A Fraternidade é Vermelha (“Trois couleurs: Rouge”)
Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /
Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /
Rio de Contas é a minha cidade preferida da Chapada Diamantina, que fica no coração da Bahia. Aproveitei a terceira vez que fui na cidade, recentemente, e procurei por espaços e coisas relacionadas com o cinema. E olha que encontrei duas coisas legais! Após descobrir esses vestígios do cinema, a cidade ficou ainda mais encantadora para mim, e percebi que podemos caçar e encontrar essas coisas de cinema em qualquer lugar do Brasil, como se tivéssemos procurando diamantes, como faziam os garimpeiros na região da Chapada Diamantina.
Um menino encontra o equipamento de um Predador e acidentalmente dispara um alerta que os traz de volta à Terra. Os caçadores mais letais do universo se atualizaram geneticamente com DNA de outras espécies alienígenas e apenas um grupo de ex-soldados, junto com uma professora de ciências descontente, pode parar os caçadores antes que todos se tornem suas presas. Dirigido por Shane Black.

Doctor Sleep (EUA, 2019)
Stephen King escreveu poucas continuações, embora tenha algumas histórias em série, como a saga A Torre Negra, contendo 7 livros, e a trilogia Mr. Mercedes que ganhou um seriado excelente. Apesar disso, seus personagens tendem a aparecer ou serem citados novamente em várias de suas histórias. Doutor Sono é de fato a continuação de O Iluminado, tendo o garotinho Dan Torrance da primeira história, agora um homem de meia idade. Apesar de ter lido muitas obras do escritor, não conheço Doutor Sono, então vou avaliar o filme sem comparação com o livro.
Não é segredo que o filme vem carregado de referências ao primeiro, eu senti uma revisitada à atmosfera do Hotel Overlook, o que deixou uma interessante característica de seguência com muita nostalgia. Por outro lado, um enredo insistindo na repetição de eventos – ocorridos em O Iluminado – estragou muito do mistério e do suspense. Em muitos momentos, percebemos o que está por vir.
É um filme acessível mesmo para não entendedores de King, pois um dos primeiros diálogos resume didaticamente o que significou os eventos no primeiro filme, um resumo qualificado do que ocorreu no hotel. Após essa preparação, vem uma interessante história com outras pessoas iluminadas além do Dan, expandindo esse universo onde todos temos um certo “brilho”, alguns mais conscientes do poder, mas poucos o tendo intensamente. A trama acrescenta um grupo denominado Verdadeiro Nó, que se alimenta de iluminados, liderado pela personagem de Rebecca Ferguson. A história é bem criativa e parece plausível – afinal, vem da cabeça de Stephen King.
Falando no mestre, lembremos que ele reprovou a versão cinematográfica de O Iluminado, comandada por Stanley Kubrick em 1980, por conter divergências com a obra. E agora, o diretor Mike Flanagan coloca Doutor Sono como uma continuação direta da versão de Kubrick. Não procurei saber se o escritor aprovou essa, mas afirmo que houve acerto em explorar bem os enfrentamentos atuais do personagem Dan, saindo do frio do Colorado onde fica o Hotel para encarar o calor atual onde ele vive, na Flórida, com suas batalhas. As batalhas mentais estão bem ilustradas em tela, é o ponto máximo do filme. De brinde, um elenco de destaque: Ewan McGregor misturando vulnerabilidade e maturidade; a garotinha Kyliegh Curran mostrando força e coragem, afinal ela é uma nova protagonista; e Rebecca Ferguson muito boa como uma vilã cruel e sedutora.
Algumas baixas no enredo incomodaram, como decisões com pouco sentido e desculpas para revisitar trechos do primeiro filme. É natural que uma sequência tenha referências, mas ficar muito na sombra de algo que foi muito bem recebido significa que não houve ousadia, parece que o diretor não quis arriscar ou então o roteiro não permitiu. De uma forma ou de outra, faltou ousadia. Uma discussão envolvendo post mortem pode dividir opiniões, mas ao menos justifica o título do filme e deixa sua frase de efeito “a gente continua a existir”.
Em seu perfil no Instagram, Getúlio Felipe declara "O impossível não existe". Esse garoto brasileiro não andava até os 7 anos de idade, em virtude de uma paralisia cerebral. Inesperadamente, contrariando o que a medicina apontava, ele começou a dar os primeiros passos. Do mesmo modo, aos 14 anos, ainda com dificuldade em caminhar e sem as tão aguardadas cirurgias, "Getulinho" aceita o desafio de escalar uma das maiores montanhas da Itália, após convite do diretor Pedro McCardell que nos mostra essa jornada no documentário independente "Imparável" (Driven, 2021).
Bette Davis é Jane Hudson, uma artista que alcançou a
Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta. Dirigido por Juan Antonio Bayona.
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