Search

Você pode gostar disso:

Ação Épico Filmes Na pré

Amar é Sofrer (The Country Girl, 1954)

Eu indico The Country Girl (EUA, 1954) O esquecido ator

laughingconfusedtongue
John Wick 3: Parabellum (2019)
Ação Épico Filmes Na pré

John Wick 3: Parabellum (2019)

Chad Stahelski dirigiu os três filmes e considero que houve uma importante melhoria a cada vez. Este novo tem aquilo que desejamos: muitas cenas com tomadas longas de ação e Keanu Reeves numa ótima performance. Aqui o John Wick está no modo survivor man, ele é perseguido pelo mundo do crime e ajudado por poucos, sendo inclusive obrigado a cobrar dívidas passadas para receber um auxílio. Mas tudo o que ele precisa são de armas, um monte de armas!

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)
Ação Épico Filmes Na pré

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)

Em nossa última viagem, estivemos no interior de Minas Gerais, principalmente em Ouro Preto. Após conversa com guias locais e um pouco de pesquisa, felizmente descobrimos que alguns filmes foram rodados nessa região, filmes raros que mostram nossa história e cultura. Confiram!

laughingtongue

John Wick 4: Baba Yaga (2023) – Keanu Reeves em seu ápice

De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe “Baba Yaga” em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira abaixo nossa resenha “sem spoilers” de John Wick 4: Baba Yaga (2023).

John Wick 4: Baba Yaga (2023)

Em termos de ação, John Wick 3: Parabellum e este John Wick 4: Baba Yaga são equivalentes e, sem dúvida, os melhores da categoria nos últimos anos. Nesse sentido, como a duração deste último – quase 3 horas – permitiu mais cenas longas e belíssimas de ação, levou então a franquia ao seu ápice. Ademais, temos um John Wick bem internacional, de Osaka a Berlim, Nova York (claro) e até Paris. Se você gostou da corrida insana de Tom Cruise por Paris em Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018), verá algo superior aqui, novamente, em Paris.

Mais uma vez dirigido por Chad Stahelski, com certeza um diretor que sabe valorizar cenas com tomadas longas de ação e exigir bem de Keanu Reeves. Nenhuma novidade até aqui. Contudo temos um adicional importante que não é focado na ação: John tem novos aliados, amigos antigos, embora também tenha novos inimigos e, a partir disso, o filme faz um gancho para mostrar que a amizade pode ficar acima da ganância.

Na crítica do filme anterior (leia aqui a resenha de John Wick 3: Parabellum), eu já tinha lembrado de filmes como Duro de Matar, True Lies (1994), o coreano A Vilã (2017) e até alguns de Bruce Lee. Com este agora, podemos acrescentar muitos outros, desde a franquia Máquina Mortífera até Missão Impossível, muitas lembranças dos filmes de Jet Li, Mad Max: Estrada da Fúria e também os faroestes. Entretanto o que conta de verdade é essa belíssima homenagem a grandes clássicos de ação e luta marcial japonesa. Cenas longas de ação em ritmo alucinante e não enjoativo, mudando e aproveitando o cenário e juntando lutas corporais com armas de fogo e armas brancas. Temos até novas personalizações de armas, com direito a terno à prova de balas. Amém!

E o que falar de Keanu Reeves?

Quando assumiu o papel no início da franquia, Reeves queria desempenhar o máximo de suas capacidades. Já em John Wick: Capítulo 2 houve contratação do atirador campeão do mundo Taran Butler, para o treinamento tático e de armas de Reeves. Além disso, é sabido que o treinamento em artes marciais e manejo de armas brancas, por parte do ator, foi bem intenso. Agora temos até o manejo de um nunchaku numa das cenas mais esperadas… e que não decepciona. Sem contar que ele é estiloso até na hora de matar.

Sobretudo há um destaque para coadjuvantes como Donnie Yen, o eterno Ip Man, o Grande Mestre (franquia de sucesso que começou em 2008). Esse ator chinês de Hong Kong, artista marcial, dublê, diretor, produtor, coreográfo de cenas de ação e medalhista do campeonato mundial de Wushu, agora faz um personagem oponente à altura do John Wick, que chega a roubar algumas cenas. E, igualmente, a presença sensacional de Bill Skarsgård como um vilão poderoso, responsável por boa parte das frases de efeito e inspiração na trama. Analogamente, Laurence Fishburne e Ian McShane continuam ótimos.

Perspectivas para a franquia após John Wick 4

Inegavelmente a franquia chegou ao seu máximo aqui, embora ver novamente o Keanu como John Wick continue desejável. Com todo o desencontro de informações a respeito de um provável John Wick 5, além da forma como tivemos o desfecho neste último, inclusive em cena pós crédito, fica mais ainda confuso saber se teremos o retorno do personagem. A franquia parece apontar mais para uma expansão do universo, destacando personagens que foram coadjuvantes e podem ter o seu momento solo. Sabemos também que a Ana de Armas vai protagonizar Ballerina como um spin-off da franquia (e com um possível encontro com o John Wick). Particularmente não tenho aceitado bem essa mania de Hollywood em partir demasiado para os paralelos (spin-offs) de franquias de sucesso.

Balanço com o número de mortes antes de John Wick 4

As estatísticas informam que, no primeiro filme da franquia, John Wick é o responsável por 77 mortes, no segundo ele mata 128 pessoas, enquanto no terceiro o número chega a 164. No total, a trilogia traz 369 mortes realizadas pelo personagem de Keanu Reeves. Em breve sai a contagem de corpos deste último para superar o do anterior. Tudo o que ele toca, morre.

Abaixo a nossa crítica do segundo filme da franquia, onde começou esse modo bicho-papão do personagem:

John Wick: Um Novo Dia para Matar (2017)

Tags Relacionadas baba yaga, crítica de filme, filmes Keanu Reeves, John Wick, john wick 4, JW4, Keanu Reeves, resenha de filme
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

laughingangeltongue
Sonic: O Filme (2020)
Comédia

Sonic: O Filme (2020)

O filme segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. Dirigido por Jeff Fowler.

cryingtonguesecret
Travessia (Brasil, 2013)
Nacional

Travessia (Brasil, 2013)

Salvador, Brasil. Roberto (Chico Diaz) acabou de perder a esposa e está solitário e infeliz. Além disso, o relacionamento com seu único filho, Júlio (Caio Castro), vai de mal a pior. Um dia, após se embebedar e fracassar ao tentar contratar uma prostituta, ele acaba atropelando um garoto. Desesperado, ele coloca o menino no carro e o leva ao hospital mais próximo. Apesar do socorro imediato, Roberto precisa prestar esclarecimentos na polícia e corre o risco de ser preso. Paralelamente, Júlio se envolve com uma garota (Camilla Camago) e procura se sustentar através do tráfico de drogas em festas badaladas que ocorrem na cidade. Dirigido por João Gabriel.

Filmes

Tudo o que Desejamos (França, 2011)

Eu indico Toutes nos Envies (França, 2011) Casada e mãe

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário