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Atômica (2017)
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A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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Ao 16 anos, Pierre descobre que sua mãe não é biológica, quando a mesma é presa pela polícia. Confuso e tendo que morar com seus parentes verdadeiros, que o conhecem como Felipe, o rapaz tem que se adaptar à nova realidade. Dirigido por Anna Muylaert.

Não me chame de filho!
Exibido no Festival de Berlim, esse filme, da mesma diretora de “Que horas ela volta?” (2015), parte de um caso verídico, “o caso Pedrinho”, que passou no noticiário nacional na década de 1990. O famoso sequestro do menino Pedrinho ocorreu em Brasília, em 1986. O filme vai além, quando acrescenta, a essa premissa, um drama bem elaborado, que fala sobre aceitar o outro, assumir e expor a própria identidade e, principalmente, sobre os laços fraternais que unem uma família.
A lei determina que o garoto passe a morar com a família biológica e temos uma assistente social no meio do processo. A atriz Dani Nefussi (de Bicho de Sete Cabeças, 2001) interpreta dois personagens, a mãe criminosa e a biológica. Eu mesmo não havia percebido se tratar da mesma atriz.
Ao descobrir ter sido sequestrado quando bebê, Pierre vai passar por momentos difíceis e, aos poucos, revela sua angústia, às vezes de forma repentinamente agressiva. Lá fora, o filme foi intitulado “Don’t Call Me Son!”, que significa “Não me chame de filho!”. Assim temos um drama familiar girando em torno dessa mudança. Com a habilidade da diretora Anna Muylaert, o resultado é incrível e consegue nos fazer entender o sentimento de todos os personagens que são afetados por esse fato. Afinal, até os pais têm dificuldade, apesar da felicidade com esse reencontro quase impossível, de encarar os gostos e comportamento do filho que retornou. Assim como o irmão mais novo e a ex-irmã. As emoções levam a conflitos, mas também a nova realidade acaba sendo uma oportunidade do garoto assumir e expor a sua própria identidade.
Protagonizado pelo estreante Naomi Nero, que está ótimo no papel de um adolescente que não obedece às convenções tradicionais da sociedade, mas que, diante de uma situação como essa, vai reagir como uma pessoa normal. Ele pensa em investir na sua banda, pinta as unhas, transa com meninas e beija garotos, ainda usa lingerie e gosta de se maquiar. É uma figura bem exótica, que ainda precisa esconder certos comportamentos.
O clímax é sensacional e reforça algo importante do filme, que é a questão da fraternidade, deixando uma mensagem muito boa. Mas pode ser interpretado como deficiente em relação à falta de um fechamento da trama, já que termina de maneira um pouco repentina. É uma estratégia já vista em outros filmes, para passar um recado junto com a ideia de que a vida continua, com seus momentos bons e ruins. Na minha opinião, o desfecho não poderia ser melhor.

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Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-243939/criticas-adorocinema/
http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2016/07/mae-so-ha-uma-busca-inspiracao-em-caso-real-de-sequestro-de-jovem.html

Tags Relacionadas Anna Muylaert, brasil, brazil, caso Pedrinho, crítica, Don't Call Me Son, filme, nacional, resenha, “Que horas ela volta
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