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O filme da minha vida (Brasil, 2017)
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O filme da minha vida (Brasil, 2017)

Até o momento, este filme representa o mais próximo que o cinema nacional pode chegar de Cinema Paradiso (Itália, 1988). A produção é baseado no livro "Um pai de cinema" de Antonio Skármeta, escritor chileno que também tem “O carteiro e o poeta”. Na história, o jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)
Ação Drama Ficção Científica Filmes

Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)

O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

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Coraline e o Mundo Secreto (“Coraline”)

Eu indico Coraline (EUA, 2008) O filme conta a história

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O Predestinado (Austrália, 2014)

Predestination (Austrália, 2014)

Um agente temporal (Ethan Hawke) trabalha para uma organização secreta que procura criminosos e os captura antes que eles cometam o delito. Após anos de trabalho, ele encara sua última missão antes de se aposentar: capturar um criminoso responsável por grandes atentados, sendo um em 1975, deixando mais de 11 mil mortos em Nova York. Dirigido por Michael e Peter Spierig.

Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?

Os Irmãos Michael e Peter Spierig tomam a frente em um dos melhores filmes de ficção de 2014. Estrelado por Ethan Hawke, um grande ator norte-americano, o qual contracena com Sarah Snook e Noah Taylor, sendo que a primeira conseguiu o melhor papel de sua vida, até então, já que interpreta um mesmo personagem em épocas distintas e completamente transformado, ficando excelente no papel.

É o tipo de filme que vai confundir muitos espectadores. Eu mesmo precisei ficar pensando um pouco, lembrando cenas e discutindo com amigos, após o término. O entendimento pleno da situação é fundamental para perceber a grandiosidade do filme, então, para quem ficou confuso, vale muito a pena dar uma lida no site abaixo (precisa selecionar o texto na página para que seja exibida a parte que explica, ou seja, os spoilers):
http://www.cinecriticas.com.br/movie-review/o-predestinado-predestination/

Apesar de existirem grandes filmes sobre viagem no tempo e seus paradoxos, como “Os 12 Macacos” (1995) que possui boa semelhança com este “Predestination”, mais uma vez grandes diretores conseguem somar à temática com um filme bem inteligente. Como se trata de saltos no tempo, seremos convidados a acompanhar os desdobramentos em momentos diferentes: passado, presente e futuro… mas onde está o presente? O que aconteceu e o que ainda vai acontecer?

Temos também ação e criatividade na narrativa. Podemos conferir isso através da ideia utilizada para a máquina portátil, artefato utilizado como mecanismo para as viagens no tempo, bem interessante. No final das contas, tudo fica bem encaixado e assim podemos admirar facilmente o escritor Robert A. Heinlein, responsável pelo conto “All You Zombies”, utilizado como base para a narrativa. Logo o espectador vai entender que o título do livro tem relação com o efeito causado pelos saltos no tempo, uma coisa – entre tantas – que é usada no filme para a explicação toda. Assim como a pergunta “Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?” e sua resposta. Assim, vão me desculpando o mistério e o suspense, mas o que vale é conferir o resultado e prestar atenção, o que é fácil em se tratando de um bom filme.

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Fontes:
http://www.cinecriticas.com.br/movie-review/o-predestinado-predestination/

Tags Relacionadas crítica, Ethan Hawke, Noah Taylor, O Predestinado, Os 12 Macacos, Predestination, resenha, Robert A. Heinlein, Sarah Snook
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