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Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.

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Traídos pelo Desejo (“The Crying Game”, 1992)

Eu indico The Crying Game (Reino Unido /  Irlanda /

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Barton Fink – Delírios de Hollywood (1991)

Eu indico Barton Fink (EUA, 1991) Nova York, 1941. Barton

Gloria (Chile, 2013)

Eu indico
Gloria (Chile, 2013)
Gloria (Paulina García) é uma mulher de 58 anos, cujos filhos já saíram de casa há algum tempo. Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes dedicados à terceira idade. Lá ela conhece vários homens, com os quais costuma se empolgar e, tempos depois, se decepcionar. A situação muda quando conhece Rodolfo (Sergio Hernández), um ex-oficial da Marinha que é sete anos mais velho do que ela. Gloria se apaixona por ele e passa até mesmo a aspirar um relacionamento permanente. Dirigido por Sebastián Lelio.
Viva cada momento:
Santiago do Chile. Uma cidade linda, mesmo assim com habitantes que procuram vencer a solidão que vem junto com o cotidiano. Uma situação bem comum nos dias de hoje, que leva muitas pessoas, principalmente mulheres mais velhas, a se entregar à solidão. Gloria, interpretada por Paulina García – que recebeu o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim em 2013, por este papel –, poderia ser mais uma mulher assim, já que está desquitada e com quase 60 anos. Contudo, ela nos surpreende com suas atitudes e forma de vida. Mantendo uma rotina que divide o trabalho e as baladas com naturalidade e responsabilidade, acompanhamos a personagem ouvindo rádio e cantando sozinha, indo em festas, dançando e arrumando companhias.
O filme mostra que existe sensualidade em uma personagem assim, contrastando com a tipologia hollywoodiana de personagens femininos sensuais. Inclusive, temos belas cenas de nudez entre casais mais velhos. Além disso, sua afirmação como mulher, superando o comportamento comum, está um pouco alinhada com a realidade do Chile que, em 2014, voltou a ser governado por uma mulher, Michelle Bachelet.
Ao conhecer um homem recém-separado, o envolvimento entre os dois ocorre rápido. Porém, com o tempo, percebendo que ele possui amarras do relacionamento anterior, sustentando e mimando as filhas que vivem exageradamente dele, Glória mais uma vez não se entrega ao comportamento comum e se reafirma. Mesmo sendo uma mulher mais velha em busca do amor no Chile, ela é incomum quando nos mostra suas decisões e desventuras, controlando seu próprio destino. Ainda assim, se mostra uma mulher sensível e apaixonada pela filha, como pode ser visto na cena do aeroporto.
Para os brasileiros, fica fácil identificar, em cenas distintas, duas músicas nacionais famosas: “Águas de Março”, de Tom Jobim, cantada numa roda de amigos (em português mesmo) e “Lança perfume”, de Rita Lee, que surge em um clube para solteiros. O diretor Sebastián Lelio comentou que a música de Tom Jobim serviu de forte inspiração para a história, ambos combinam prazeres e dores de uma forma agradável e podemos, com uma certa atenção, perceber isso durante o filme.
Produzido por Pablo Larraín, diretor de “No”, filme excelente que representou o Chile no Oscar de 2013, o filme mostra que ter 60 anos não significa o fim da vida produtiva ou emocional. Gloria captou isso e controlou seu próprio destino, vivendo intensamente cada momento. Ela merece, inclusive, uma canção com o seu nome, a música “Gloria”, escrita e interpretada por Umberto Tozzi, mais uma na trilha sonora do filme.
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Fontes:
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Franco Zefirelli dirige esse clássico que conta a história de Jesus desde sua humilde origem, como filho de Deus. Sua viagem inclui o Sermão no Montes das Oliveiras, as Tentações de Satanás, a escolha dos Doze Apóstolos, a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.

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A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

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