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Atômica (2017)
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Atômica (2017)

A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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Mommy (Canadá, 2014)
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Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

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O Cantor de Jazz (The Jazz Singer, 1927)

Eu indico The Jazz Singer, EUA, 1927 Conta a história

O Homem Invisível (The Invisible Man)

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The Invisible Man (EUA, 1933)


Jack Griffin (Claude Rains) criou uma fórmula que o permitiu tornar-se invisível. Porém, enquanto busca o antídoto, os problemas começam a acontecer quando as pessoas da localidade descobrem sua natureza e forçam sua fuga. Enlouquecido e com a cabeça cheia de planos destrutivos, Jack torna-se uma grande ameaça e põe toda a polícia em seu encalço. Dirigido por James Whale.

Louco e invisível:
Do gênero ficção científica e terror, baseado no livro de H.G. Wells, com roteiro de R.S. Sherriff, este foi bem destacado entre os primeiros grandes filmes de ficção científica. Dirigido por James Whale, conhecido pelo seu trabalho em filmes de horror populares, como Frankenstein (1931), o Homem Invisível apresenta efeitos especiais fantásticos – principalmente considerando que é um filme de 1933 – e deu origem a várias sequências, além do fato de que seus efeitos inovadores foram praticamente imitados em outros filmes.
Os ótimos efeitos especiais foram de John P. Fulton, John J. Mescall e Frank D. Williams. Em algumas cenas foram usados fios para puxar as roupas de Claude Rains, em outras o ator usa um veludo negro em um fundo escuro. Um dublê substituiu Rains em algumas cenas. Para as cenas onde apenas o corpo aparece, sem a cabeça, foi usada uma máscara especialmente preparada, com o filme sendo tratado em laboratório para complementar o efeito.
O diretor escolheu Claude Rains para o papel principal e não poderia ter feito uma escolha mais certeira. A voz do ator é perfeita para um papel onde não o vemos praticamente o filme todo. Uma inesquecível atuação para um personagem bem caracterizado, com hábitos estranhos, humor instável, beirando a insanidade e com o rosto invisível e coberto de bandagens. Não tem como não atentarmos para a sua risada estridente e diabólica. Engraçado que inicialmente o Boris Karloff (ícone do terror, interpretou o Frankenstein em 1931) era o escolhido pelo Estúdio Universal para protagonizar o filme, e por questões de negociação salarial acabou ficando de fora, e ainda assim mais três atores foram considerados para o papel antes de Claude Rains.
O uso dos sons e do movimento dos objetos na interação com o personagem, a idéia de aproveitar a vantagem e roubar um banco, ou sabotar um trem, o uso pela polícia de cães farejadores, banho de tinta e da procura da fumaça que sai através da respiração de Jack Griffin no frio mostra toda a criatividade em cima da situação. Até o fato de só exibir o rosto do personagem na última cena é proposital.
O personagem Griffin durante o filme tenta achar o antídoto, mas parece que a mesma droga que o fez invisível, leva-o a comportamentos insanos e o mesmo além de cometer crimes, ambiciona a riqueza com sua descoberta, tencionando vender a fórmula para algum país, que a usaria para ter um exército invisível.
Em 2008, o livro de H.G. Wells foi selecionado para ser preservado pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América.

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Fontes: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Homem_Invis%C3%ADvel_%28filme%29

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