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Com a proximidade do Oscar, faço uma reflexão e indico os 10 melhores filmes produzidos em 2014, os quais tive a feliz oportunidade de assistir. Você pode ver a resenha que fizemos de alguns dos filmes clicando no título.

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O Filho de Rambow

Son of Rambow (França/Reino Unido/Alemanha, 2007)

Will Proudfoot (Bill Milner) está procurando escapar de sua desanimadora vida familiar quando conhece Lee Carter (Will Poulter), o valentão da escola. Com uma câmera de vídeo e uma cópia de Rambo – Programado Para Matar, Lee planeja fazer uma história filmando seu próprio épico de ação. Do diretor inglês Garth Jennings.

Rambow:

Este filme foi a sensação do Festival de Sundance de 2006, evento que ajuda novos cineastas e apoia produções independentes. A história acompanha dois garotos nos anos 80, mantendo todo um clima dessa geração, com direito a música do The Cure e personagens exóticos. Os garotos são bem distintos. Um é afobado e brigão que rouba a câmera do irmão mais velho e filma a exibição de Rambo no cinema. Outro, tímido e religioso, assiste a essa fita pirateada e fica enlouquecido por Rambo. Essa é a ligação que torna os dois grandes amigos, intitulados entre si como irmãos de sangue. A partir da decisão de fazer o seu próprio filme, os garotos vão causando algumas confusões, divertidas e até exageradas. Cenas bem perigosas são encaradas pelos garotos quase que sem querer, já que não existem dublês em seu filme. O personagem Will vai interpretar o filho do Rambo, e é aí que ele acaba se submetendo às cenas mais insanas, de forma ingênua, sem se intimidar com nada. O esperto e também sem noção Lee Carter assume mais o papel do câmera, mas também interpreta o coronel parceiro do Rambo.

Existem alguns filmes que exploram o universo infantil, mas que são voltados para os adultos. Este é um dos melhores. Bem original e divertido, o filme explora amizade, família, o amor pelo cinema e também a quebra de paradigmas. Lee Carter claramente sente falta dos pais que nunca estão presentes e idolatra o irmão mais velho que não liga muito para ele. Will precisa se submeter à sua família e regras religiosas e isso causa o desperdício de sua criatividade e talento. É a amizade com Lee Carter e a inspiração em Rambo, famoso personagem interpretado por Sylvester Stallone, que faz com que ele ponha em prática toda a sua capacidade artística.

Muito interessante o filme americano Rambo ser usado dentro do filme dos garotos ingleses, chegando até a mostrar a importância da edição e meio que introduzindo o espectador na arte de produzir um filme.

Os atores Bill Milner (Will) e Will Poulter (Lee) são excepcionais e foram escolhidos após uma extensa seleção em escolas da Inglaterra; eles não possuíam nenhuma experiência profissional, assim como a maioria das crianças que trabalharam no filme. Reparem o ator Jules Sitruk, que interpreta o exótico aluno francês de intercâmbio, responsável por algumas cenas bem divertidas; em uma delas temos ele mostrando sua coreografia peculiar numa dança. Este personagem lembra bem o vocalista do The Cure, Robert Smith.

O diretor Garth Jennings, que também dirigiu “O Guia do Mochileiro das Galáxias” (2005), ainda nos presenteia com cenas animadas em efeitos especiais, resultado da imaginação de um dos garotos quando ele encarna o filho do Rambo e enfrenta o vilão espantalho. E para terminar perfeitamente e com cara de anos 80, podemos ouvir a fantástica música “Close To Me”, do The Cure, durante os créditos finais.

__________________________________
Fontes:
http://www.criticadaquelefilme.com.br/2010/04/critica-de-cinema-do-rambow.html
http://filmesecigarros.blogspot.com.br/2009/11/o-filho-de-rambow.html

Tags Relacionadas anos 80, Close To Me, cure, Garth Jennings, rambo, Rambow, Stallone, Sundance, the cure
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