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Estilo “câmera na mão”:
A Noruega é um país que não tem uma grande tradição cinematográfica, vale a pena conferir o resultado deste filme. Assim como Cloverfield ou A Bruxa de Blair, Troll Hunter é como um pseudo-documentário, onde estudantes acompanham, com uma câmera, um misterioso caçador na Noruega, tentando descobrir o que ele caça com tanta discrição. Filmes deste tipo dão um realismo maior às cenas e a oportunidade de se sentir na pele dos personagens, visto que assistimos na perspectiva de primeira pessoa.
O diferencial neste é que, ao mesmo tempo em que acompanhamos as belíssimas paisagens da Noruega, existem cenas interessantes e desesperadas das criaturas medonhas. Ou seja, o monstro não fica camuflado, escondido, ele é exibido completamente antes de se chegar ao meio da história, deixando o espectador contemplar a criatura como um todo. Os efeitos visuais são excelentes, dando uma boa experiência de visualização.
Troll – a mitologia no filme – SPOILER:
Os trolls são seres temíveis saídos do folclore escandinavo. Na maioria das vezes são representados como criaturas enormes, uma visão nórdica dos gigantes, com orelhas e narizes muito grandes e que gosta de viver no subsolo, sendo este o seu refúgio contra o Sol, que pode transformá-lo em pedra com o contato. É uma criatura presente na fantasia de certos RPGs, videogames, livros de espada e feitiçaria, entre outros elementos medievais. A Noruega é um país onde o mito tem uma grande importância, pois possui ainda profundos bosques somados às belíssimas paisagens naturais, com uma cultura que acredita na existência de trolls.
No filme, o caçador Hans explica o comportamento desta criatura, os tipos de Troll e seus costumes, chega a reconhecer um lugar onde houve uma batalha entre trolls (“Trolls da montanha e trolls da floresta lutaram aqui. Eles atiraram pedras uns nos outros.”). Temos até um toque de fábula mostrando que a criatura percebe a presença dos cristãos, o cheiro do seu sangue. Interessante o caçador considerar a criatura como uma espécie de animal irracional, inclusive estúpido, dedicando-se também à não extinção deste, ao mesmo tempo em que precisa fazer o seu trabalho sujo, sendo encarregado de matar as criaturas, procurando o mínimo de sofrimento ao abatê-las. O respeito e preservação da natureza é uma característica marcante na cultura norueguesa.
Outro elemento marcante é a forma como o governo elimina as pistas da existência de Trolls, usando ursos e técnicas para camuflar os locais onde os seres apareceram. Existe um órgão responsável por gerir e acompanhar o deslocamento das criaturas, obviamente de forma secreta, simulando ataques de ursos contrabandeados aos rebanhos atacados pelas criaturas, usando pegadas falsas, entre outras estratégias.
A mitologia em torno da criatura é outro aspecto no filme, que mostra como ela não pode ser exposta à luz solar ou se torna pedra (o interessante é que isto é cientificamente explicado). Temos algumas cenas que dão um certo aspecto medieval, em uma delas Hans – vestido como uma espécie de cavaleiro medieval – enfrenta um Troll numa ponte; em outra ele vem correndo pela floresta e gritando trolllllllllll… como nos filmes de aventura medieval.

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