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A Ressurreição de Jesus:

Lançado recentemente nos cinemas, este é um filme focado em algumas das passagens mais importantes da Bíblia Sagrada, que trata da ressurreição de Jesus Cristo, mostrado as suas aparições após a crucificação. O filme parte do evento da crucificação do nazareno e a trama vai se desdobrar sobre os acontecimentos que ocorrem após isso.

Um incrédulo, Clavius, interpretado por Joseph Fiennes, é o chamado tribuno de Pilatos, um soldado romano encarregado de encontrar o corpo do nazareno, que sumiu após completar 3 dias de falecido. Esse “encontro” de um homem comum com Jesus é abordado de uma forma que agrada, quanto mais por se tratar de um homem que está do lado romano com o salvador que estava supostamente morto. Acompanhamos o ponto de vista do tribuno, pois ele é o personagem principal; seus questionamentos, dilema, e sua bela transformação ocorrem ao longo do filme. Segundo Mickey Liddell, um dos produtores, “Ele não está procurando o corpo de Cristo para seguir sua agenda política ou religiosa. Ele está só seguindo ordens”. As cenas das aparições de Jesus após sua suporta morte são bem parecidas com o descrito na Bíblia, sendo este mais um ponto forte do filme.

Clavius é uma representação fiel da conversão do homem. Ao longo de sua jornada, ele não se conforma em não encontrar o corpo, se surpreende com o comportamento dos apóstolos e testemunhas de que Jesus de fato ressuscitou. O ator Joseph Fiennes, protagonista de Sheakspeare Apaixonado (1998), interpreta o tribuno.

A relação e encontro dos homens com Cristo (Novo Testamento) e com o Deus do Antigo Testamento ocorre muitas vezes na Bíblia e foi tratada em grandes filmes como Jesus de Nazaré de Franco Zefirelli (1977) e Os Dez Mandamentos (1956), de Cecil B. DeMille. Dois grandes diretores e dois grandes filmes. Cuidado para não confundir com Os Dez Mandamentos “da rede record” que eu nem me arrisco a assistir.

Particularmente não gosto de filmes católicos, evangélicos, cristãos, espíritas ou o que seja, que procuram forçar a barra para uma crença específica sem respeitar as diversas opiniões e nos evita a pensar de forma mais abrangente, como é o exemplo do filme Deus “Não” Está Morto, que já tem uma continuação nos cinemas, assim como outros títulos que assisti e não me recordo do nome. Mas este filme atende ao que se propôs, já que respeita as narrações da Bíblia e possui bons diálogos e um ponto de vista diferente. Vai agradar com certeza a quem acredita no Deus da Bíblia e na ressurreição de Jesus Cristo como salvador, mas também deve agradar aos céticos e outros que, no mínimo, podem substituir a leitura bíblica pelo filme, já que normalmente não há predisposição para ler a mesma.

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Fontes:
http://tommo.com.br/ressurreicao-o-filme-chega-aos-cinemas-esta-quinta/

Tags Relacionadas Bíblia, centurião, Clavius, DeMille, Deus, Dez Mandamentos, Jesus, John Huston, Joseph Fiennes, Pilatos, Ressurreição, romano, tribuno, Zefirelli
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1 Comentário

  1. […] Ressurreição (“Risen”) (2016): Um dos últimos bons filmes desse estilo que passou pelo cinema. Joseph Fiennes interpreta um centurião romano agnóstico e cético que tem a tarefa de localizar o corpo desaparecido do já falecido e crucificado Jesus de Nazaré. Conforme ele apura os fatos e ouve depoimentos, suas dúvidas sobre o evento milagroso começam a sumir. Dirigido por John Huston, a trama tem seu ponto forte em mostrar o ponto de vista de um incrédulo com oportunidade de transformação. […]

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