Search

Você pode gostar disso:

Cult Drama Favoritos Filmes

Tarde demais (“The Heiress”, EUA, 1949)

Eu indico The Heiress (EUA, 1949) Catherine (Olivia de Havilland),

cryingtonguemoney
Em Busca de Fellini (2017)
Cult Drama Favoritos Filmes

Em Busca de Fellini (2017)

Lucy, uma garota tímida da pequena cidade de Ohio, EUA, ama filmes e acaba conhecendo o trabalho único de Federico Fellini, um dos mais importantes diretores italianos, responsável por filmes como A Doce Vida (1960), Oito e meio (1963), Amarcord (1973), A Estrada da Vida (1954) e Noites de Cabíria (1957). Lucy está tendo problemas em encarar a realidade e acaba embarcando numa viagem estranha e bonita pela Itália para encontrar Fellini. Ao longo do caminho ela descobre muito além do que esperou. Dirigido por Taron Lexton.

Cult Drama Favoritos Filmes

As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

Eu indico The Adventures of Tintin: The Secret of the

confusedcryingstar

Mommy (Canadá, 2014)

Mommy (Canadá, 2014)

Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

Wonderwall:

Se eu pudesse decidir pelos indicados ao próximo Oscar de filme estrangeiro, com certeza este estaria na frente. Premiado pelo júri no último Festival de Cannes, o jovem diretor Xavier Dolan, com 25 anos de idade, assume a direção, roteiro, produção, edição e cuida do figurino, com uma temática séria e realista, e ainda introduzindo certa ficção, já que o filme se passa num futuro próximo, só que bem próximo (em 2015), no qual a lei canadense permite que os pais, em caso de problemas com os filhos, possam livremente interná-los em hospitais públicos, sem burocracia. Essa é a premissa para mostrar a conturbada relação de Diane Després (Anne Dorval), mãe solteira, com seu filho Steve (Antoine-Olivier Pilon), este último com forte distúrbio comportamental, denominado TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), um personagem que vai nos preocupar e até nos divertir. A relação entre eles começa a melhorar quando conhecem a vizinha, professora, Kyla (Suzanne Clément) que, apesar de dar um equilíbrio aos dois, não consegue um equilíbrio dentro da própria casa. Sabemos que a lei está vigente e acompanhamos a relação entre mãe e filho, então o expectador atento vai ficar na expectativa sobre as decisões da mãe.

As interpretações realistas e intensas dos três atores principais é um ponto alto do filme, mas existe uma particularidade neste que, além de original, ficou muito bem encaixada na proposta: o formato de tela. Expectadores desatentos ou pouco informados vão reclamar de alguma falha na projeção (ocorreu na sessão de cinema na qual estive). O diretor decidiu utilizar o formato 1:1, tela quadrada, quando estamos acostumados com a tela retangular. Dessa forma, podemos nos sentir um pouco desconfortáveis, com sensação de aperto, entretanto esse artifício foi proposital, é só assistir para conferir (para quem precisar, ou não tiver a oportunidade de assistir, confira o SPOILER sobre a tela, mais abaixo).

A trilha sonora, passando por Dido, Oasis, Counting Crows e Beck, é fantástica, ainda mais quando aparece “On Ne Change Pas” (“Nós Não Mudamos”, cantada por Celine Dion) interpretada numa cena pelos três personagens, de forma divertida, em seu ambiente particular, esquecendo o resto do mundo que, como dito por Diane Després, é um mundo com pouca esperança e expectativas ruins.

A tela e a música “Wonderwall” do Oasis – SPOILER:

O formato da tela muda no decorrer da história, em momentos diferentes, representando a sensação de liberdade, felicidade ou leveza que os personagens sentem naquele instante. Particularmente, a primeira cena na qual a tela estica é fenomenal, até porque ocorre ao som de “Wonderwall” do Oasis, umas das minhas músicas preferidas. A forma como a tela abre é como se fosse forçada pelo personagem Steve, quando este abre os braços “empurrando” a imagem da tela. Para personagens que possuem uma difícil realidade, a tela abre em momentos de grandes esperanças, sonhos e melhores expectativas. Bem original e no momento certo, gerando uma sensação de agradável surpresa em expectadores apaixonados.

__________________________________
Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-223002/criticas-adorocinema/
http://odia.ig.com.br/diversao/2014-12-11/ricardo-cota-em-cartaz-um-dos-melhores-filmes-do-ano-mommy.html

Tags Relacionadas Cannes, crítica, Oasis, Olivier Pilon, resenha, Wonderwall, Xavier Dolan
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Heróis da ressaca (Reino Unido, 2013)

Eu indico The World’s End (Reino Unido, 2013) Após falharem no

Filmes

O Campeão de Hitler (“Max Schmeling”)

Eu indico O Campeão de Hitler (Alemanha / Croácia, 2010)

angrypunk
February (2015)
Filmes

February (2015)

Joan caminha em direção a uma prestigiada escola preparatória para meninas, onde Rose e Kat se encontram presas depois de seus pais misteriosamente as esquecerem. Enquanto Joan se aproxima, visões aterrorizantes começam a assombrar Kat, ao mesmo tempo em que Rose acredita horrorizada que sua está sendo influenciada por uma força maligna. Dirigido por Ossgood Perkins.

1 Comentário

Deixe seu comentário

Seus dados estão seguros! Seu endereço de email não será publicado. E seus dados não serão compartilhados com terceiros. Campos obrigatórios marcados como *