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Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)
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O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

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Eva – Um Novo Começo (“Eva”, Espanha, 2011)

Eu indico Eva (Espanha, 2011) Em 2041, os seres humanos

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O discreto charme da burguesia (Espanha, 1972)

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Juan dos Mortos (Cuba, 2013)

Juan de los Muertos (Espanha / Cuba, 2013)

Juan (Alexis Díaz de Villegas) é um sujeito de 40 anos especializado na arte de não fazer nada. Um dia, se depara com uma misteriosa infecção que está transformando os habitantes de Havana em mortos-vivos. Como um bom cubano, decide começar um negócio ao lado do amigo Lazaro (Jorge Molina) para tirar vantagem da situação. Eles se especializam em assassinar zumbis e trabalham com o slogan “Matamos seus entes queridos”. O negócio acaba sendo afetado com o crescimento constante do número de infectados. Dirigido por Alejandro Brugués.

“Juan dos Mortos. Matamos seus entes queridos. Em que posso ajudar?”

Imagine uma multidão de zumbis em Cuba e um pequeno grupo de pessoas se aproveitando da situação para vender os seus serviços de exterminadores de zumbis. A proposta resulta numa comédia com terror bastante agradável. Até a motivação do surgimento dos mortos-vivos é associada, pela mídia, aos EUA (dissidentes cubanos financiados pelo governo norte-americano).
Filme de zumbi não é novidade alguma, inclusive com comédia. Mesmo assim, muitas situações criativamente engraçadas são trabalhadas no longa, ainda mais com a performance do ator Alexis Díaz de Villegas e com um diretor (Alejandro Brugués) que é fã do Gênero. Segue a fórmula de usar o apocalipse zumbi como metáfora para criticar umasociedade, focando na acomodação de muitas pessoas no país, como o personagem principal, que não quer nada da vida e ainda se aproveita da situação. Entretanto, no final vemos a sua transformação pessoal e percepção de que pode mudar a situação no país.

Situações hilárias como o treinamento do time recrutado para combater os zumbis, as armas usadas (remo, shuriken, badoque, etc), a demora em perceber o ponto fraco das criaturas, personagens que desmaiam ao ver sangue (num filme de zumbis!), a artimanha para decepar vários zumbis de uma vez, assim como muitas cenas “trash” marcam o filme. Ao final ainda temos o uso de arte desenhada, chegando a sugerir que o filme foi adaptado dos quadrinhos.

Foi uma surpresa a sua premiação como melhor filme iberoamericano no Goya, em 2013, já que os favoritos eram “Infância Clandestina” (2011, de Benjamin Avila) e “Depois de Lúcia” (2012, de Michel Franco), os quais não possuem nada de comédia e nada de zumbis.

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Fontes:
http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2013/06/20/juan-dos-mortos-traz-interessante-discussao-sobre-cuba-mas-diverte-menos-do-que-poderia.htm
http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/06/estreia-juan-dos-mortos-faz-graca-com-zumbi-e-politica-na-cuba-atual.html

Tags Relacionadas Alejandro Brugués, Alexis Díaz de Villegas, Benjamin Avila, crítica, Cuba, Depois de Lúcia, Infância Clandestina, Michel Franco, resenha
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