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Dica de livro: Tudo Sobre Cinema
Filmes Suspense

Dica de livro: Tudo Sobre Cinema

Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

Filmes Suspense

Goodnight Mommy (Áustria, 2015)

No calor do verão, uma casa isolada no campo, entre bosques e campos de milho. Gêmeos de dez anos de idade esperam por sua mãe. Quando ela volta, com a cabeça envolta em ataduras após uma cirurgia plástica, nada é como era antes. Severa e distante, ela fecha a família para o mundo exterior. Começando a duvidar que esta mulher é realmente sua mãe, os meninos estão determinados a encontrar a verdade de qualquer maneira. Dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz.

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O Hospedeiro (“Gwoemul”)
Filmes Suspense

O Hospedeiro (“Gwoemul”)

Na beira do rio Han, moram Hee-bong e sua família, donos de uma barraquinha de comida no parque. Seu filho mais velho, Gang-du, tem 40 anos, mas é um tanto imaturo; a filha do meio é arqueira do time olímpico coreano; e o filho mais novo está desempregado. Todos cuidam da menina Hyun-seo, filha de Gang-du, cuja mãe saiu de casa há muito tempo. Um dia, surge um monstro no rio, causando terror nas margens e levando com ele a neta querida de Hee-bong. É a hora da verdade para cada membro da família, que decide enfrentar o monstro em busca da menina.

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O homem que incomoda (Islândia/Noruega, 2006)

Den Brysomme Manne (Islândia/Noruega, 2006)

Den Brysomme Manne (Islândia/Noruega, 2006)

Andreas desembarca numa cidade estranha sem lembrar como chegou ali. É recebido de forma cordial e inicia uma vida regrada, com trabalho, casa e até uma mulher encantadora. Mas rapidamente percebe que tem alguma coisa errada neste mundo perfeito. As pessoas não parecem sentir emoções genuínas e só falam de trivialidades. Dirigido por Jens Lien.
Acomodados ou incomodados:
Imagine Andreas, um homem comum, com uma vida nova que parece perfeita. Depois de curtir um pouco seu trabalho adequado, curtir sua companheira rica e bonita e até aproveitar a sua amante impecável, sofrer um abalo comum e tentar o suicídio clichê, ele aos poucos passa a perceber que falta, no mundo, emoções verdadeiras. Ninguém parece notar um homem morto, que aparentemente cometeu suicídio se jogando nas grades da cerca de um prédio (talvez mais um incomodado, só que este se entregou). Percebemos que há uma espécie de controle nessa cidade, onde alguns homens certificam-se de que tudo esteja funcionando bem. Os ruas, objetos e roupas parecem desprovidos de vida, sem textura e sem graça. Isso fica ainda mais evidente quando é mostrado um quarto mais colorido, arrumado e agradável (quanto mais com a proximidade do mar).
A vontade de se expandir e as dificuldades que uma sociedade como um todo pode trazer para aqueles que pensam fora da caixa. Andreas começa a perceber que as coisas simples e verdadeiramente prazerosas da vida estão ausentes neste mundo onde ele foi jogado. O som das ondas, músicas, bebês, chocolate quente, enfim, é algo que todos gostam mas parecem ter esquecido. Ele é o homem incomodado, que despertou contra a força da alienação, e este filme é para aqueles que não se contentam com o sossego de sempre, onde se faz o mesmo e se finge ser feliz. Não deixa de ser uma metáfora para o nosso mundo, com algumas simbologias, como a do sino que toca numa das cenas dando a ideia daquele ritual diário, ou a da placa standard (que significa padrão). Lançado no Festival de Cannes em 2006, esse filme norueguês gera grandes reflexões e análises, assim como identificação.
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Fontes:
Tags Relacionadas consumo, cultura, democracia, Ética, ideologia, liberdade, sociedade
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Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O'Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.

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