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Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985)

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos. Dirigido por John Hughes.

Filmes

A Fraternidade é Vermelha (“Trois couleurs: Rouge”)

Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /

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Sing Street (2016)
Filmes

Sing Street (2016)

Um dos filmes mais agradáveis do ano que faz uma homenagem bacana às bandas dos anos 80, do mesmo diretor de “Mesmo se nada der certo” (Begin again, 2014). A trama mostra, de forma original, garotos formando uma banda de rock e a relação desse processo com seus próprios dramas. Possui uma trilha sonora mais do que emocionante para os amantes dos anos 80, com direito a The Cure, Starship, Genesis, Tears for fears, Spandau Ballet, Daryl Hall & John Oates, entre outros.

Eu e Você (Io e Te, 2012)

Eu indico
Io e Te (Itália, 2012)
Escondido no porão para passar suas férias de inverno, Lorenzo, um jovem de quatorze anos, introvertido e um pouco neurótico, está se preparando para viver seu grande sonho: nada de conflitos, nada de colegas chatos de classe, nada de brincadeiras e falsidades. O mundo lá fora com suas regras incompreensíveis e ele deitado no sofá, bebendo muita coca-cola, comendo atum em caixinha e com livros de terror ao seu redor. Será Olivia, que chega de repente no porão com sua agressiva vitalidade, a tirar Lorenzo de seu universo sombrio, para que ele tire a máscara de adolescente complicado e aceite o jogo caótico da vida fora de quatro paredes. Dirigido por Bernardo Bertolucci.
Io e te:
O universo juvenil e seus conflitos. O jovem Lorenzo (Jacopo Antinori) se mostra antissocial, aproveitando uma chance e se escondendo por uma semana, na companhia de suas músicas (David Bowie e The Cure já dão um crédito a mais ao filme com suas músicas) e sua criação de formigas. Quando toda a turma da escola se prepara para uma excursão, Lorenzo vê a oportunidade de passar essa semana sozinho no porão do prédio onde mora, deixando sua mãe pensar que ele foi na excursão. No entanto, a meia-irmã Olivia (Tea Falco), de 25 anos, descobre o esconderijo e decide ficar com ele durante o período. Viciada em heroína e passando por uma forte crise de abstinência, Olivia é responsável por tirar o menino da sua zona de conforto e, assim, temos um grande filme que trata sobre convivência, expectativas e laços sanguíneos. Obrigados a conviver no cubículo, os dois começam a ensinar coisas um ao outro.
O diretor Bernardo Bertolucci tem fama de tratar a sexualidade em seus filmes, porém neste ele explora a questão com uma certa sutileza. Tímido e na puberdade, Lorenzo se comunica com a irmã mais através de olhares do que falando. A mãe de Lorenzo evita certa aproximação com o garoto, apesar de morarem juntos, e acaba que os meio irmãos – afastados por outras questões de família – vivem uma experiência única em apenas uma semana juntos. Bertolucci aproveita o espaço fechado para deixar um clima mais intimista em seu filme, e constrói a narrativa com base, essencialmente, na imagem. O porão acaba sendo o refúgio fechado ao mundo. Os transtornos que Olivia introduz na vida do rapaz levam a pequenas transformações na relação entre eles. Com Lorenzo, podemos sonhar em abstrair o mundo, em nos ocultar dos problemas que existem; com Olivia, vemos a importância de se arriscar e, com isto, algumas consequências que aparecem. Aqui a transcrição de uma fala de Olívia que casa com o título e outras questões do filme:
As fotos que você viu são parte de uma série chamada “Sou uma parede”.
É uma metáfora.
Basicamente, sou eu me transformando naquela parede,
entrando no papel de parede, para dentro do gesso.
Como um lagarto…
Não como um lagarto.
Praticamente, eu queria me materializar.
Eu e você, se não tivéssemos um ponto de vista, seríamos iguais, não é?
Sim, sem um ponto de vista, deixaríamos de ser
sempre um contra o outro
e aceitaríamos a realidade como ela é, sem julgá-la.
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Fontes:
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