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Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.

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Le Petit Nicolas (França, 2009)
 
Nicolau (Maxime Godard) é um garoto muito amado pelos pais, que leva uma vida tranqüila, até o dia em que ouve uma conversa entre seus pais, que o faz achar que a mãe está grávida. Nicolau entra em desespero e já pensa no pior: ao nascer um irmão, eles deixarão de lhe dar atenção. Para escapar de seu terrível destino, o menino faz campanha para mostrar o quanto é indispensável, mas acaba cometendo vários tropeços, o que faz com seus pais fiquem enfurecidos. Desesperado, ele muda de tática e, com seus amigos desastrados, bola diversos planos para achar uma solução para seu problema.
Comédia francesa infantil?
Le Petit Nicolas tem origem numa obra literária infantil franco-belga, de mesmo nome, criada em 1959 por Jean-Jacques Sempé e René Goscinny, autor de Asterix. Aproveitando o gancho, o diretor usa em uma das cenas uma passagem dos quadrinhos Asterix e Obelix, no que diz respeito ao famoso elixir que lhes garante a força mágica para enfrentar o exército romano. De forma criativa, os créditos de abertura do filme imitam um livro, usando ilustrações da obra original.
Essa comédia francesa tem algumas sacadas interessantes, como nos apresentar o mundo aos olhos de um garoto, Nicolau, que é o narrador dos acontecimentos. Como sua interpretação das coisas ainda é imatura, a contradição do que ele fala com o que vemos acontecer já garante algumas cenas engraçadas. Por outro lado, também acompanhamos o ponto de vista dos adultos, como a insatisfação do pai (Kad Merad) no trabalho, em sua luta para agradar o patrão, assim como as crises da mãe (Sandrine Kiberlain), fatos que não são percebidos pelo garoto; características de uma classe média que precisa se contentar com as sobras da riqueza. São os pontos de vista adulto e infantil sobre uma mesma situação, e de forma divertida vão ocorrendo vários acasos até o seu desfecho.
É divertido o fato de boa parte dos personagens serem crianças, amigos de escola, uma turma que vai causar a maior confusão, com base numa interpretação imatura de Nicolau, com o seu plano para manter-se não só o filho único, mas, simbolicamente, manter-se para sempre uma criança. E, depois disso, a questão do amadurecimento com a aceitação de se tornar o irmão mais velho, protetor e responsável. Cada um dos amigos de Nicolau possui uma característica marcante. Temos o melhor amigo, que só pensa em comer, o desligado Clotário (Victor Carles) que sempre sai de castigo, o garoto mais riquinho que só pensa no pai, e até o mais estudioso que fica dedurando os colegas. E numa das primeiras cenas a professora faz a já conhecida pergunta para as crianças: “O que você vai fazer quando crescer?”. Mais legal ainda é a resposta de Nicolau, já nas últimas cenas do filme, após todos os acontecimentos que ocorrem com o mesmo.
Desventuras – SPOILER:
A turma causa uma boa confusão com seu plano para contratar alguém para dar sumiço ao irmão de Nicolau, que ainda vai nascer. Mesmo tratando de coisas sérias, acaba que o filme consegue brincar com a vida e ficar engraçado, como por exemplo quando os garotos aguardam um bandido sair da prisão para contratá-lo, ou quando procuram na lista telefônica uma parte dedicada a gangster, ou quando fazem um cassino a céu aberto para arrecadar dinheiro. Temos também uma sequência com um carro descontrolado pelas ruas de Paris (advinha quem está dentro?). E quem iria imaginar que o desligado Clotário, que seria o burro da classe, salvaria a turma durante a visita de um ministro à escola? E daí vemos o papel importante da professora (Sandrine Kiberlain, do filme “Mademoiselle Chambon”, que também recomendo), que numa oportunidade anterior ajudou o aluno a aprender o nome do Rio Sena, usando uma estratégia efetiva.
Sobra também espaço para as atrapalhadas dos adultos, como quando a esposa tenta ajudar o marido agradando o chefe e a esposa num jantar, tentando se comportar com classe e parecer culta. O jantar obviamente termina em confusão. A anfitriã enrola-se nas palavras (quem entende francês pode perceber melhor) e seu marido nada pode fazer a este ponto. Interessante que a bajulação para ele ganhar a atenção do patrão vai ter outro desfecho depois.
Entre descobertas e trapalhadas, acaba sobrando para o espectador, o riso.

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Fontes: 

http://omelete.uol.com.br/cinema/critica-o-pequeno-nicolau/
http://galeriaphotomaton.blogspot.com.br/2010/08/o-pequeno-nicolau-descobertas-infantis.html

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