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Já estão dizendo que James Wan é o herói responsável por um novo patamar da DC nos cinemas. Não é a toa, já que sua direção foi fundamental para destacar este longa como o melhor filme da DC. Aquaman passa por cima dos filmes da DC como um maremoto e chega a ser melhor que alguns da Marvel.

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Todo mês de junho, mês dos namorados, você se pergunta como vai comemorar essa data? Uma boa opção é começar com um filme romântico a dois, em casa mesmo. Por isso deixo aqui a relação de 10 filmes que para mim foram especiais, neste sentido. Mas vale assistir sozinho(a) também. Sabendo que muitas listas de “melhores filmes românticos” são encontradas por aí com facilidade, busquei priorizar aqueles que considero menos conhecidos e coloquei em ordem por ano de lançamento.

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Pica-Pau: O Filme (2017)
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Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.

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Happy Hour – Verdades e Consequências (Brasil / Argentina, 2017)

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Dirigido por Eduardo Albergalia e escrito em parceria com Carlos Thiré, Ana Cohan e Fernando Velasco, esse filme parece ter saído de uma história de Nelson Rodrigues, contudo está muito abaixo do poder e impacto que histórias assim deveriam ter. Na tentativa de discutir o desejo e sua consumação, em contraste com a fidelidade, entrega-se um filme raso e sem graça mesmo nas suas pequenas tentativas em ser divertido.

A ideia de discutir a liberdade e fazer com que as pessoas deem espaço para o seu desejo é interessante, até instigante quanto mais quando uma garota jovem e sexy pede ao seu professor estrangeiro para dizer a palavra desejo em espanhol (“fala pra mim: deseo”). A sensualidade também aparece na personagem de Letícia Sabatella devido principalmente a sua beleza que parece eterna. Existe uma proposta da comédia se misturar com a melancolia e entendemos isso na situação do protagonista, que narra sua história lentamente. Há uma tentativa tímida de introduzir elementos periféricos à trama central, como redes sociais, política e família, mas, enfim, a trama não cria situações fortes e nem reviravoltas chamativas.

Podemos admirar a trilha da Urca e outras belezas do Rio de Janeiro no filme, ou achar divertido os turistas perdidos procurando sempre o Pão de Açúcar, até mesmo à noite e sob chuva. Assim como a presença de Letícia Sabatella e a atuação divertida do argentino Luciano Cáceres, mesmo sendo coadjuvante. Mas ao que parece o maior acerto do filme é trazer a música “Fala”, de Ney Matogrosso em contexto com a narrativa. Talvez sejam poucos acertos para valer 2 horas de seu tempo, mas isso depende de cada um.

Independente do resultado, é uma produção brasileira e argentina que pode ajudar a estreitar as fronteiras do mercado de cinema latino-americano. Já tivemos uma produção brasileira e chilena funcionando muito bem, estamos falando do drama O Silêncio do Céu (2016), um ensaio interessante sobre a culpa numa trama hipnotizante, de Marco Dutra. E já tivemos muitos outros filmes que acertaram com o tema “relacionamentos modernos”, inclusive o nacional Tolerância (2000), com Roberto Bontempo e Maitê Proença (confira resenha clicando aqui).

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