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Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.

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Considerando a importância deste personagem no universo da Marvel, especialmente para os fãs do Homem-Aranha, e o fato de ser um filme que trata de um vilão, quem estava esperando uma história mais sinistra e pesada, vai encontrar o inverso. Mesmo com uma cena de abertura dando um tom de ficção com terror. Já começando pelo protagonista interpretado pelo Tom Hardy, ele é cômico e sua interação com o organismo alienígena que toma o seu corpo, no que diz respeito aos diálogos entre os dois, também é engraçada. O Venom dentro dele não somente se torna mais um elemento divertido, como também é facilmente convencido a não ser tão mal quanto muitos fãs podem desejar que fosse. Inadequadamente tarjado como ficção científica, suspense e terror, esse filme tem somente o aspecto da ficção científica se sobressaindo… além da ação e comédia.

A dinâmica entre Tom Hardy e Venom consegue ser interessante. Quando se funde ao simbionte e surge Venom, a comunicação entre os dois garante cenas divertidas e vai de acordo com algumas passagens do filme que falam sobre o poder da mente vencendo o corpo, a importância da meditação e a frase de efeito: não existe “não pode”. É quase um demônio dentro de uma pessoa que busca conquistas positivas e precisa conviver com esse conflito interno. Senti, inclusive, mais força no humano do que no monstro. Ao menos conseguiram manter fidelidade ao apresentar o ponto fraco do vilão.

O surgimento do Venom é simplificado na trama pois não temos o mega evento das Guerras Secretas que ocorre no espaço, então a opção foi o tradicional organismo alienígena que ninguém deveria chegar perto. O pior é que o nível de maldade ficou duvidoso. Ademais, sobre o personagem Eddie Brock (Tom Hardy), antes de conviver com o Venom, faltou certa coerência quando ele foi apresentado como um jornalista ético e a favor da verdade, mas se aproveitou de uma pessoa próxima (que diz amar) para divulgar um furo a favor da matéria. Por sinal, todo o desenrolar da relação dele com Anne Weying (Michelle Williams) e tendo que conviver ao mesmo tempo com o Venom, ficou desagradável na trama, o que é um desperdício de dois atores excelentes.

Não encontrei muitas referências aos quadrinhos, mas tampouco sou um conhecedor do universo do Homem-Aranha. Existe uma menção sobre um equívoco jornalístico vivenciado pelo Eddie Brock no inicio do filme, semelhante aos quadrinhos onde algo assim gerou o ódio dele pelo Peter Parker e daí o Venom se tornou seu arqui-inimigo. Enfim, as referências legais e explícitas estão nos pós créditos (sim, e temos dois) que achei coerente com o que deve vir pela frente para o universo do Homem-Aranha e acima da média em se tratando dos pós créditos da Marvel. Outra coisa boa que chamou atenção foi a trilha sonora, já que existem duas musicas exclusivas: uma chamada “Venom” e outra com a palavra “Aranhaverso” no título.

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