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São Paulo. Guto (Marat Descartes) é um artista de rua e aspirante a ator que sonha em um dia ser reconhecido pelo seu trabalho. Dedicado, ele pratica, se prepara e participa de todas as audições que pode, na espera de que um dia a sorte chegue. Ele admira Zeca (Jair Rodrigues), um comediante que trabalha na TV e é idolatrado por muita gente, apesar de estar com a carreira decadente. Os dois se encontram por acaso. O que será que o destino reserva para eles?

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Quinto filme da franquia Jurassic Park, que foi um marco do cinema. Dessa vez, com o diretor Juan Antonio Bayona, investiram numa atmosfera de thriller de monstros, afinal os dinossauros atacam com ferocidade os humanos, boa parte do tempo como autodefesa contra pessoas que merecem mesmo o pior. As cenas iniciais já mostram o clima de filme de terror, com uma trilha sonora de abertura sombria. Assim, está mais próximo do horror do que da ficção, apesar de retomar discussões acerca da prepotência do homem em querer mudar o curso da história natural, assim como apresentar as frentes de proteção aos dinossauros em extinção.

Infelizmente, estamos diante da mesma fórmula, jornada e situações já vistas com insistência nos filmes anteriores. Um grupo se arrisca na mesma ilha apesar de sabermos que a situação vai engrossar, novos personagem ficam encantados com os dinossauros, novos humanos gananciosos acabam com as boas intenções e, assim como em O Mundo Perdido – segundo filme da franquia – uma grande bobabem faz com que algumas criaturas acabem na costa habitada pelas pessoas. Tudo isso não é novidade já que o trailer praticamente entrega essas situações e, pior, já apresenta muito do que será visto no filme.

As cenas fora da ilha ainda se tornam mais violentas e prolongadas. Como já esperado para quem viu o filme anterior, Blue, o querido velociraptor amigo do protagonista interpretado pelo Chris Pratt, dá um show em parceria com este último. Foi o filme anterior (Jurassic World, de 2015) que deu uma reenergizada na saga após a queda com o terceiro filme; ele mostrou o parque em funcionamento e, convenhamos, todo mundo gostou de ver os dinossauros tomando conta do parque e atacando uma multidão desesperada. Já este novo filme volta a dar uma esfriada na franquia, contudo pode ter sido bem utilizado como uma ponte para mais uma sequência que pode empolgar e ser ainda mais violenta.

Tags Relacionadas Chris Pratt, crítica, crítica Jurassic World, Jurassic Park, Jurassic World, Jurassic World Reino Ameaçado, Reino Ameaçado, resenha, resenha Jurassic World
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