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Nossa lista anual é sempre disponibilizada perto ou logo após o Oscar. Os 10 melhores do ano passado para você concordar, discordar ou correr para assistir! Alguns deles possuem resenha aqui no site, é só clicar no título. Dessa vez tivemos metade da lista com filmes não americanos, sendo 2 brasileiros, 1 mexicano, 1 francês e 1 coreano.

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Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

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Cinema é uma Droga Pesada

‘Cinema é uma Droga Pesada’, do diretor e roteirista Cédric Kahn, estreou em 11 de abril em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Distribuído pela Bonfilm, a produção aborda com humor os problemas enfrentados por uma equipe para realizar seu filme. Primeiramente, o longa esteve na programação do Festival Varilux 2023 com o título “Making Of” e fez sua première mundial no país, antes de ser exibido comercialmente na França.

Cartaz oficial do filme ‘Cinema é uma Droga Pesada’ (Créditos: Divulgação / Bonfilm)

Cédric Kahn iniciou sua carreira como montador em 1987, trabalhando ao lado de Yann Dedet nas filmagens de Sob o Sol de Satã (1987), de Maurice Pialat. Entre os títulos dirigidos por ele estão “Vida Selvagem” (2014), “A Prece (2018) e “Feliz Aniversário” (2019). Por “O Processo Goldman’, trabalho exibido em Cannes no ano passado, recebeu três indicações ao César 2024 nas categorias: melhor direção, melhor filme e melhor roteiro – junto com Nathalie Hertzberg.

Cédric Kahn fala sobre seu filme

“Este filme é um compilado de três projetos cinematográficos. O primeiro gira em torno dos trabalhadores em greve, o segundo segue um exausto e desgastado diretor que está preso em suas próprias contradições entre sua ética profissional e suas ambições, e o terceiro se concentra na filmagem de um making of que centra nos trabalhadores e não no filme”, o diretor comenta e completa: “Para mim essas histórias ao serem reunidas se tornam uma comédia social, tendo o cinema com pano de fundo, num mundo que defende causas nobres ao mesmo tempo que reproduz desigualdades sociais”.

Inegavelmente, essa fala do diretor expressa um pouco de tudo o que um espectador vai contemplar nesse filme. Brincando com a metalinguagem de usar o cinema para falar de cinema, certamente vai agradar o público ativo que prefere assistir nas telonas, assim como estudantes de cinema. Além do mais, aborda o processo criativo do cinema, por certas vezes conturbado, assim como os complicadores da indústria cinematográfica.

Denis Podalydès interpreta o diretor Simon em ‘Cinema é uma Droga Pesada’ (Créditos: Divulgação / Bonfilm)

Só para ilustrar, imagine Simon, um diretor (aqui interpretado pelo Denis Podalydès, de “O Melhor Professor da Minha Vida”) que enfrenta diversos problemas para conseguir concluir seu filme. Ademais, o roteiro vai ganhando camadas interessantes quando Simon aceita filmar o making of do próprio filme. Um jovem ator é convidado para dirigir o making of e, ao se esforçar neste papel, captura a confusão instalada e percebe que seu making of pode acabar sendo melhor que o próprio filme!

Personas em ‘Cinema é uma Droga Pesada’

Com essa premissa entram em cena figuras comuns no mundo cinematográfico. Primeiramente, temos o ator protagonista egocêntrico e arrogante (Jonathan Cohen, de “Exército de Ladrões: Invasão da Europa”); também aparece a atriz que fica na sombra de seu parceiro de filmagem (Souheila Yacoub, de “Duna 2” e “O Próximo Passo”); o produtor manipulador que desaparece em meio ao caos (Xavier Beauvois, de “Albatros”); e o jovem aspirante a roteirista que quer largar o emprego na pizzaria para entrar na indústria do cinema (Stefan Crepon, de “Peter von Kant” e “Lupin”). No elenco também temos Emmanuelle Bercot (“Enquanto Vivo”) como a fiel assistente de Simon. Demasiado interessante nos permitir conhecer esses bastidores enquanto torcemos para que o filme consiga ser concluído. Quem vê a fluidez ao assistir um filme, não sabe o esforço que é produzi-lo.

Recentemente pudemos conferir nos cinemas ‘O Melhor Está Por Vir”, do veterano Nanni Moretti, que também dialoga com questões parecidas. O próprio Nanni Moretti interpreta um cineasta italiano que enfrenta dificuldades ao rodar um filme sobre a Revolução Húngara de 1956. Por analogia, recordemos de outros ótimos usos de metalinguagem em filmes como ‘Mais Estranho que a Ficção’, de Marc Forster, que aliás brinca com o dilema do final feliz versus o final correto, e também o maravilhoso ‘Plano-Sequência dos Mortos’ (One Cut of the Dead), filme japonês dirigido por Shin’ichirô Ueda, um show de metalinguagem e plano-sequência.

“Ninguém abandona o cinema. Morremos no set. Cinema é uma droga pesada.”

Por fim, alguns depoimentos a respeito de ‘Cinema é uma Droga Pesada’

“Um filme dentro de um filme, hilário e cheio de profundidade”. Le Figaro

“Tal como Truffaut em A Noite Americana, Cédric Kahn parece acreditar que o sucesso de um filme é sempre um milagre. É isso que seu filme mostra: a conspiração implacável de forças opostas e, de repente, o surgimento de uma resolução. O filme consegue nos fazer desejar um milagre e nos fazer torcer para que tudo acabe bem”. Les Inrockuptibles

“Neste longa que também conta com algumas sequências ultra-românticas, rimos muito das desventuras do herói e das situações impossíveis que ele deve enfrentar”. Le Parisien

CINEMA É UMA DROGA PESADA / Making Of

2023|Drama|1H59|Distribuição:Bonfilm|12 anos

Direção: Cédric Kahn

Elenco: Denis Podalydès, Jonathan Cohen, Emmanuelle Bercot, Stefan Crepon

Sinopse: Simon, um diretor experiente, começa a rodar um filme sobre a luta dos trabalhadores para salvar sua fábrica. Contudo, nada sai como planejado. Primeiramente sua produtora deseja reescrever o final, sua equipe entra em greve, sua vida pessoal está em ruínas; e para piorar as coisas, o ator principal é sobretudo um desagradável egocêntrico. Ao mesmo tempo, Joseph, um jovem que deseja entrar na indústria do cinema, aceita dirigir o making of. Ele leva seu papel muito a sério e começa a capturar toda a confusão, provando que o making of pode às vezes ser bem melhor que o próprio filme!

Lançamentos da Bonfilm no primeiro semestre de 2024

Além de “Cinema é uma Droga Pesada”, de Cédric Kahn, que foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês com o título “Making Of”, a Bonfilm lança ainda neste primeiro semestre Maestro(s)”, de Bruno Chiche e “Disfarce Divino”, de Virginie Sauveur. Os títulos “A Viagem de Ernesto e Celestine”, de Jean-Christophe Roger e Julien Chhengos, e “O Livro da Discórdia”, de Baya Kasmi, estrearam em fevereiro e março, respectivamente. 

Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 13 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas e somou um público de mais de um 1,1 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e que já teve uma edição em São Paulo, além de cinemas de todo Brasil.

Para outras informações, entre em contato com

Jéssica Riquena :: jessica.riquena@agenciafebre.com.br 21- 96578-0710 

Katia Carneiro :: katia.carneiro@agenciafebre.com.br  21- 99978-2881

Tags Relacionadas Bonfilm, Cédric Kahn, cinema, Cinema Drive-in, Cinema é uma Droga Pesada, festival varilux, filmes, making of
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