A Greve (Stachka, Rússia, 1925)
Eu indico A Greve (Rússia, 1925) Em 1912, durante o
Eu indico A Greve (Rússia, 1925) Em 1912, durante o
Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato. Dirigido por Matthew Vaughn.
Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

Arrival (EUA, 2016)
Quando seres interplanetários chegam na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para estabelecer comunicação e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade. Dirigido por Denis Villeneuve.
Ficção para pensar:
Assistir a uma ficção científica como esta é uma experiência de vida. A palavra ficção – ato ou efeito de fingir; fingimento; elaboração; criação imaginária, fantasiosa ou fantástica; fantasia – nos remete a coisas fora da realidade. Porém, esse filme usa desse conceito e acaba sendo extremamente realista, humano, justamente num momento onde o mundo precisa receber esse tipo de mensagem. Que bom que o diretor canadense Denis Villeneuve acertou mais uma vez, depois de excelentes filmes como Incêndios (2010), Os Suspeitos (Prisoners, 2013), O Homem Duplicado (Enemy, 2013) e Sicario: Terra de Ninguém (2015). Melhor ainda saber que ele será o cineasta a dirigir Blade Runner 2, previsto para 2017, próximo ano.
Em A Chegada, contamos com a grande atriz Amy Adams em mais uma ótima performance. Ela é a Dra. Louise Banks, uma linguista convocada pelo governo americano para um grande desafio incomum: dialogar com alienígenas de uma das doze naves que pousaram no planeta terra. O roteiro parece simples, mas principalmente no clímax vemos como o filme é original e grandioso. Não pretende ficar mostrando muitas cenas de ação, com guerras insanas entre a humanidade e alienígenas; ele é focado no diálogo entre os seres, sendo que existe um clima tenso e muito mistério, pois não se sabe as intenções dos seres extraterrestres. No cartaz do filme tem a pergunta que não quer calar: “Por que eles estão aqui?”.
Não é preciso dizer que a resposta é mais do que uma simples e óbvia resposta, pois o filme nos leva a grandes mensagens em torno dessa proposta de que a comunicação efetiva pode ser a solução para muitos problemas. Mais ainda, sobre entender o próximo e compreender a si mesmo. Tem também um apelo para a questão da união entre os povos, esforço coletivo em busca de um mesmo objetivo, mas que deve ser um objetivo de paz. A ficção e drama se unem para nos deixar um filmaço, que agrada pelas cenas de contato com os seres e todo o mistério que ronda isso, assim como pela parte dramática, relacionamentos, família.
Junto a tudo isso temos a belíssima trilha musical de Jóhann Jóhannssson, providencial, até sinistra em alguns momentos. Atuações, principalmente da Amy Adams, roteiro e montagem são também pontos fortes. O filme tem alguns flashbacks que parecem soltos, mas depois tudo se encaixa se você compreender a mensagem em relação à questão do tempo.
Recordei do filme Contato, de 1997, mais uma grande ficção, de Robert Zemeckis com Jodie Foster e Matthew McConaughey, no qual existe um primeiro contato com uma inteligência extraterrestre e uma cientista que tenta entender a mensagem. Ambos os filmes deixam uma bela mensagem para a humanidade, e este A Chegada é, sem dúvida, uma das melhores ficções científicas já feitas e um dos grandes filmes deste ano de 2016.
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Fontes:
https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/criticas/2016/11/critica-a-chegada
http://www.comboinfinito.com.br/principal/critica-a-chegada-e-um-filme-inteligente-impactante-e-memoravel/
Holy Motors (França / Alemanha, 2012)Oscar (Denis Lavant) transita solitário em vidas paralelas, atuando como chefe, assassino, mendigo, monstro, pai... Mergulha profundamente em cada um dos papéis e é transportado por Paris e arredores em uma luxuosa limusine, comandada pela loira Céline (Edith Scob). Ele é um homem em busca da beleza do movimento, da força motriz, das mulheres e dos fantasmas de sua vida. Dirigido por Leos Carax.
[…] – A Chegada (EUA) “Por que eles estão aqui?”. A resposta a essa pergunta é uma revelação interessante, […]