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O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

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Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

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Azul é a cor mais quente (França, 2013)
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Quinto filme da franquia Jurassic Park, que foi um marco do cinema. Dessa vez, com o diretor Juan Antonio Bayona, investiram numa atmosfera de thriller de monstros, afinal os dinossauros atacam com ferocidade os humanos, boa parte do tempo como autodefesa contra pessoas que merecem mesmo o pior. As cenas iniciais já mostram o clima de filme de terror, com uma trilha sonora de abertura sombria. Assim, está mais próximo do horror do que da ficção, apesar de retomar discussões acerca da prepotência do homem em querer mudar o curso da história natural, assim como apresentar as frentes de proteção aos dinossauros em extinção.

Infelizmente, estamos diante da mesma fórmula, jornada e situações já vistas com insistência nos filmes anteriores. Um grupo se arrisca na mesma ilha apesar de sabermos que a situação vai engrossar, novos personagem ficam encantados com os dinossauros, novos humanos gananciosos acabam com as boas intenções e, assim como em O Mundo Perdido – segundo filme da franquia – uma grande bobabem faz com que algumas criaturas acabem na costa habitada pelas pessoas. Tudo isso não é novidade já que o trailer praticamente entrega essas situações e, pior, já apresenta muito do que será visto no filme.

As cenas fora da ilha ainda se tornam mais violentas e prolongadas. Como já esperado para quem viu o filme anterior, Blue, o querido velociraptor amigo do protagonista interpretado pelo Chris Pratt, dá um show em parceria com este último. Foi o filme anterior (Jurassic World, de 2015) que deu uma reenergizada na saga após a queda com o terceiro filme; ele mostrou o parque em funcionamento e, convenhamos, todo mundo gostou de ver os dinossauros tomando conta do parque e atacando uma multidão desesperada. Já este novo filme volta a dar uma esfriada na franquia, contudo pode ter sido bem utilizado como uma ponte para mais uma sequência que pode empolgar e ser ainda mais violenta.

Tags Relacionadas Chris Pratt, crítica, crítica Jurassic World, Jurassic Park, Jurassic World, Jurassic World Reino Ameaçado, Reino Ameaçado, resenha, resenha Jurassic World
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