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February (2015)

Joan caminha em direção a uma prestigiada escola preparatória para meninas, onde Rose e Kat se encontram presas depois de seus pais misteriosamente as esquecerem. Enquanto Joan se aproxima, visões aterrorizantes começam a assombrar Kat, ao mesmo tempo em que Rose acredita horrorizada que sua está sendo influenciada por uma força maligna. Dirigido por Ossgood Perkins.

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Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado. Dirigido e escrito por Afonso Poyart.

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February (2015)

The Blackcoat’s Daughter (2015)

Como um filme de terror alternativo, February (ou The Blackcoat’s Daughter, já que parece ter havido uma indefinição sobre qual título oficial foi adotado para o filme) funciona muito bem. As cenas são um pouco arrastadas, mas o clima de suspense está presente o tempo todo e, com o tempo, cenas mais fortes e aterrorizantes surgem, violetas e mais próximas mesmo do terror do que do suspense. Lembra a atmosfera do excelente A Bruxa (2016), mas claro que não é tão bom quanto.

Apesar da nota do público no IMDb ter ficado abaixo da média (5,6), o metascore (nota dos críticos) chegou a 68, se aproximando um pouco da percepção que tivemos a respeito. É um filme de terror dos bons, beira ao sinistro e também surpreende, principalmente ao final. Apesar de uma temática já muito explorada e com diferentes resultados, este aqui conseguiu um viés diferente e isso só pode ser compreendido ao final do filme.

Apesar de confuso no início, já que foi adotada uma narrativa menos palpável, com o tempo o filme fica mais claro e as coisas vão se ajustando, após passado e presente serem alternados, mesmo numa sequência não linear. Pecou um pouco nessa montagem, já que o exagero das mudanças das cenas não é tão necessário para o resultado do todo. Mas isso pode ser deixado de lado, se nos prendermos à presença maligna que o filme aborda e nas escolhas que um personagem pode chegar a fazer, que chegam a incomodar.

E olha que interessante: foi escrito e dirigido pelo estreante Ossgood Perkins, filho do ator Anthony Perkins, eternizado por sua performance como Norman Bates no filme Psicose (1960), do mestre Alfred Hitchcock. No elenco, a Kiernan Shipka está como uma das protagonistas, e está ótima no papel, uma garota que aparentemente foi abandonada pelos pais na escola (ao menos eles não a visitam), que é uma espécie de escola e retiro de freiras, mas na verdade algo de maligno ronda o local e essa é a premissa do filme. Paralelo a essa narrativa está Joan (Emma Roberts) que está indo na direção dessa escola, não se sabe o porquê. Assim, com todo esse mistério e narrativa não trivial, esperamos que os espectadores confiram até o fim e compreendam, mesmo que não aceitem, a conclusão sinistra a qual o filme chega.

Tags Relacionadas A Bruxa, Anthony Perkins, crítica, Hitchcock, Psicose, resenha
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