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Ove:
Esse ano o Oscar indicou três dramas e duas comédias para concorrer a melhor filme estrangeiro. Entre as comédias, temos este que se tornou o quinto filme mais visto na história do cinema sueco. É tão divertido quanto profundo. Baseado no bestseller de Frederik Backman, que vendeu mais de 700 mil exemplares pelo mundo, ele apresenta Ove, um típico rabugento da terceira idade, que possui várias obsessões a respeito de que as pessoas devem seguir as regras e acaba tendo vários conflitos com seus vizinhos, já que o cenário base do filme é um condomínio, imagine só. Ove segue uma rotina, vista por quem está de fora, como algo insuportável: checa as garagens, anota as placas dos carros estacionados de forma inadequada, prende as bicicletas dos jovens arruaceiros, reclama com os motoristas que dirigem na área proibida do condomínio… enfim. Ao mesmo tempo, ele é um senhor triste, perdeu a esposa e possui tendências suicidas. Até nas cenas fortes, onde o personagem tenta cometer suicídio, existe a leveza que a comédia proporciona, já que várias fatores começam a interromper o seu ato, aborrecendo-o mais ainda.
Ove é interpretado por Rolf Lassgård numa atuação memorável, nos fazendo rir e se emocionar várias vezes. A chegada de novos vizinhos é o que acaba mudando a sua vida. O filme procura mostrar que sentir-se amado é essencial para a sobrevivência, que a convivência com outras pessoas é importante, principalmente quando Ove deixa de ser egoísta e começa a ajudar os seus vizinhos. Afinal, todos têm problemas e a solidariedade é o melhor remédio. Essa proposta fica muito bem no cenário de uma Suécia multirracial, aberta aos imigrantes e novas culturas.

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Fontes:
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/um-homem-chamado-ove/

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