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Ao cair da noite (EUA, 2017)

Aplaudido no festival de cinema independente Overlook Film Festival, um terror psicológico e, ao mesmo tempo, bastante reflexivo. Paul (Joel Edgerton) mora com sua esposa e o filho numa casa isolada, com uma certa segurança diante de uma espécie de epidemia. Um dia chega uma família desesperada procurando refúgio e eles aceitam. Aos poucos, a paranoia e desconfiança vão aumentando e Paul vai fazer de tudo para proteger sua família contra algo que vem aterrorizando a todos. Escrito e dirigido por Trey Edward Shults.

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Cinema Paradiso (Itália, 1988)

O filme conta a história de uma amizade entre um garoto (Totó) e um projecionista (Alfredo), além do amor de ambos pelo cinema, na figura do chamado Cinema Paradiso, onde Alfredo trabalhava. Já adulto, Salvatore Di Vita (Totó) é um cineasta bem-sucedido e vive em Roma. Ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo faleceu, e isso traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso.

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The Man From Nowhere (Coreia do Sul, 2010)

O filme segue a história de um misterioso homem que parte em busca de sua vizinha, uma criança que foi raptada por traficantes de órgãos. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom.

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Despedida em grande estilo (2017)

Despedida em grande estilo (EUA, 2017)

Willie (Morgan Freeman), Joe (Michael Caine) e Albert (Alan Arkin) são amigos há décadas. Eles levam uma vida pacata, mas sofrem com problemas financeiros. Quando Willie testemunha o assalto milionário a um banco, decide chamar Joe e Albert para elaborarem o seu próprio assalto. É a vez de os idosos se rebelarem contra a exploração dos bancos. Dirigido por Zach Braff.

Um país decente precisa cuidar de seus idosos:

É algo que precisa ser visto, a junção de três veteranos, atores respeitados, premiados e que deixam grandes interpretações em seus filmes. Não dá para questionar a experiência em tela e o carisma que Michael Caine, Morgan Freeman e Alan Arkin apresentam nesta comédia que mostra quem são os verdadeiros ladrões, que não são os assaltantes de banco, mas sim os próprios bancos! Piadas leves e até críticas são passagens no filme, como um momento onde um senhor precisa esperar o atendimento pelo seu gerente com um dispositivo que vibra e brilha… mesmo quando não há fila. O personagem Joe (Michael Caine) é engraçado em sua naturalidade, como um senhor de idade que está enfrentando a injustiça de ter sua pensão, sua casa, etc, tomados pelo banco. Na verdade isso se estende aos três personagens que então resolvem, sem experiência alguma, bolar um plano de assalto ao banco, só para ter o equivalente a suas merecidas pensões, como uma questão de honra e sobrevivência digna. A partir disso, podem imaginar as situações divertidas que esse trio vai enfrentar. Quem está lá também – como coadjuvante – é o Christopher Lloyd (todos lembram do cientista em De volta para o futuro), bastante divertido como um velho senil.

O filme tem seu aspecto melancólico, pois vemos como a velhice chega a todos e como fica mais difícil enfrentar as injustiças. Mas para esses amigos, a chance de dar a volta por cima – e se divertir no processo – é uma forma de se sentirem mais vivos. É um filme leve, para distrair e sem grandes novidades. Podemos dizer que é uma espécie de mistura de Vida bandida (Bandits, 2001) com A qualquer custo (Hell or High Water, 2016, EUA), já que possui alguns aspectos importantes desses excelentes filmes. Nessa linha possui até um clímax bacana, com algumas surpresas, mas nada muito impactante que se compare de fato a outros filmes.

Mesmo com clichês e cenas que não chegam a ser hilárias e nem originais, é um pouco compensado pela atuação e carisma dos atores. É tão inusitado ver essas celebridades na pele de personagens em situações ridículas e, por outro lado, é tão exemplar o valor que os personagens demostram à amizade dos três.

Uma boa sacada foi mostrar uma cena, na TV, do filme Um dia de Cão (1975), justamente quando Al Pacino dá um show e grita por “Attica”, referenciando as vítimas inocentes da Rebelião de Attica em 1971, para que a polícia guarde as armas já que ele ali não passa de uma vítima, apesar de ser o assaltante da vez.

Tags Relacionadas al pacino, Alan Arkin, Christopher Lloyd, crítica, De volta para o futuro, filme, Michael Caine, Morgan Freeman, resenha, Vida bandida
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