Enter the void (França, 2009)
Eu indico Viagem alucinante (França, 2009) Óscar é um traficante
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No dia de seu aniversário de 17 anos, a jovem Mari Collingwood (Sara Paxton) e uma amiga acabam nas mãos de cruéis criminosos que escaparam da prisão, comandados por Krug (Garret Dillahunt). Enquanto seus pais (Tony Goldwyn e Monica Potter) organizavam os preparativos de uma festa surpresa para ela, Mari e sua amiga são violentadas e mortas. No dia seguinte, os assassinos vão refugiar-se exatamente na casa dos pais da vítima, sem imaginar o destino infeliz que os aguardava. Dirigido por Dennis Iliadis, com Wes Craven como produtor.

The Blackcoat’s Daughter (2015)
Como um filme de terror alternativo, February (ou The Blackcoat’s Daughter, já que parece ter havido uma indefinição sobre qual título oficial foi adotado para o filme) funciona muito bem. As cenas são um pouco arrastadas, mas o clima de suspense está presente o tempo todo e, com o tempo, cenas mais fortes e aterrorizantes surgem, violetas e mais próximas mesmo do terror do que do suspense. Lembra a atmosfera do excelente A Bruxa (2016), mas claro que não é tão bom quanto.
Apesar da nota do público no IMDb ter ficado abaixo da média (5,6), o metascore (nota dos críticos) chegou a 68, se aproximando um pouco da percepção que tivemos a respeito. É um filme de terror dos bons, beira ao sinistro e também surpreende, principalmente ao final. Apesar de uma temática já muito explorada e com diferentes resultados, este aqui conseguiu um viés diferente e isso só pode ser compreendido ao final do filme.
Apesar de confuso no início, já que foi adotada uma narrativa menos palpável, com o tempo o filme fica mais claro e as coisas vão se ajustando, após passado e presente serem alternados, mesmo numa sequência não linear. Pecou um pouco nessa montagem, já que o exagero das mudanças das cenas não é tão necessário para o resultado do todo. Mas isso pode ser deixado de lado, se nos prendermos à presença maligna que o filme aborda e nas escolhas que um personagem pode chegar a fazer, que chegam a incomodar.
E olha que interessante: foi escrito e dirigido pelo estreante Ossgood Perkins, filho do ator Anthony Perkins, eternizado por sua performance como Norman Bates no filme Psicose (1960), do mestre Alfred Hitchcock. No elenco, a Kiernan Shipka está como uma das protagonistas, e está ótima no papel, uma garota que aparentemente foi abandonada pelos pais na escola (ao menos eles não a visitam), que é uma espécie de escola e retiro de freiras, mas na verdade algo de maligno ronda o local e essa é a premissa do filme. Paralelo a essa narrativa está Joan (Emma Roberts) que está indo na direção dessa escola, não se sabe o porquê. Assim, com todo esse mistério e narrativa não trivial, esperamos que os espectadores confiram até o fim e compreendam, mesmo que não aceitem, a conclusão sinistra a qual o filme chega.
A jornada de um casal que tenta desesperadamente encontrar alguma explicação, depois de descobrir que seu único filho cometeu um assassinato em massa dentro de sua universidade e depois se suicidou. O filme mostra como eles lidam com a realidade de ter o único filho morto e visto por todos como um assassino cruel. Dirigido por Shawn Ku.
Eu indico EuroTrip (EUA, 2004) Logo após sua formatura, Scott
Laura (Celia Johnson) e Alec (Trevor Howard) se conhecem por acaso em uma estação de trem, quando ele remove um cisco do olho dela. Ele é médico, ela é dona de casa. Ambos são de classe média, têm meia-idade e são razoavelmente felizes em seus casamentos. Em pouco tempo passam a se encontrar todas as quintas-feiras, mas apenas como bons amigos. Gradativamente surge uma paixão mútua e eles continuam a se encontrar regularmente, apesar de saberem que este amor é impossível. Dirigido por David Lean.
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