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Jasira, uma garota de 13 anos, vive com sua mãe americana e o futuro padrasto, que está encantado com a crescente maturidade da garota. Por isso, sua mãe a envia para o Texas com seu rígido pai Libanês. Este trata de educá-la nos valores tradicionais da cultura muçulmana. Entretanto, Jasira segue sem saber muito bem o que fazer com sua sexualidade quando nota como seu corpo afeta os homens que a rodeiam, em especial seu vizinho (Aaron Eckhart), um atraente e intolerante soldado da marinha. Um filme de Alan Ball.

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O Destino de uma Nação (2017)
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O Destino de uma Nação (2017)

Essa adaptação não se propõe a mostrar a vida de Churchill, mas sim um recorte de um momento crítico na história do Reino Unido, num momento histórico dos mais lembrados pela humanidade, a Segunda Guerra Mundial, onde ele assumiu o papel de primeiro-ministro quando os grandes dirigentes do Reino Unido já estavam jogando a toalha e se dando por vencidos pela Alemanha. É interessante e vai na linha do título original do longa “Darkest Hour” (Hora mais escura). Dirigido por Joe Wright.

Querido John (Dear John)

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Querido John (EUA, 2010)
Dirigido por Lasse Hallström e baseado no romance de Nicholas Sparks, o filme conta a história de John Tyree (Channing Tatum), um jovem soldado que foi para casa durante uma licença e de Savannah Curtis (Amanda Seyfried), a jovem universitária idealista por quem ele se apaixona durante as férias de faculdade. Durante os próximos sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas missões cada vez mais perigosas de John. Apesar de se encontrarem apenas esporadicamente, o casal mantém o contato por meio de uma enxurrada de cartas de amor. Umas dessas correspondências acaba por provocar uma situação indesejada.
Romance no filme e no livro:
Este filme deve ser assistido preferencialmente acompanhado, como uma boa parte dos filmes baseados nos livros de Nicholas Sparks, famoso autor de romances que costumam ser adaptados para o cinema. Nessa linha, indico também “Diário de uma Paixão” (2004), “Um Amor para Recordar” (2002) e “Noites de Tormenta” (2008). Querido John é um livro emocionante, mostra o significado do verdadeiro amor, explicitamente quando o personagem John, narrador da história, confessa: “Qual o real significado do verdadeiro amor? Finalmente compreendi o que o verdadeiro amor realmente significa. O amor significa pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importando quanto dolorosa seja sua escolha.”. O filme tem uma boa fidelidade à obra, embora tenhamos um final sutilmente modificado. Acredito que cada um dos dois tenha o seu mérito.
Além de um belo romance, a história explora também o drama familiar de John, em sua relação com o pai que sofre de um grau de autismo não muito perceptível. Por sinal, muito boa a interpretação do personagem do pai de John pelo ator Richard Jenkis. Um outro enfoque interessante da obra (e do filme) é a guerra, tendo explorado a recente batalha no Oriente Médio pelos Estados Unidos após os acontecimentos do 11 de Setembro. Navegando entre esses três aspectos, o resultado é, no mínimo, agradável, principalmente para o público jovem. Também existe o lado da vida altruísta de Savannah e suas escolhas, que influencia diretamente na reviravolta que a história toma. E o espectador tanto pode julgar a personagem, quanto se sensibilizar por ela e entender suas escolhas.
O casal tem uma mania que é uma espécie de marca na relação deles. No filme, percebe-se que eles usam a frase “Nos vemos em breve, então?” quando vão se despedir, e o outro confirma “Nos vemos em breve”; no livro, eles combinam olhar para a lua, quando estiverem distantes um do outro. Cada um desses dois aspectos será explorado e bem utilizado na história, resultando em uma cena (no filme) e uma passagem (no livro) marcante e emocionante. Como dito anteriormente, cada um tem o seu mérito, mesmo não sendo totalmente iguais.
“Mas a lua está cheia, o que me fez pensar em você.”
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Fontes: 

http://omelete.uol.com.br/cinema/critica-querido-john/
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