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Dessa vez, o anti-herói vivido por Reynolds decide impedir que um misterioso soldado do futuro, Cable (Josh Brolin), mate um jovem mutante transgressor (Julian Dennison). Dirigido por David Leitch, essa sequência é um filme extremamente divertido que consegue manter o universo único do Deadpool, fora do contexto tradicional de filmes de herói, com novas piadas e, principalmente, muitos personagens que são bem aproveitados.

Ender’s Game – O Jogo do Exterminador (EUA, 2013)

Eu indico
Enders Game (EUA, 2013)
Em um futuro próximo, após uma guerra contra extra-terrestres, o respeitado coronel Graff (Harrison Ford) e as forças militares terrestres treinam as crianças mais talentosas do planeta, no intuito de prepará-las para um próximo ataque. Ender Wiggin (Asa Butterfield), um garoto tímido e brilhante, é selecionado para fazer parte da elite. Na Escola da Guerra, ele aprende rapidamente a controlar as técnicas de combate, por causa de seu formidável senso de estratégia. Com isso, torna-se a principal esperança das forças militares para encerrar de uma vez por todas com a ameaça alienígena. Dirigido por Gavin Hood.
A arte da guerra:
Entre as grandes produções cinematográficas futuristas e no gênero ficção científica, dos últimos dois anos, este filme pode ser considerado uma das melhores. Em sua grande maioria, os filmes de ficção – bastante priorizados na produção americana – têm sido adaptações de livros cultuados e, também por isso, despertado o interesse dos espectadores. Só em 2013, conferimos o segundo filme da franquia “Jogos Vorazes”, os excelentes “Além da Escuridão – Star Trek” e “Gravidade”, “Oblivion”, “Depois da Terra”, “Crículo de Fogo”, “A Hospedeira”, assim como a recente trilogia “Divergente”. Podem não ser as melhores adaptações dos livros, mas no mínimo mostram claramente sua mensagem e sua crítica, ou seja, vão além dos efeitos e das cenas de aventura.
O fato de “Ender’s Game – O Jogo do Exterminador” ser ou não uma adaptação fiel ao livro escrito em 1985 por Orson Scott Card é algo que não posso julgar, pois não li (ainda) a obra. Entretanto, algumas características do filme são bem interessantes, como o estilo de aventura diferenciado: crianças controlando drones à distância por um console e todo um cunho estratégico das batalhas. Existe uma explicação embasada para escolherem crianças e todo um treinamento militar futurista para selecionar o time que vai para a frente de batalha. Melhor ainda, são os dilemas morais enfrentados pelo menino Ender Wiggin e a forma como ele lida e se transforma diante disso. A comparação com as guerras já ocorridas no mundo real é inevitável, e o filme deixa uma grande lição e uma forma diferente de pensar.
Na trama – mais uma ideia criativa do que pode ser um futuro próximo – uma raça alienígena chegou à Terra em 2086 e fez com que os governos preparassem uma espécie de academia militar que fica em órbita, para treinar futuros comandantes da Frota Internacional para combater o próximo confronto com os aliens. Acompanhamos o treinamento e as etapas de promoção dos futuros guerreiros, como podemos ver em outros filmes citados aqui. Existe uma aproximação entre os videogames e a realidade que já foi tratada em outros filmes como “Jogos de Guerra” (1983), “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “Tron” (1982) e “Tron: Legacy (2010)”.
O livro “O Jogo do exterminador” tornou-se leitura sugerida de algumas organizações militares, incluindo a Marinha dos Estados Unidos, uma prática semelhante ao famoso “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, que também contém elementos de estratégia que podemos associar a este filme. Ganhou dois prêmios de melhor romance e teve as seguintes sequências: “Orador dos Mortos”, “Xenocídio”, “Os Filhos da Mente” e “Ender in Exile”, mostrando viagens subsequentes de Ender para muitos mundos diferentes na galáxia. Também foi adaptado em duas séries de quadrinhos.
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Fontes:
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