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O filme narra uma moderna história de amor, de um jovem casal ao longo de um período de doze meses em Londres, Inglaterra: Matt, um climatólogo britânico, e Lisa, uma estudante de intercâmbio americana. A história é construída a partir de uma reflexão pessoal da perspectiva de Matt, quando ele está trabalhando na Antártida. O filme retrata o casal assistindo a nove shows de rock, intercalados por cenas de sexo explícito. Dirigido por Michael Winterbottom.

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Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

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Desencanto (1945)

Laura (Celia Johnson) e Alec (Trevor Howard) se conhecem por acaso em uma estação de trem, quando ele remove um cisco do olho dela. Ele é médico, ela é dona de casa. Ambos são de classe média, têm meia-idade e são razoavelmente felizes em seus casamentos. Em pouco tempo passam a se encontrar todas as quintas-feiras, mas apenas como bons amigos. Gradativamente surge uma paixão mútua e eles continuam a se encontrar regularmente, apesar de saberem que este amor é impossível. Dirigido por David Lean.

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Isle of Dogs (2018)

Isle of Dogs (Alemanha / EUA, 2018)

Em um futuro próximo, no Japão, uma epidemia dizimou parte da população canina, promovendo uma onda de histeria anti-cachorros. Um governante autoritário se aproveita da situação para se promover e decide banir todos os cachorros para a “Ilha do Lixo”, onde eles terão de lutar para sobreviver. Contudo, existe um movimento a favor dos animais e um dos donos, Atari, de 12 anos, decide embarcar em uma corajosa jornada até a ilha em busca de seu amado cachorro Spot.

Sobre homens e cachorros:

Wes Anderson junta personagens cachorros e humanos nessa animação que leva o stop motion a um patamar jamais visto antes. Seu trabalho é impecável, detalhista e com uma mistura de sombras, cores (e falta delas) e alternância de tons que deixa a parte visual excepcional. Melhor ainda por se passar 20 anos no futuro, assim o diretor pôde ser ainda mais criativo com os cenários. Para quem tem muita energia para contemplar, é ótimo acompanhar a alternância com cenas em preto e branco em forma de desenho clássico, passado e presente, elementos do teatro japonês, etc. Com isso ele acrescenta uma composição de sons ao estilo oriental com direto ao taikô (tambores japoneses) e músicas como a maravilhosa I Won’t Hurt You, da banda americana de rock psicodélico dos anos 60 chamada The West Coast Pop Art Experimental Band.

Uma grande sacada foi colocar a narração e a fala dos cães em inglês, contudo quase todos os personagens humanos são japoneses e suas falam estão sem legendas, apesar de algumas traduções simultâneas para o espectador não se perder. Isso gera situações engraçadas e potencializa a sensação da forma como a comunicação entre pessoas e cães se resolve, muitas vezes com gestos ou pura percepção.

A animação é tanto para crianças quanto adultos. Existem muitas cenas sombrias e tristes, mas também alguns alívios cômicos bem legais principalmente durante a jornada dos cães na ilha. O time de cães que se forma para ajudar o garotinho Atari a encontrar o seu melhor amigo é tanto envolvente quanto improvável. No final das contas é um filme bastante humano mesmo com um destaque para os bichos. Interessante como os cachorros passam a se comportar na ilha, com suas próprias regras para tentar chegar a um consenso sobre pequenas situações, através do voto que passa a parecer cada vez mais dispensável no grupo. Esse comportamento deixa uma marca no grupo e chega a ser curioso e engraçado, ainda mais com frases de efeito adequadas para cães como “pare de lamber suas feridas” ou “enforcado com a própria coleira”. A saga dos amigos de última hora junto ao garoto é comovente, assim como a conclusão dessa aventura. Existe também um movimento interessante entre os humanos a favor dos animais, contra um governo que se declara averso a opiniões divergentes.

As dublagens estão ótimas por Scarlett Johansson (Nutmeg), Bill Murray (Boss), Jeff Goldblum (Duke), Edward Norton (Rex) e Bryan Cranston (Chief). Atores gigantes se mostrando excelentes dubladores!

Wes Anderson e suas criações

Wes Anderson, após O Grande Hotel Budapeste (2014), Os Excêntricos Tenenbaums (2001) e outra grande animação em stop motion chamada O Fantástico Senhor Raposo (2009), que também faz sua metáfora para com a humanidade, se afirma então como um diretor competente, um pouco excêntrico e provocativo.

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