo com seus próprios dramas. Possui uma trilha sonora mais do que emocionante para os amantes dos anos 80, com direito a The Cure, Starship, Genesis, Tears for fears, Spandau Ballet, Daryl Hall & John Oates, entre outros.

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O filme conta a história de uma amizade entre um garoto (Totó) e um projecionista (Alfredo), além do amor de ambos pelo cinema, na figura do chamado Cinema Paradiso, onde Alfredo trabalhava. Já adulto, Salvatore Di Vita (Totó) é um cineasta bem-sucedido e vive em Roma. Ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo faleceu, e isso traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso.

Mostra a amizade entre um garoto, que frequentava o cinema escondido do padre, e um adulto, que era o projecionista do mesmo cinema, uma pessoa mais experiente e vivida. Ambos acabam se conhecendo e compartilhando momentos, sejam bons ou ruins. Totó também se torna projecionista do cinema e os dois passam a assistir de camarote, tanto aos filmes quanto às pessoas que iam assistir ao filme. Dessa forma, o diretor Giuseppe Tornatore trabalha também com a questão das emoções que o público sente na sala de cinema e suas reações à magia dos filmes. Três fases da vida de Salvatore Di Vita (Totó) são mostradas durante o filme, tendo assim três atores distintos interpretando este personagem, mas somente um ator interpretou o Alfredo.

Porque o filme marcou tanto – SPOILER:

Interessante o fato de que o padre local era o primeiro a assistir ao filme, para fazer a censura, cortando as cenas de beijo, onde ele julga inadequadas. Essa situação é explorada de forma bem inteligente no filme, em uma das cenas mais bonitas que eu já vi. Sem dúvida está entre os primeiros da minha lista de favoritos. Qualquer pessoa que tenha um leve interesse pelo cinema (ou não), deve se encantar com este filme. Ou qualquer pessoa que reconheça o sentido de compartilhar uma paixão com algum amigo, e estes momentos vividos se tornarem inesquecíveis.

Pequena explicação do título:

O nome original do filme é “Nuovo Cinema Paradiso”, por conta de uma cena em que um morador local, que havia ganhado na loteria, resolve reconstruir o cinema após um acidente que o destruiu. Ele acaba batizando o cinema reconstruído de “Novo Cinema Paradiso”.

__________________________________
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_Paradiso
http://www.cineplayers.com/critica.php?id=160

Tags Relacionadas crítica, Giuseppe Tornatore, resenha, Totó
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3 Comentários

  1. De fato!
    Cinema Paradiso é um dos meus filmes favoritos, se não o "mais-mais"!!
    Além das cenas marcantes – a do final é clássica: qdo ele assiste o "filme" dos beijos que foram cortados – a trilha sonora é fantástica!!
    O tema do filme é uma das músicas mais belas que já ouvi. Cheguei ao ponto de comprar o CD da trilha sonora e recentemente comprei o DVD do filme lançado pela Coleção Folha (de São Paulo) Cine Europeu. Querendo emprestado… é só falar!!
    Parabéns pelo blog!

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    • Olá. Gostaria de ter algum contato seu (e-mail, face, insta ou o que quiser passar) para te enviar uma mensagem convidando a apreciar o meu novo site Eu & a Telona. O blog foi todo reformulado e eu gostaria de divulgar primeiro para as pessoas que fizeram algum comentário sobre os filmes que postei aqui. Obrigadão!

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