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Museu do cinema em Nova York
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Museu do cinema em Nova York

Você sabia que em Nova York existe um dos melhores museus do cinema? Em 2015, aproveitei a viagem para conhecer o Museum of the Moving Image, que fica no Queens. É o único museu nos Estados Unidos dedicado a “imagens em movimento”. Por isso, muitas exibições relacionadas a cinema pode ser vistas. Provavelmente é um dos melhores museus sobre cinema do mundo. Vejam algumas fotos que tirei no museu.

Filmes

Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo (Alemanha, 2014)

Eu indico Who Am I – Kein System ist sicher

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A Chegada (2016)
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A Chegada (2016)

Louise Banks é uma linguista convocada pelo governo americano para um grande desafio incomum: dialogar com alienígenas de uma das doze naves que pousaram no planeta terra. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade. Dirigido por Denis Villeneuve.

O incrível homem que encolheu (EUA, 1957)

Eu indico
The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957
Durante um passeio de barco, Scott Carey (Grant Williams) é atingido por uma misteriosa nuvem de partículas brilhantes. Em seguida é acidentalmente aspergido com inseticida e começa a encolher diariamente. A vida se torna um pesadelo para o agora pequenino Scott, vulnerável a tudo e todos. Dirigido por Jack Arnold.
Incrível:
Estamos diante de uma ficção científica, estilo fantástico, no qual um homem começa a diminuir de tamanho e tem que enfrentar todas as dificuldades que surgem, seja sua relação com a esposa e outras pessoas, seja sua sobrevivência. Outros filmes exploram essa relação que surge quando seres vivos se tornam maiores que o homem, mas na maioria delas o foco é na aventura, no suspense. Aqui, nesta adaptação do romance de Richard Matheson, temos uma boa aventura, mas carregada de ironia, desespero e agonia pela situação e uma boa reflexão sobre a existência. Os pensamentos do personagem no final do filme, que começa a narrar a sua história a medida que vai diminuindo e ficando sozinho, é bem significante e pode ser conferida no final deste texto.
Um mergulho no misterioso universo microscópico, que quase sempre tratamos com desdém porque estamos muito elevados em relação a ele. É tão fácil pisar numa aranha e lançar inseticidas em mosquitos, tão natural e seguro, mas imagine você se tornar um ser menor do que eles. Nosso protagonista então tem que se utilizar da inteligência e controle emocional, nossa vantagem em ser um animal racional.
Jack Arnold tem este filme como um dos seus clássicos, juntamente com “O Monstro da Lagoa Negra” (1954). Os efeitos especiais são de Clifford Stine. Richard Matheson escreveu o roteiro para uma sequência, “The Fantastic Shrinking Girl” na qual Louise Carey segue seu marido até o mundo microscópico. Foi publicada pela Gauntlet Press em 2006, numa coleção chamada “Unrealized Dreams”, porém não chegou a ser foi produzida.
Frase no final do filme – SPOILER:
Muito interessante quando, após diminuir tanto, o personagem fica contente em poder sair do porão que por muito tempo o aprisionou, com toda uma nova energia e coragem para encarar este mundo de gigantes lá fora.
Olhei para o céu, como se de algum modo pudesse compreender o céu, o universo, os mundos infinitos, a tapeçaria prateada de Deus que cobre a noite.
Nesse instante eu soube a resposta do enigma.
Havia pensando nos termos da limitada dimensão da mente humana.
Tinha subestimado a natureza.
Pois a ideia de que a vida começa e acaba.
É uma ideia humana, não da natureza.
Senti meu corpo encolhendo, fundindo-se, convertendo-se em nada.
Meus medos acabaram e em seu lugar ficou a aceitação.
Toda esta vasta glória da criação tinha que significar algo.
E eu significava alguma coisa também.
Sim, até o mais pequeno que o ínfimo, também significava algo.
Para Deus não existe um nada.
Então eu existo!”
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Fontes:
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