Search

Você pode gostar disso:

cryingtonguesecret
Hebe – A Estrela do Brasil (Brasil, 2019)
Ficção Científica Filmes Na pré Suspense Terror

Hebe – A Estrela do Brasil (Brasil, 2019)

Durante o período de transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz e única autora de sua própria história. Dirigido por Maurício Farias.

punkhappy
TOP 10 filmes de terror disponíveis na Netflix
Ficção Científica Filmes Na pré Suspense Terror

TOP 10 filmes de terror disponíveis na Netflix

Procura um filme de terror de verdade para assistir no sofá? Sendo assim, selecionei 10 filmes disponíveis na Netflix que considero grandes produções do gênero. Além do mais, todas as opções possuem um bom roteiro, conteúdo minimamente admirável.

Ficção Científica Filmes Na pré Suspense Terror

Anna dos 6 aos 18 (Rússia, 1993)

Eu indico Anna: Ot shesti do vosemnadtsati (Rússia, 1993) O

moustachetongueangrypunk

Doutor Sono (2019)

Doctor Sleep (EUA, 2019)

Stephen King escreveu poucas continuações, embora tenha algumas histórias em série, como a saga A Torre Negra, contendo 7 livros, e a trilogia Mr. Mercedes que ganhou um seriado excelente. Apesar disso, seus personagens tendem a aparecer ou serem citados novamente em várias de suas histórias. Doutor Sono é de fato a continuação de O Iluminado, tendo o garotinho Dan Torrance da primeira história, agora um homem de meia idade. Apesar de ter lido muitas obras do escritor, não conheço Doutor Sono, então vou avaliar o filme sem comparação com o livro.

Não é segredo que o filme vem carregado de referências ao primeiro, eu senti uma revisitada à atmosfera do Hotel Overlook, o que deixou uma interessante característica de seguência com muita nostalgia. Por outro lado, um enredo insistindo na repetição de eventos – ocorridos em O Iluminado – estragou muito do mistério e do suspense. Em muitos momentos, percebemos o que está por vir.

É um filme acessível mesmo para não entendedores de King, pois um dos primeiros diálogos resume didaticamente o que significou os eventos no primeiro filme, um resumo qualificado do que ocorreu no hotel. Após essa preparação, vem uma interessante história com outras pessoas iluminadas além do Dan, expandindo esse universo onde todos temos um certo “brilho”, alguns mais conscientes do poder, mas poucos o tendo intensamente. A trama acrescenta um grupo denominado Verdadeiro Nó, que se alimenta de iluminados, liderado pela personagem de Rebecca Ferguson. A história é bem criativa e parece plausível – afinal, vem da cabeça de Stephen King.

Falando no mestre, lembremos que ele reprovou a versão cinematográfica de O Iluminado, comandada por Stanley Kubrick em 1980, por conter divergências com a obra. E agora, o diretor Mike Flanagan coloca Doutor Sono como uma continuação direta da versão de Kubrick. Não procurei saber se o escritor aprovou essa, mas afirmo que houve acerto em explorar bem os enfrentamentos atuais do personagem Dan, saindo do frio do Colorado onde fica o Hotel para encarar o calor atual onde ele vive, na Flórida, com suas batalhas. As batalhas mentais estão bem ilustradas em tela, é o ponto máximo do filme. De brinde, um elenco de destaque: Ewan McGregor misturando vulnerabilidade e maturidade; a garotinha Kyliegh Curran mostrando força e coragem, afinal ela é uma nova protagonista; e Rebecca Ferguson muito boa como uma vilã cruel e sedutora.

Algumas baixas no enredo incomodaram, como decisões com pouco sentido e desculpas para revisitar trechos do primeiro filme. É natural que uma sequência tenha referências, mas ficar muito na sombra de algo que foi muito bem recebido significa que não houve ousadia, parece que o diretor não quis arriscar ou então o roteiro não permitiu. De uma forma ou de outra, faltou ousadia. Uma discussão envolvendo post mortem pode dividir opiniões, mas ao menos justifica o título do filme e deixa sua frase de efeito “a gente continua a existir”.

Tags Relacionadas crítica, crítica Doutor Sono, Doutor Sono, Doutor Sono crítica, Doutor Sono resenha, Ewan McGregor, filmes Stephen King, Kyliegh Curran, Rebecca Ferguson, resenha, resenha Doutor Sono, Stephen King, Stephen King filmes
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

cryingmoney
Hanami – Cerejeiras em Flor (Alemanha, 2008)
Romance

Hanami – Cerejeiras em Flor (Alemanha, 2008)

Quando descobre que seu marido tem pouco tempo de vida, Trudi não sabe se deve contar a ele a verdade. Em vez disso, ela decide planejar com Rudi uma viagem, para que aproveitem bem estes últimos momentos juntos. Sonhando conhecer o Japão, país pelo qual é apaixonada, a mulher decide que este será o destino do casal, mas que antes eles irão até Berlim, para fazer uma última visita a seus dois filhos que moram lá. Dirigido por Doris Dörrie.

laughingtongue
Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
Na pré

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

Filmes

A Onda (“Die Welle”, Alemanha, 2008)

Eu indico Die Welle (Alemanha, 2008) Em uma escola na

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário