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Imparável: documentário independente é o filme mais inesperado do ano
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Em seu perfil no Instagram, Getúlio Felipe declara "O impossível não existe". Esse garoto brasileiro não andava até os 7 anos de idade, em virtude de uma paralisia cerebral. Inesperadamente, contrariando o que a medicina apontava, ele começou a dar os primeiros passos. Do mesmo modo, aos 14 anos, ainda com dificuldade em caminhar e sem as tão aguardadas cirurgias, "Getulinho" aceita o desafio de escalar uma das maiores montanhas da Itália, após convite do diretor Pedro McCardell que nos mostra essa jornada no documentário independente "Imparável" (Driven, 2021).

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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)

Swing Time (EUA, 1936)

Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

Musical antigo:

O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. O casal dá um show, inclusive quando catam, tornando o filme, no mínimo, divertido de ser visto. As danças não são triviais, mostrando que o ritmo, marcação, condução e equilíbrio tinham que ser perfeitos. A câmera assume várias posições e, no momento oportuno, mantém a mesma direção. Coreografias e duetos bem cantados, com canções de Jerome Kern e Dorothy Fields, que fizeram com que a canção “The Way You Look Tonight” ganhasse o Oscar.

A trama deste musical mantém o estilo da comédia romântica antiga, alternado com as cenas de canto e dança. Um destaque para a cena onde Fred Astaire faz um número sozinho, com um efeito de três sombras dele que acompanham os seus movimentos. Esta coreografia de Hermes Pan ganhou uma indicação ao Oscar de Melhor Direção de Dança. Em outra cena, Astaire está pintado de preto (no estilo dos filmes antigos que não tinham atores negros e, por isso mesmo, os atores tinham que ser “pintados” para representar personagens negros), dançando na canção “Bojangles of Harlem”, em uma homenagem ao grande bailarino negro Bill Robinson, que por sinal deu aulas de sapateado ao ator. Seu sapateado é incrível, e nas cenas que dança com a belíssima Ginger Rogers, a sincronia entre os dois é fenomenal. Além disso, o romance do casal no filme vai garantir a aceitação dos espectadores afins. Entre algumas situações divertidas, vamos torcendo para que o casal consiga ficar junto.

As danças conseguem representar o drama e o romance vivido pelos personagens, como exemplo da cena onde aparece a canção “Never Gonna Dance”, que termina com o casal tendo que se separar devido à situação e dilema no qual se encontram.

Ginger Rogers e Fred Astaire

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Fontes:
http://osmusicaisdomundo.blogspot.com/2010/06/1936-swing-time-ritmo-louco.html

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Em um futuro próximo, uma opressiva força policial mecanizada é encarregada de patrulhar as ruas e controlar o crime em Joanesburgo, África do Sul. Um dos androides da força policial é roubado e reprogramado com o intuito de ser utilizado como arma pelos criminosos. Ao ser reprogramado, o androide se torna Chappie, o primeiro robô com capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Isso faz com que forças poderosas e destrutivas comecem a ver Chappie como uma ameaça para a humanidade e para a ordem pública, e elas farão de tudo para garantir que Chappie seja destruído. Dirigido por Neill Blomkamp.

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