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Benjamin (Tom Schilling) é uma pessoa solitária. Sua vida se resume ao mundo virtual, onde pode ser quem desejar. Logo, ele se junta a um grupo de hackers em Berlim que provocam atividades divertidas em busca de fama e reconhecimento de outros hackers. Mas o que começa como um jogo, acaba se intensificando a algo perigoso entre o amor e a morte. Dirigido por Baran bo Odar.
O hacker e o mágico:
A cultura hacker foi abordada em diversos filmes, um dos meus preferidos é o Hackers – Piratas de Computador (1995, de Iain Softley), com Jonny Lee Miller e Angelina Jolie. Entretanto, ao assistir a este filme Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo, percebi que vai ser difícil um outro filme, do mesmo estilo, superá-lo. É um filme alemão, bem movimentado, com uma narrativa interessante, contado em flashback. Mostra como uma pessoa se torna um hacker, desde pequeno. Toda a cultura desse meio é abordada: um grupo que se forma para pregar peças em grandes sistemas, furar seguranças de grandes empresas e disputar com outras facções por reconhecimento neste mundo cibernético, os encontros dos grupos com máscaras, para manter o anonimato, e até aqueles que abusam da fama e da experiência para obter benefícios próprios e violar a lei. O título original em inglês (WhoAmI) é um apelido virtual (nickname) de um grupo de hackers no filme.
Essa rivalidade que existe no mundo virtual, junto com a máfia cibernética que é combatida pelo governo e grandes corporações, levanta questionamentos interessantes no filme. Sendo assim, o que seria um mero filme de hacker, que já deixou de ser algo atrativo, passa a ter uma dimensão maior e explorar a psicologia humana, já que grandes hackers sabem se aproveitar do comportamento humano para encontrar falhas de segurança, se aproveitando da fragilidade de algumas pessoas em virtude de seus sentimentos. Nenhum sistema está a salvo porque, mesmo com toda a segurança que a tecnologia garante, sempre pode existir a falha humana, a grande brecha final. Com essa premissa o filme consegue seu feito.
Mesmo para quem não curte filmes de hackers, a recomendação para assistir a este é ata. O filme tem uma grande reviravolta, na qual as coisas se encaixam e assim ele toma proporções bacanas. Um dos melhores finais já imaginados em filmes de ação e suspense. Se fossemos julgar um filme pela capa, pelo título ou até mesmo quando chegamos na metade e achamos ele chato ou cansativo, muitos desistiriam deste. Porém, a recomendação que eu deixo é a seguinte: assista até o final e, como dito por um dos personagens, não acredite em tudo o que vê, o hacker não é muito diferente de um mágico ilusionista… ele faz com que as pessoas olhem para o lado errado, e aplica o golpe de forma quase imperceptível. É como aquela mágica que, quando revelada, você fica abismado o quanto o truque era simples. Não deixa de ser um truque de engenharia social.
Só mais uma coisa: como esse truque funciona? ”
Quando descobre como ele funciona, é quase decepcionante.
As pessoas só veem o que elas querem ver. ”
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Fontes:
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9 Comentários

  1. Parabéns!
    Pessoas como você nos instigam a ver bons filmes. Li sua critica e resolvi baixar o filme que estava no pente, na página de torrents da vida.
    Um bom filme sim, acabei de assistí-lo. Recomendo.

    Abraços!

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    • Olá, Sylvio. Gostaria de ter algum contato seu (e-mail, face, insta ou o que quiser passar) para te enviar uma mensagem convidando a apreciar o meu novo site Eu & a Telona. O blog foi todo reformulado e eu gostaria de divulgar primeiro para as pessoas que fizeram algum comentário sobre os filmes que postei aqui. Obrigadão!

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    • Olá, Edvania. Gostaria de ter algum contato seu (e-mail, face, insta, zap ou o que quiser passar) para te enviar uma mensagem convidando-a a apreciar o meu novo site Eu & a Telona. O blog foi todo reformulado e eu gostaria de divulgar primeiro para as pessoas que fizeram algum comentário sobre os filmes que postei aqui. Obrigadão!

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