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It: A Coisa (2017)
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Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)
Drama Filmes Romance

Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)

O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

1 ano de blog
Drama Filmes Romance

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Neste mês de outubro de 2012 o meu blog faz 1 ano. Fico contente em ter cumprido a meta pessoal de postar 3 filmes por mês, não somente indicando, mas também pesquisando bastante para fazer uma postagem com conteúdo, incluindo - da forma mais clara que consegui - a minha visão sobre cada filme. Os filmes favoritos ficam marcados com o ícone da estrela e com o nome "FAVORITOS".

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Secretária (EUA, 2002)

Secretary (EUA, 2002)

Reconhecer um único gênero para este filme é complicado. Comédia? Drama? Erótico? Um misto dos três é mais adequado. O mais relevante é que o diretor Steven Shainberg consegue criar uma história envolvente e diferente dos padrões tradicionais de romance, amor e sexo. Bastante não-convencional, pode causar estranheza. Para quem tem a mente mais aberta, a identificação com o filme é forte. Mesmo diretor de A Pele (2005), mais um filme não convencional, com Nicole Kidman e Robert Downey Jr.

Nada de paixão com romance tradicional, clichês ridículos como podemos conferir em muitos filmes. Imagine uma secretária, interpretada por Maggie Gyllenhaal, provavelmente em seu melhor momento como atriz (reconheço também sua atuação no divertidíssimo Histeria, de 2011), que acaba de sair de uma clínica psiquiátrica e passa a ter este trabalho com um chefe difícil e diferente, o advogado interpretado por James Spader. Eles acabam desenvolvendo uma relação exótica, que mistura submissão, aceitação do outro, pequena dose de romance e dependência (o menos importante para eles) com uma série de jogos envolvendo dominação e total submissão. Nos jogos, ambos desempenham muito bem os seus papéis. Isso melhora ainda mais com a grande atuação dos protagonistas.

Estamos acostumados ainda com essa visão da secretária que se apaixona pelo chefe, daquelas que sofrem o assédio moral e sexual e todas as formas como isso se destrincha. Mas este filme quebra o tradicional, mostrando um outro lado, interessante, através da relação dos dois personagens. Quando reclamações do chefe, a respeito dos erros de datilografia da secretária, passam a vir juntas com sessões de palmadas nas nádegas e outros castigos mais perversos, percebemos a dimensão tomada, deixando o filme bem interessante. Um pouco de sadomasoquismo e gosto sexual curioso e diferenciado. James Spader resgata sua experiência em papéis controversos, como já apresentou em Sexo, Mentiras e Videotape (1989) e Crash – Estranhos Prazeres (1996), mas em Secretária ele consegue ser único.

Quando esperamos que o filme caia no drama, ele cai na comédia. Quando esperamos que ele entre pelo lado da comédia romântica, ele cai no erotismo. Assim é bom, ser surpreendido pelas próximas cenas. Maggie Gyllenhaal faz a sua parte, dando um show de interpretação e sensualidade. Sua interpretação da secretária submissa, mas deixando claro que faz aquilo que quer e sente prazer nisso, faz o filme humilhar outras tentativas fracassadas, como Cinquenta Tons de Cinza (2015), que em algum momento acaba caindo na mesmice do romantismo clichê.

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Fontes:
http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/secretaria/

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