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O filme conta a história de uma amizade entre um garoto (Totó) e um projecionista (Alfredo), além do amor de ambos pelo cinema, na figura do chamado Cinema Paradiso, onde Alfredo trabalhava. Já adulto, Salvatore Di Vita (Totó) é um cineasta bem-sucedido e vive em Roma. Ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo faleceu, e isso traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso.

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Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera (Coréia do Sul, 2003)

Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

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A Caça (La Caza, Espanha, 1965)

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Frances Ha (EUA, 2012)

Frances (Greta Gerwig) divide um apartamento em Nova York com Sophie (Mickey Sumner), sua melhor amiga. Brincalhona e com ar de quem não deseja crescer, ela recusa o convite do namorado para que more com ele justamente para não deixar Sophie sozinha. Entretanto, a amiga não toma a mesma atitude quando surge a oportunidade de se mudar para um apartamento melhor localizado. A partir de então Frances parte em busca de um novo lugar, já que ela é apenas aluna em uma companhia de dança. Mesmo diante das dificuldades, Frances tenta manter o alto astral diante dos problemas que a vida adulta traz. Dirigido por Noah Baumbach.

Frances Halladay:

No que você é bom? Quais suas metas nesta vida? Você está realizando seus sonhos? Não sabe que rumo deve tomar? Frances é uma jovem que trabalha como assistente numa companhia de dança e divide o apartamento com sua melhor amiga em Nova York. Ela não se considera boa o suficiente para se tornar uma dançarina. E ela também se questiona sobre o seu rumo. A personagem, bem carismática e lindamente interpretada pela atriz Greta Gerwig, representa uma realidade quase universal de jovens enfrentando a vida adulta e procurando se estabelecer financeiramente, psicologicamente, enfim.

A atriz Greta Gerwig dificilmente terá um papel superior a este no cinema. Engraçado que, num filme posterior, chamado Mistress America (2015), ela faz um papel que lembra bastante a personagem Frances, neste sentido de ser apaixonada pela vida e correr atrás de seu sonho, talvez até menos ingênua que a primeira, mas com a mesma trajetória. Parece que este outro filme foi uma pequena homenagem ao primeiro, até porquê contém a mesma atriz, mesmo diretor, que juntos assinaram ambos os roteiros, e se passa na mesma cidade de Nova York, palco perfeito para mostrar as desventuras de jovens que moram e tentam ganhar a vida e se realizar numa cidade grande. A vida adulta está chegando e Francis, apesar de não parecer ter perspectivas de melhora, decide encarar a vida com um otimismo incomum. As coisas podem dar errado, mas ela tenta se divertir no processo. A cena de Paris como uma viagem de supetão, para ficar na casa de pessoas que ela nem conhece direito, é interessantíssima.

O filme em preto e branco deixa uma atmosfera banaca. É um filme curto e cativante, com direto a uma cena sensacional na qual a personagem corre pelas ruas de Nova York e a música Modern Love, de David Bowie, diz tudo o que precisa para combinar com o filme. Frances Ha é sensível, divertida, e procura aceitar que seus sonhos talvez não se concretizem, mesmo assim de maneira otimista.

Aqui deixemos uma passagem do filme Mistress America (2015):

“Ela era o último caubói, uma romântica fracassada
O mundo mudava e pessoas como ela não teriam para onde ir
Ser uma luz de esperança para os outros é um trabalho solitário.”

__________________________________
Fontes:
http://www.teoriacriativa.com/somos-todos-frances-ha/
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/frances-ha/?key=70057

Tags Relacionadas crítica, David Bowie, Frances Ha, Greta Gerwig, Mistress America, Modern Love, New York, Noah Baumbach, Nova York, resenha
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