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Primórdios do Oscar com algumas curiosidades e a relação com os filmes brasileiros, que na verdade é muito mais do que a maioria imagina, mesmo o Brasil não tendo conquistado nenhuma premiação principal.

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Uma adolescente de espírito livre foge de casa e parte numa viagem ao longo dos Estados Unidos. Para sobreviver, a jovem vende assinaturas de revistas, enquanto curte festas, se apaixona pela primeira vez e também acaba se envolvendo em crimes. Dirigido por Andrea Arnold.

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Aos 80 anos, Zev (Christopher Plummer) aceita uma missão incumbida pelo seu colega de asilo, Max Zucker (Martin Landau): deixar o local em que vive em busca de um antigo guarda nazista. Seu objetivo é, mesmo após tantas décadas, puni-lo pelo assassinato de sua família durante a Segunda Guerra Mundial. Só que, ao longo da jornada, Zev precisa lidar com falhas de memória causadas pela idade avançada. Dirigido por Atom Egoyan.

Que mal eu fiz a Deus? (França, 2014)

Eu indico
Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu? (França, 2014)

O casal Verneuils tem quatro filhas. Católicos, conservadores e um pouco preconceituosos, eles não ficaram muito felizes quando três de suas filhas se casaram com homens de diferentes nacionalidades e religiões. Quando a quarta anuncia o seu casamento com um católico, o casal fica nas nuvens e toda a família vai se reunir. Mas logo eles vão descobrir que nem tudo é do jeito que eles querem. Dirigido por Philippe de Chauveron.
Uma divertida bofetada no preconceito:
A convivência com diferentes raças é uma situação até hoje curiosa, observada por muitos estudiosos. Também é uma temática na qual muitos filmes abordaram, normalmente filmes dramáticos. Além disso, é algo que gera muito conflito. A França lança essa comédia – muito divertida, por sinal – que lida com a situação sem causar ofensas e consegue levantar boas reflexões, sem perder o humor. A França é um país que convive com diversas etnias, então o diretor aproveitou o cenário e conduziu o filme com criatividade para mostrar situações engraçadas, advindas dessa situação. Nosso preconceito, muitas vezes sutil e camuflado, acaba sempre aparecendo de alguma forma, como acontece com o casal Verneuils e sua família. O casal é católico conservador e, como uma maldição, suas filhas se casaram com homens de diferentes nacionalidades e religiões. É o suficiente para causar um mundo de confusões, caras feias, ofensas e brincadeiras. O esforço do casal em nome da harmonia familiar chega a ser engraçado, pois eles não conseguem deixar se ser transparentes e esconder o descontentamento. Mas até eles serão transformados nesse processo, para melhor.
O filme se destaca por mostrar que todos os personagens possuem algum grau de preconceito. Essa mistura de culturas na telona e os conflitos que aparecem com a convivência é bem interessante. Imagine um jantar de família com pessoas de tudo quanto é origem. Não há preferência por uma cultura específica, religião ou qualquer coisa. O lado bom e ruim de cada uma é manifestado e o recado é a boa convivência e um viva à diversidade. São mostradas as vantagens desse tributo à diversidade, o que podemos aprender com diferentes culturas e perceber como podemos nos identificar com alguém que parecia ser tão diferente.
As piadas não são ofensivas, apesar de que o filme consegue chocar, em seu propósito, e isso é bom. Os atores estão numa sinergia muito boa, com destaque para Christian Clavier, que interpreta o pai da família, Claude Verneuil. Desde a primeira cena ele é hilário com suas caras e bocas e mais ainda com seus comentários, além de uma grande atuação. Podemos dizer que é uma das melhores comédias dos últimos tempos, que consegue lidar com uma situação séria de forma criativa, causando reflexão e uma boa sensação no todo.
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Fontes:
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