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A família Lambert, formada por Josh (Patrick Wilson), Renai (Rose Byrne) e os filhos Dalton (Ty Simpkins) e Foster (Andrew Astor), acaba de se mudar. Logo, uma das crianças entra em coma de forma inexplicável, o que faz os pais pensarem que a nova casa abriga algum tipo de espírito do mal. Mas eles logo se mudam do local e nos dias seguintes acabam descobrindo que o problema não estava na casa e sim no próprio filho. Dirigido por James Wan.
Insidioso                                                       
Está cada vez mais difícil fazer filmes de suspense ou terror que sejam bem vistos pela crítica e pelo público. Até os grandes sustos e os arrepios estão mais difíceis de serem arrancados do espectador exigente. O filme “Insidious” reúne duas coisas que me fazem valorizar um filme deste gênero: clima sinistro com sustos e uma história interessante. Muitas vezes, antes do susto – e mais importante do que este – vem o suspense gerado, a tensão causada pela cena, os arrepios e a adrenalina causada pelo medo; às vezes está tão óbvio que algo vai acontecer e, mesmo assim, quando acontece o susto é inevitável (é o momento onde elementos essenciais, como o som, são bem utilizados). Um filme de terror tem que conseguir a atenção do espectador, envolvê-lo no clima de querer sentir essa adrenalina, e causar sustos de forma criativa. Às vezes nem precisa de susto para causar arrepios. Um exemplo para ser relembrado é a cena no grande filme “O Orfanato” (“El Orfanato”, Espanha, 2007), de Guillermo del Toro, quando a protagonista evoca espíritos de garotos através de uma brincadeira do tipo pique esconde (Un, dos, tres, toca la pared). Realmente sinistro.
“Sobrenatural” tem uma introdução bem bacana e original. Após a primeira cena e a apresentação do título do filme, o diretor deve a idéia de mostrar várias imagens, quase estáticas, enquanto são apresentados os créditos iniciais. Cada imagem mostra um cômodo de uma casa, sendo que algo se mexe nas sombras, algum objeto sai do lugar, entre outros movimentos que podem ser percebidos; ou seja, preste bem atenção em cada uma dessas imagens. A música de fundo é sinistra e combina com as cenas. Depois disso, temos um filme com vários momentos de susto, dá até para se acostumar com eles logo (ou não). O roteiro é muito bom, explorando um assusto bem estudado na vida real: o coma e a possibilidade de deixar o corpo físico e viajar em projeção astral. Só que a situação é explorada de forma sinistra, introduzindo o suspense que vai acompanhar o filme inteiro. Enquanto se encontra em estado de coma, o garoto pode ser aprisionado por espíritos demoníacos. As coisas acontecem primeiramente de forma insidiosa, ou seja, aparecem vagarosamente, furtivamente, aos poucos e sem apresentar sintomas específicos. E logo depois tudo sai do controle. As reviravoltas são boas, enganam o espectador e o final não é óbvio.
Considerado um dos melhores filmes de assombração já feitos, “Sobrenatural” reúne os criadores de duas das séries de terror populares: o diretor James Wan, responsável por “Jogos Mortais” (2004) e o produtor Oren Peli, que dirigiu “Atividade Paranormal” (2007). O roteiro é de Leigh Whannell, parceiro de James Wan em “Jogos Mortais” (2004). As filmagens da sequência (“Insidious – Chapter 2”) já começaram, para se ter uma idéia do sucesso deste primeiro filme. Ainda não há detalhes sobre a trama, apenas sabe-se que a família protagonista do primeiro filme voltará a aparecer.

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Fontes:
http://omelete.uol.com.br/forca-sobrenatural/cinema/sobrenatural-2-estreia-em-agosto-de-2013/

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