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Cinco filmes para ver na semana santa: épicos, bíblicos, clássicos
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Cinco filmes para ver na semana santa: épicos, bíblicos, clássicos

Às vésperas do feriado da semana santa, Eu & A Telona selecionou cinco filmes importantes. Alguns épicos, bíblicos e até clássicos, que podem preencher o seu final de semana santa de alegria, mesmo que você não seja religioso, cristão ou o que seja, afinal são grandes produções e podem agradar a maioria.

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Amor Profundo (The Deep Blue Sea)

Eu indico The Deep Blue Sea (EUA / Inglaterra, 2011)

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Ressurreição (EUA, 2016)
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Ressurreição (EUA, 2016)

Às vésperas de um levante em Jerusalém, surgem rumores de que o Messias judeu ressuscitou. Um centurião romano agnóstico e cético (Joseph Fiennes) é enviado por Pôncio Pilatos para investigar a ressurreição e localizar o corpo desaparecido do já falecido e crucificado Jesus de Nazaré, a fim de subjulgar a revolta eminente. Conforme ele apura os fatos e ouve depoimentos, suas dúvidas sobre o evento milagroso começam a sumir. Dirigido por John Huston.

Respire (França, 2014)

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Respire (França, 2014)
Charlie (Joséphine Japy) tem 17 anos. A idade das paixões, das emoções, das convicções. Educada e bem-comportada, Charlie é imediatamente atraída por Sarah (Lou de Laage), a nova aluna da escola. Encantadora e de temperamento difícil, ela se aproxima de Charlie. Íntimas, as jovens dividem intimidades e segredos até que, um dia, seu relacionamento começa a mudar, podendo gerar consequências trágicas. Dirigido por Mélanie Laurent.
Respire fundo:
Mélanie Laurent encarou a direção deste grande filme depois de muitas experiências como atriz. Por exemplo, ela chegou a atuar em Bastardos Inglórios (2009, de Quentin Tarantino), Trem Noturno para Lisboa (2013, de Bille August) e O Homem Duplicado (2013, de Denis Villeneuve). Ela é uma lida atriz que não tem como não ser percebida nas telonas.
Este filme é baseado no romance da autora francesa Anne-Sophie Brasme e é um filme com um clima tenso e um desfecho sensacional. Pode entrar na lista dos melhores finais que eu já vi em filmes. Na história, após duas garotas se conhecerem na escola, a relação entre elas vai sendo transformada e o limite de sua liberdade vai se confundindo com a amizade. Charlie (Joséphine Japy) tem 17 anos e possui uma vida tranquila na escola até que surge Sarah (Lou de Laâge), animada e muito segura de si. Elas viram melhores amigas, começam a conviver demasiadamente juntas e compartilhar momentos e segredos. Até aí podemos identificar diversas situações semelhantes no mundo real. Mas a chave aqui são as consequências. O filme foca na amizade que é formada e nas atitudes de cada pessoa perante o limite que é atingido, principalmente o limite da tolerância. Discute como relações íntimas de amizade e dependência podem ser boas somente até certo ponto e o quanto, de fato, não conhecemos o outro tão bem quanto pensamos conhecer.
É um dos grandes dramas do cinema francês, com boas atuações e uma grande direção sobre um roteiro envolvente e surpreeendente. No final, alguns espectadores vão ficar sem ar, outros vão respirar melhor. Experimente e diga como foi contigo. Com nossa protagonista sofrendo de asma e com a última cena do filme, podemos dizer que há uma forte coerência do título com o resultado. Então, respire fundo até lá!

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Fontes:
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Colin, um jovem rico, quer se apaixonar. Com a ajuda de seu cozinheiro Nicolas e de seu melhor amigo, Chick, ele conhece Chloe, com quem se casa. Mas logo após seu casamento, Chloe fica doente. Ela tem um lírio de água crescendo em seu peito. Arruinado por despesas médicas, Colin recorre a métodos cada vez mais desesperados para salvar a vida da amada. Dirigido por Michel Gondry.

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