Search

Você pode gostar disso:

tongueangrypunk
Fragmentado (2017)
Drama Filmes Na pré Romance

Fragmentado (2017)

Shyamalan demostra uma segurança maior na direção deste Fragmentado e mantém a sua marca que conquistou muitos fãs. O filme, Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

confusedcryingmoney
Azul é a cor mais quente (França, 2013)
Drama Filmes Na pré Romance

Azul é a cor mais quente (França, 2013)

Adèle é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma, sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Dirigido por Abdellatif Kechiche.

cryingmoney
Hanami – Cerejeiras em Flor (Alemanha, 2008)
Drama Filmes Na pré Romance

Hanami – Cerejeiras em Flor (Alemanha, 2008)

Quando descobre que seu marido tem pouco tempo de vida, Trudi não sabe se deve contar a ele a verdade. Em vez disso, ela decide planejar com Rudi uma viagem, para que aproveitem bem estes últimos momentos juntos. Sonhando conhecer o Japão, país pelo qual é apaixonada, a mulher decide que este será o destino do casal, mas que antes eles irão até Berlim, para fazer uma última visita a seus dois filhos que moram lá. Dirigido por Doris Dörrie.

cryingtonguemoney

Em Busca de Fellini (2017)

In Search of Fellini (EUA, 2017)

“A vida é uma combinação de magia e espaguete.”
(Federico Fellini)

Lucy, uma garota tímida da pequena cidade de Ohio, EUA, ama filmes e acaba conhecendo o trabalho único de Federico Fellini, um dos mais importantes diretores italianos, responsável por filmes como A Doce Vida (1960), Oito e Meio (1963), Amarcord (1973), A Estrada da Vida (1954) e Noites de Cabíria (1957). Lucy está tendo problemas em encarar a realidade e acaba embarcando numa viagem estranha e bonita pela Itália para encontrar Fellini. Ao longo do caminho ela descobre muito além do que esperou. Dirigido por Taron Lexton.

Ótimo ver um filme que fala um pouco do Fellini, mesmo ele não sendo o ponto principal da trama, já que mais forte se mostra uma relação entre mãe e filha e a questão do propósito que cada um de nós temos na vida; propósito é um assunto abordado por Fellini em suas falas e filmes. Mais do que isso, muitas cenas deste filme beiram ao excêntrico que, como nos filmes do diretor, acaba sendo um excêntrico aceitável. O cineasta já deu um tapa naqueles que defendem radicalmente o realismo no cinema quando disse uma vez: “O realismo não é uma boa palavra. Eu nem percebo a fronteira entre o imaginário e o real. Vejo muita realidade no imaginário. E não me sinto encarregado de pôr uma ordem nisso tudo”. E mais: “O visionário é o único e verdadeiro realista.”

Uma das melhores coisas que posso dizer a respeito deste é que estamos diante de um filme romântico. O amor é abordado ao menos de 3 formas: na relação entre mãe e filha, no descobrimento do primeiro amor entre um casal de jovens e do amor pelo cinema representado pela paixão da personagem pelos filmes do Fellini. Mesmo com a distância, mãe e filha estão sempre ligadas: enquanto uma está na Itália passando pelos locais dos filmes, a outra está experimentando os filmes de Fellini na TV.

A proposta parte de um cenário americano para a Itália e as paisagens e costumes deste país europeu trazem prazer ao expectador. Afinal, a Itália se mostra deslumbrante neste filme e um pequeno exemplo é a Fonte de Trevi que remete a um filme especial para mim, La Dolce Vita. Verona, Veneza, Roma… a personagem tem o privilégio de passar por lugares deslumbrantes e viver coisas boas e ruins, sentindo na pele passagens dos filmes de seu amado diretor, que são exibidos em partes numa contraposição a trama vigente. Obras elogiadas e que causam estranheza em alguns personagens, que chegam fazer comparações do tipo: “não são como os filmes americanos… é meio confuso… e são muito bons”.

Apesar de um certo exagero desnecessário na tentativa de mostrar a forte relação entre mãe e filha à distância e na aparição bem conveniente de um jovem salvador e apaixonante para a personagem que está perdida em outro país, o filme não decai por conta das outras qualidades supracitadas. Lucy (Ksenia Solo, que está apaixonante), de forma súbita e intensa, parte nessa viagem e segue seus sonhos para depois perceber que a felicidade estava onde ela menos buscou. E temos um final bem romântico para completar.

Fini.

Tags Relacionadas A Doce Vida, Amarcord, Cabíria, crítica, crítica Em Busca de Fellini, Em Busca de Fellini, Federico Fellini, Fellini, Oito e meio, resenha, resenha Em Busca de Fellini
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

cryingangry
Memórias Secretas (Remember, Canadá, 2016)
Drama

Memórias Secretas (Remember, Canadá, 2016)

Aos 80 anos, Zev (Christopher Plummer) aceita uma missão incumbida pelo seu colega de asilo, Max Zucker (Martin Landau): deixar o local em que vive em busca de um antigo guarda nazista. Seu objetivo é, mesmo após tantas décadas, puni-lo pelo assassinato de sua família durante a Segunda Guerra Mundial. Só que, ao longo da jornada, Zev precisa lidar com falhas de memória causadas pela idade avançada. Dirigido por Atom Egoyan.

moustacheangry
Prometheus (2012)
Filmes

Prometheus (2012)

Uma equipe de exploradores descobre novos indícios sobre as origens da humanidade na Terra, levando-os a uma aventura impressionante pelas partes mais sombrias do universo. A bordo da nave estelar Prometheus, eles seguem para um planeta distante, onde existe uma civilização avançada.

Filmes

Alta Frequência (“Frequency”)

Eu indico Alta Frequência (EUA, 2000) John Sullivan é um

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário

Seus dados estão seguros! Seu endereço de email não será publicado. E seus dados não serão compartilhados com terceiros. Campos obrigatórios marcados como *