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Proteção: filme nacional chegando… sobre epidemia
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Proteção: filme nacional chegando… sobre epidemia

O filme nacional Proteção, impactado pelo atual cenário de pandemia, é uma ficção científica que discorre justamente sobre uma epidemia... uma epidemia intitulada como a "peste branca". Promete render boas discussões ao jogar o espectador num dilema: "Você entregaria a cura para salvar a vida do seu inimigo?". Roteiro e direção de Alberto Sena.

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Baseado na história real da Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunkirk, operação militar que aconteceu no início da Segunda Guerra Mundial. Tropas britânicas e aliadas cercadas por forças inimigas, encurralados na praia e com o mar em suas costas, enfrentam uma situação impossível à medida que os inimigos se aproximam. Dirigido por Christopher Nolan.

72 horas (“The Next Three Days”)

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72 horas (EUA / França, 2010)

John Brennan (Russell Crowe) é um professor universitário que leva uma vida perfeita, até sua esposa Lara (Elizabeth Banks) ser acusada de ter cometido um crime brutal. Ela jura que não é a autora do crime. Após três anos de recursos judiciais sem sucesso, John percebe que o único meio de ter sua esposa de volta será tirando-a da prisão. Só que ele tem apenas 3 dias para elaborar o plano e executá-lo.
Porque gostei muito:
Tenho uma forte queda por cenas de fuga, mais do ponto de vista do fugitivo e menos do perseguidor, por isso a minha opinião sobre este filme é muito suspeita. Quando um filme apresenta uma proposta que te agrada e, no desenrolar das cenas acaba ocorrendo aquilo que você gostaria mais algumas coisas que te surpreenderam, não tem como explicar a sensação. A partir do momento em que, na trama, começa de fato a fuga, a ação no filme não para, a tensão é alta, e o desenrolar das coisas se encaixa com cenas anteriores, onde o protagonista estava em fase de aprendizado e planejamento. As cenas ficaram bem realistas, até porque o roteirista e diretor Paul Haggis soube inserir dois elementos importantes que foram um diferencial: a sorte e o improviso. Também gostei da conclusão da história, que acabou sendo o final que imaginei para o filme. O ator Russel Crowe está ótimo como um homem comum que precisa tomar atitudes extremas, tendo que agir antes que seja tarde demais. Bem interessante como o personagem recorre à internet onde existem várias informações úteis para o seu objetivo, tais como arrombar fechaduras; chega até a conseguir encontrar um ex-prisioneiro que escapou inúmeras vezes da prisão, interpretado pelo Liam Neeson. O filme pode ser dividido em duas partes, na primeira metade temos a dramática da situação, na segunda temos a correria alucinante.
Refilmagem:
É uma refilmagem do filme francês Pour Elle (2007). O diretor Paul Haggis escolheu Russell Crowe apostando que ele é um ator capaz de interpretar um homem ordinário que precisaria enfrentar circunstâncias extraordinárias. Ele também acrescentou o seguinte questionamento sobre a temática do filme: “Você salvaria a mulher que ama se soubesse que isso te transformaria em um homem que essa mulher não poderia voltar a amar?”.
A confusão:
Engraçado, quando eu indicava o filme 72 Horas, algumas pessoas confundiam com o filme 172 Horas, um drama baseado na história real do alpinista Aron Ralston, que ficou preso 5 dias numa montanha de Utah (EUA) com uma fenda em seu braço (interpretado por James Franco que foi indicado ao Oscar pela sua atuação neste filme). A confusão foi maior pelo fato de que os dois filmes estavam em cartaz mais ou menos na mesma época. Enfim, recomendo assistir logo aos dois. 

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Fontes: 

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