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Um país decente precisa cuidar de seus idosos:

É algo que precisa ser visto, a junção de três veteranos, atores respeitados, premiados e que deixam grandes interpretações em seus filmes. Não dá para questionar a experiência em tela e o carisma que Michael Caine, Morgan Freeman e Alan Arkin apresentam nesta comédia que mostra quem são os verdadeiros ladrões, que não são os assaltantes de banco, mas sim os próprios bancos! Piadas leves e até críticas são passagens no filme, como um momento onde um senhor precisa esperar o atendimento pelo seu gerente com um dispositivo que vibra e brilha… mesmo quando não há fila. O personagem Joe (Michael Caine) é engraçado em sua naturalidade, como um senhor de idade que está enfrentando a injustiça de ter sua pensão, sua casa, etc, tomados pelo banco. Na verdade isso se estende aos três personagens que então resolvem, sem experiência alguma, bolar um plano de assalto ao banco, só para ter o equivalente a suas merecidas pensões, como uma questão de honra e sobrevivência digna. A partir disso, podem imaginar as situações divertidas que esse trio vai enfrentar. Quem está lá também – como coadjuvante – é o Christopher Lloyd (todos lembram do cientista em De volta para o futuro), bastante divertido como um velho senil.

O filme tem seu aspecto melancólico, pois vemos como a velhice chega a todos e como fica mais difícil enfrentar as injustiças. Mas para esses amigos, a chance de dar a volta por cima – e se divertir no processo – é uma forma de se sentirem mais vivos. É um filme leve, para distrair e sem grandes novidades. Podemos dizer que é uma espécie de mistura de Vida bandida (Bandits, 2001) com A qualquer custo (Hell or High Water, 2016, EUA), já que possui alguns aspectos importantes desses excelentes filmes. Nessa linha possui até um clímax bacana, com algumas surpresas, mas nada muito impactante que se compare de fato a outros filmes.

Mesmo com clichês e cenas que não chegam a ser hilárias e nem originais, é um pouco compensado pela atuação e carisma dos atores. É tão inusitado ver essas celebridades na pele de personagens em situações ridículas e, por outro lado, é tão exemplar o valor que os personagens demostram à amizade dos três.

Uma boa sacada foi mostrar uma cena, na TV, do filme Um dia de Cão (1975), justamente quando Al Pacino dá um show e grita por “Attica”, referenciando as vítimas inocentes da Rebelião de Attica em 1971, para que a polícia guarde as armas já que ele ali não passa de uma vítima, apesar de ser o assaltante da vez.

Tags Relacionadas al pacino, Alan Arkin, Christopher Lloyd, crítica, De volta para o futuro, filme, Michael Caine, Morgan Freeman, resenha, Vida bandida
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